LOGINSamanta gira uma cadeira me fazendo ficar de costas para o espelho me deixando mais ansiosa do que já estou…
Ela passar várias maquiagens em meu rosto e tenho medo de me olhar pensando que tudo isso está sendo muito exagerado.Depois de suas mãos começar a mexer nos fios negros de meus cabelos, após alguns minutos ela termina e me olha sorriso.- Pronta? - ela me pergunta segurando uma cadeira pronto a rodá-la.- Sim… - apesar de estar hesitante confirmo.Uma cadeira de vira e dor vendo o reflexo de meu rosto, meus olhos estão cobertos por uma sombra clara mesclada com um mais forte destacando meus olhos azuis.Minhas bochechas estão mais rosada do que o traje, meus lábios estão com um batom rosa não muito forte destacando minha boca.Meus cabelos estão ondulados me deixando com um aspecto mais velha do que sou, me sinto bem e bonita, como uma garota normal de minha idade.- Gostou? - ela pergunta com os olhos brilhantes.- Eu adorei! - digo maravilhada com o resultado da maquiagem em meu rosto.- Agora falta apenas os saltos! - ela corre para um estante onde ficam seus milhares de sapatos ea ver tirar um par de saltos nó da prateleira, uma cor que irá combinar com minha roupa.- Enquanto você termina, eu vou me arrumar! - ela pisca um olho para mim e rio.Enquanto calço os sapatos e os prendo em meu tornozelo Samanta vai para o closet com um vestido preto em suas mãos.Me levanto vendo novamente meu reflexo no grande espelho, caminho tentando se acostumar a ficar assim apenas dos saltos não serem muito altos.Depois de um tempo Sam sai do armário vestindo o vestido preto colado na cintura e soltinho nas coxas, tendo um decote generoso nos seios, ela pega um par de saltos pretos com a sola vermelha os colocar.A vejo alisar os fios loiros de seus cabelos os deixando totalmente lisos, sua maquiagem é mais forte e mais chamativa do que a minha, acho que eu não conseguiria ser como ela.- E ai? - ela gira sorrindo.- Você está muito bonita Sam! - um elogio.- E você está uma gata Liza! - coro ficando vermelha.Ela pega sua bolsa e faço o mesmo com minha que eu trouxe dentro da mochila.- Agora vamos nessa Gata!Saímos de seu quarto indo para a saída de sua casa, Sam dirige até a Universidade cantarolando como músicas que tocam no rádio de seu carro.De longe vejo muitas pessoas pulando e dançando no ritmo da batida alta da música.Olho para a multidão com medo e nervosa enquanto Samanta estaciona o seu carro diante dos outros.- Não bebe por favor, você tem que nos levar pra casa depois! —Digo preocupada e ela somente ri saindo do carro.Crio coragem e também saio, assim que andamos vários olhares estão em mim e não entrar em pânico com isso, puxar a saia para baixo e me arrependo de não trazer uma jaqueta e colocar por cima desse minúsculo superior.Sam me puxa pelo braço até uma mesa onde estão várias bebidas e copos, ela enche dois de uma bebida transparente que sei que não é água pois o cheiro de álcool é muito forte.- Bebe isso Liza! - ela me entrega um copo que levo até o nariz franzindo o cenho pelo cheiro forte.- Eu não vou beber isso! - reclamo.- Só um copo vai! Por favor!Olho para o líquido mais uma vez e o aproximo de minha boca, bebo tudo de uma vez e fecho meus olhos querendo cuspir, a bebida queima minha garganta.- Isso é horrível! - abro meus olhos reclamando.- Você se acostuma! - ela ri e bebe o seu copo de uma única vez.- Agora vamos dançar amiga!Ela novamente me puxa até várias pessoas dançam ao ritmo da música alta.Sam começa a dançar e fico parada pensando porque eu estou aqui.Dois rapazes se aproximam da gente e um leva Sam para dançar, eles vão para longe e fico de frente ao outro homem loiro.- Você quer dançar?- Ah… eu… não sei dançar! - ele sorri e pega minha mão.- Eu te ensino! - uma música lenta toca e vejo vários casais dançando.- Eu sou Gustavo! - ele se apresenta falando alto por causa da música.- Liza! - me apresento.- Posso? - ele pede permissão para colocar suas mãos em minha cintura assinto com a cabeça permitido o seu toque.Suas mãos fornecem minha cintura e me puxam levemente ao encontro de seu corpo, ele me conduz lentamente me ajudando com os passos.Após alguns minutos uma música mais animada toca e acho que o efeito da bebida que bebi começa a fazer efeito pois começo a pular e dançar alegremente com Gustavo.- Você quer beber? - assinto e ele vai até a mesa pegando dois copos.Assim que ele me entrega o meu viro o copo bebendo tudo, não me importando com a ardência.A música muda muda e me vejo dançando de costas para Gustavo com suas mãos segurando os meus quadris me auxiliando com os movimentos.Não sei quantos copos eu bebo, nem vejo mais Samanta apenas continuo dancando, ao longe vejo o professor Eduardo me olhando.Acho que estou bebada demais, sob o efeito das bebidas que tomei tenho vontade de provocar, rebolo pulo atenta aos olhares de meu professor a todo momento em mim, nunca me abandonando.
Não sei o que é, mas seus olhares parecem queimar em mim, talvez ele quiera me repreender por algo, mas não fiz e nem estou fazendo algo de errado, é uma festa, estou apenas dançando, todos estão dançando ao nosso redor, então não há motivos pela levar uma bronca dele.
Outra música começa a tocar com uma batida mais agitada, todos gritam enquanto bebem e eu continuo dançando com Gustavo, mas nunca abandonando os olhos do professor Eduardo.
Acho que estou tonta demais....
