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Capítulo 28

Autor: ANNA SOUSA
last update Fecha de publicación: 2025-05-01 04:12:34

Com toda graça e calma possível, Sophie se pôs a falar torcendo que seu temperamento explosivo não se manifestasse sem controle. Sorriu com afetação:

— A senhora se julga puritana e límpida o suficiente para me condenar? Por favor condessa viúva quer dizer... senhora Valquíria já que esse título não lhe pertence exatamente. Ora, não fui eu quem me casei com um nobre menos de um mês após triste tragédia manchando a memória da condessa "original" mãe do meu amado Albert! eu não sou uma falsa
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  • Farsa de amor com o marquês    Capítulo 68

    Albert estava feliz com aquela visão, pela primeira vez em 3 décadas se sentia feliz de verdade. Parte de algo maior…. De um família, o que era muito bom, quem diria que o grande Larsen teria esposa e filhos? Ou quem diria mais ainda que ele amaria ser marido e pai? A vida é mesmo muito estranha e as vezes insana, mas sempre improvável. Ao menos era assim que ele pensava ao refletir sobre como alguns meses bastou para que tudo mudasse. As crianças abraçaram Sophie com tamanha força que ela foi ao chão e logo um pânico o envolveu, ele correu na direção deles aflito. Ela não podia cair, era perigoso para o bebê. Mas ver que ela ria o deixou aliviado e ao mesmo tempo irritado, Sophie tinha de ser mais cuidadosa consigo mesma, porém, ele se conteve. Era bom contar a novidade o quanto antes para seus pequenos.Como será que eles vão reagir a notícia? Albert não negava sentir certas preocupações, talvez o melhor fosse estreitar ainda mais os laços. Eles enfim inauguraram o cinema. Passaram

  • Farsa de amor com o marquês     Capítulo 67

    Albert entrou em choque por um momento, antes de sentir uma alegria formidável e espontânea borbulhar dentro do peito. Sophie não estava doente, estava grávida! Um filho dele, grávida de um filho dele… Aquilo era, era…maravilhoso! Ele não conseguiu conter o sorriso. — T-tem certeza d-disso doutora? — Perguntou a marquesa com a voz trêmula. — Perfeitamente Milady, o exame de sangue é o teste mais preciso e sem enganos. — Minha esposa está grávida de quantos meses doutora? É menino ou menina? Quando o bebê vai nascer? — Perguntou Albert eufórico. — Calma, calma… Ainda será preciso fazer alguns exames Milorde, passar em consulta para poder saber… — Albert mal conseguia ouvir a médica, não resistiu e começou a beijar a mão de sua esposa não se importando com a demonstração pública de afeto. Sophie parecia imersa em outro universo, o marquês no entanto precisou se conter para não beijar os lábios da esposa na frente da doutora. Agora sim ele era sem sombra de dúvidas o homem

  • Farsa de amor com o marquês    Capítulo 66

    Albert olhou para a incógnita estampada no rosto do mais velho. Como ele poderia não aposentar Dagfinn depois de tudo isso? uma rotina como a que costumava ter era a porta aberta para outro infarto que de acordo com o médico ocorreu por stress, ansiedade e pressão. Agora o mais velho teria de tomar remédio para pressão alta e calmantes, de um jeito ou de outro era culpa sua aquele leito. Albert já tinha tudo planejado, daria uma bela casa para que Dagfinn pudesse viver com Karen e pagaria pelos estudos da jovem, certamente também por todos os gastos com a saúde daquele velho e também todas as suas despesas.— Eu não posso mais sobrecarregar você, Dagfinn, me faltam palavras para expressar o quão sinto-me péssimo por não ter percebido o que estava mal e passando por um momento difícil — Ele nunca notou o romance se Dagfinn baixo do seu nariz ou se havia ficado triste pela partida de Lenora, na época estava atolado com a universidade e sempre imerso nos próprios problemas e em tudo era

  • Farsa de amor com o marquês    Capítulo 65

    — Crianças! deixem Dagfinn descansar — Pediu Sophie. — Mas tia Sosô! A gente estava com uma baita saudade do vovô Daff — Reclamou Eliza e Nicolas concordava enfaticamente com a irmã. Sophie insistiu para as crianças agirem de modo cauteloso para que o mais velho não se cansasse. Era tão triste o ver naquele estado. — Oh, imagina Milady, já estou farto de ficar aqui deitado feito um inválido, sua graça lorde Larsen e sua graça lady Larsen são um colírio aos meus olhos. — Sophie realmente precisava se acostumar ouvir aquele povo falar de Eliza e Nicolas com tamanha formalidade. — Não fale isso de si mesmo, nem por brincadeira! O senhor não é nenhum inválido — Corrigiu Madson parecendo irritada. Passando um pano úmido sobre a testa dele. Qual seria a relação desses dois? Sophie sorriu sem mostrar os dentes, era evidente que havia um clima romântico no ar. Eliza e Nicolas abraçaram o mais velho e entregaram os desenhos que fizeram para ele, dava para notar um brilho alegre no

  • Farsa de amor com o marquês    Capítulo Bônus 5

    Brasil - São Paulo - SP O delegado Ventosa chamou o inspetor Henrique para uma reunião. O jovem entrou afoito no recinto, com aquele olhar inocente que fazia com que todos acreditassem nele. Era um mentiroso habilidoso, Ventosa achava até engraçado o quão rápido ele estava subindo de cargo para alguém de vinte e seis anos, vindo de origem questionável, em outras palavras alguém da plebe. Admirável? O delegado teria prazer de acabar com a bela carreira corrupta impecável daquele jovem presunçoso apesar de ele ter o apoio Federal e de pessoas importantes. Não passava de um peão descartável. — Me chamou, senhor? — Perguntou Henrique. O mais velho tomou um gole longo de café enquanto o analisava. — Parece que você irritou gente poderosa, criança. — Disse ainda olhando para a xícara. — Perdão, senhor? — Me poupe desse teatro de bom moço, nós dois sabemos o quanto você é podre inspetor Henrique. — O jovem sorriu sarcástico. — Aprendi com o melhor, não acha, senhor? O mais

  • Farsa de amor com o marquês    Capítulo 64

    Sophie acordou acomodada num abraço apertado e caloroso. Albert a segurava de modo que parecia ter medo que de alguma forma irracional ela caísse. Sorriu ainda de olhos fechados se aconchegando mais, aquele aroma delicioso que só ele tinha era a soma de tranquilidade e paz no peito dela. O som ritmado da respiração pesada e o bater forte do coração daquele homem era sua melodia favorita. — Sophie? — Ela abriu os olhos ante o chamado daquela voz rouca em seu ouvido, porém permanecia sereno e de olhos cerrados. — Hum? — Amo você Ele já havia dito isso antes, mas, ouvir essa frase ao acordar de forma direta, doce e objetiva lhe causava borboletas no estômago e francamente uma vontade ridícula de chorar e rir ao mesmo tempo. Ela não respondeu, precisava digerir a alegria que a enlaçou, ele olhou para ela e como sempre sua mente entrou no costumeiro transe gelatina ao mirar naquele mosaico verde cristalino — Vou repetir, eu Albert Larsen amo muito você. — Sophie engoliu a seco. Sab

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