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Author: Flimxy vic
last update publish date: 2026-10-07 21:20:11

Capítulo 4: Até a Luz da Manhã

A chuva ainda caía forte lá fora, mas dentro do meu quarto, os únicos sons eram nossa respiração ofegante e o barulho úmido e sujo do grosso pênis do Sr. Ahmed entrando e saindo lentamente da minha vagina cheia de esperma.

Ele não havia se retirado após a terceira ejaculação. Em vez disso, me manteve presa embaixo dele, penetrando fundo e suavemente, mexendo seu enorme sêmen dentro de mim enquanto olhava diretamente nos meus olhos.

“Você já está viciada, não é
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    Capítulo 4: Até a Luz da Manhã A chuva ainda caía forte lá fora, mas dentro do meu quarto, os únicos sons eram nossa respiração ofegante e o barulho úmido e sujo do grosso pênis do Sr. Ahmed entrando e saindo lentamente da minha vagina cheia de esperma. Ele não havia se retirado após a terceira ejaculação. Em vez disso, me manteve presa embaixo dele, penetrando fundo e suavemente, mexendo seu enorme sêmen dentro de mim enquanto olhava diretamente nos meus olhos. “Você já está viciada, não é?” ele murmurou, movendo os quadris em círculos lentos e possessivos. “A melhor amiga da minha filha… deitada aqui com o pau do pai ainda dentro dela.” Soltei um gemido baixo, assentindo com a cabeça enquanto novas ondas de prazer percorriam meu corpo exausto. “Sim, tio Ahmed… eu sou viciado.” Ele sorriu maliciosamente e me beijou profundamente, sua língua explorando minha boca enquanto começava a me penetrar novamente — estocadas lentas, porém poderosas, que me faziam estremecer. Mesmo depoi

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    Capítulo 2: Rendição Os olhos do Sr. Ahmed escureceram no instante em que as palavras saíram da minha boca. Ele não hesitou mais. Com um rosnado profundo e faminto, ele me agarrou pela cintura e me ergueu sem esforço, minhas pernas se enrolando em volta dele enquanto me carregava até o sofá. Sua boca se chocou contra a minha novamente — desta vez com mais força, mais desespero. Sua língua me invadiu enquanto suas mãos grandes apertavam minha bunda por baixo da camisola de seda. Ele sentou-se no sofá comigo a cavalo em seu colo, minha vagina molhada roçando no volume enorme em suas calças molhadas. Eu podia sentir o quanto ele estava excitado por mim. “Porra, Mariam”, ele gemeu contra meus lábios, as mãos deslizando para cima para acariciar meus seios através do tecido fino. “Você tem ideia de quanto tempo eu desejei isso? Quantas vezes eu me masturbei pensando na melhor amiga da minha filha?” Sua confissão me fez gemer. Balancei os quadris, esfregando minha vagina molhad

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    Caminho 29: O pai do meu melhor amigo (1) Capítulo 1: O Chamado da Meia-Noite A chuva batia com força nas janelas, como se quisesse invadir. Eu estava encolhida no sofá, de camisola de seda, sozinha no meu apartamento, quando meu telefone tocou à 1h17 da manhã. Era o Sr. Ahmed — o pai da minha melhor amiga. Meu coração disparou. O Sr. Ahmed sempre fora a fantasia proibida que eu jamais admitira a ninguém. Alto, de ombros largos, na casa dos cinquenta, com cabelos grisalhos, uma voz grave e imponente, e aquela masculinidade silenciosa e intensa que me deixava sem fôlego toda vez que ele me olhava. Ele era o completo oposto de sua filha, minha melhor amiga Sara, que estava de férias em Dubai com a mãe. Atendi ao terceiro toque, tentando parecer casual. "Olá?" “Mariam”, disse ele com sua voz grave, soando tensa. “Desculpe ligar tão tarde. Meu carro quebrou na estrada, e Sara comentou que você mora perto. Preciso de um lugar para esperar o mecânico. Está chovendo muito lá fo

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    Capítulo 3 Acordei dolorida em todos os lugares que importavam. Minha bunda ainda estava quente por causa da mão dele. Minha vagina parecia usada e inchada. O esperma dele tinha secado nas minhas coxas durante a noite. Deitei nos lençóis de seda, encarando o teto, e tentei odiá-lo mais do que me odiava por quantas vezes eu tinha gozado. O alto-falante estalou acima de mim. “Tome um banho. Dez minutos. Depois, ajoelhe-se no centro do quarto.” Me arrastei até o banheiro com as pernas trêmulas. A água quente ardeu nas marcas de mãos na minha bunda, mas eu acolhi a dor. Ela me lembrou que eu ainda estava lutando, mesmo que meu corpo continuasse perdendo. Lavei-me entre as pernas duas vezes, mas ainda conseguia senti-lo dentro de mim como uma marca. Quando voltei para o quarto, ele já estava lá. Dante estava parado perto da janela, usando calças escuras e uma camisa preta com a gola aberta. Ele parecia revigorado e no controle da situação, enquanto eu me sentia arrasada. “De jo

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