Um dia antes do casamento...Um ano se passou desde que conheci o grande amor de minha vida, um ano de muito amor, paixão e devoção.E amanha será o dia em que vamos tornar nossa união oficial, o dia em que me tornarei somente sua pelo resto de minha vida, prometendo amá-lo incondicionalmente enquanto viver.Nunca senti tanto medo de perder algo, a um ano atrás fiquei muito perto de perder duas das pessoas que mais amo na vida, mas Deus me ajudou e serei eternamente grata por isso.Eduardo me pediu em casamento há um ano naquele hospital, se dependesse dele já estaríamos casados, mas optei por esperar a sua recuperação e a de meu pai.Há uma semana completei meus vinte anos, pronta para iniciar mais uma fase de minha vida, pronta para se tornar uma verdadeira mulher.Olho para o jardim da casa de meus pais através da janela de meu quarto, o local está perf
Sem forças para continuar caio de joelhos ao lado do corpo de meu pai, os braços de Catarina tentam me tirar dessa sala mas não tenho mais forças….Sinto o peso da perda em meu corpo, o coração acelerado com medo do que poderá vir.Olho para os dois corpos no chão desejando revelar um sinal de vida, por pequeno que fosse.Rastejo até o corpo amarrado de Eduardo tirando as cordas de seu corpo, abraçando seu corpo ao meu.Ao longe ouço Catarina falando com alguém no celular com a voz aflita e embargada.— Por favor, viva por mim. — sussurro observando seu rosto pálido sem demostrar qualquer sinal de vida.— Eu te amo, não posso te perder! — grito fechando os olhos sentindo uma dor no peito que nunca fui capaz de sentir em toda minha vida.— Eu sinto muito Liza….— Catarina me puxa em direção aos seus braços, vejo que ela também está sofrendo.Ouço sirenes e carros se movimentando ao fundo, me separo do abraço dela me agachando mai
Término de organizar a lista de alunos que irão para a excursão daqui a pouco, a turma será dividida em dois grupos, cada um com seu professor responsável.E como dou aula para Liza, tive a sorte de ficar mais perto dela sem que ninguém perceba.A diretoria da Universidade alugou uma van para cada grupo, que nos levarão até o acampamento.— Pessoal relembrando que no acampamento existem quartos para todos nas cabanas. — aviso vendo todos sorrirem.— E já vou avisar que é proibido a entrada de meninos nos quartos das meninas e vice-versa!— Ah, que pena! — sorrio vendo um aluno murmurando.— É uma floresta pessoal, por favor não se afastem muito, pois correm o risco de se perderem na mata!Me levanto da cadeira colocando minha mochila nas costas vendo os outros alunos fazerem o mesmo.Meus olhos fitam Liza que prende os fios escuros no alto da cabeça num rabo de cavalo, deixando o lindo rosto a mostra.— Então vamos nessa
Assim que chegamos na Universidade nos despedimos indo para caminhos diferentes, pois Eduardo pode perder seu emprego por ter uma relação com uma aluna.Sei que ele tem uma boa situação financeira, mas me odiaria vê-lo perder o emprego que tanto ama.Na aula toda meus pensamentos não estavam naquela sala, estavam ainda na noite anterior….Tentei me concentrar na aula mas minha mente não permitiu, não querendo tirar as cenas da noite inesquecível de toda a minha vida.Tenho que admitir que essa manhã também foi bastante agradável, mas o lado ruim da situação foi que depois do esquecimento do preservativo Eduardo ficou distante, um tanto preocupado.Passamos numa farmácia para comprar a tal pílula, mas mesmo depois de tomá-la sua reação não mudou, ele continua se culpando por esquecer da proteção.Parte de mim sabe que ele está exagerando, mas a outra parte compreende seu medo, uma gravidez agora não seria uma ideia sensata.A minha vid
O vejo jogar a peça em algum lugar pelo quarto me dando uma bela visão de seu peitoral desnudo.Minhas mãos têm vida própria indo em direção ao seu abdômen nu, ele assiste a cada movimento meu.Ele volta a se deitar sobre o meu corpo, solto um gemido quando a pele de seu peito toca o meu.Ele me beija pela última vez mordiscando meus lábios.Fechos os olhos quando sua boca contorna os meus seios, chupando o bico lentamente e o prendendo entre os seus dentes.— Abra os olhos Liza, quero te ver enquanto lhe dou prazer! — obedeço imediatamente seu comando.— Isso aqui são meus! — ele pega massageia meus seios me olhando.Sua boca continua sua viagem pelo meu corpo descendo para a minha barriga a beijando, ele levanta a cabeça buscando meus lábios, tenho que morder os seus lábios para não gritar quando sua mão se infiltra dentro de meu shorts.— Tão molhada para mim! Diga que é pra mim Liza! Diga!— É pra você! — falo mais a
Arregalo os olhos vendo uma arma em suas mãos, começo a me agitar na cama vendo cada um de seus movimentos.Ele vem até mim é só agora lembro do pesadelo que tive, ele segurando uma arma igual vindo até mim.Não percebo mas entrei em pânico chorando me sacudindo na cama.— Liza, o que foi?— Eu não vou te machucar pelo amor de deus! — o vejo largar a arma no chão e me contornando com seus braços.— Calma, me conta porque você está assim!Continuo soluçando tentando falar.— Eu tive um pesadelo….você segurava uma arma….e tinha outro homem!Começo a chorar de novo lembrando que o pesadelo parecia real demais.Seus dedos tirar os meus cabelos de meu rosto acariciando meu rosto.— Que homem era esse Liza?— Por favor me diz quem é esse homem! - seus rosto agora está sério.— O sócio de meu pai!— Sócio? Como esse homem é Liza? — ele franze os olhos tentando me acalmar e logo digo.— Marcos