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Sob o Olhar do Alfa

last update publish date: 2026-08-08 09:25:04

Dominic

— Então me mostre o quanto esperou por mim — sussurrou ela, a voz baixa, tão preparada quanto eu para aquele momento. Foi tudo o que precisei.

Passei um braço pela sua cintura, puxando-a para perto, enquanto o outro afagava seus cabelos. A brisa gelada vinha do ar condicionado, mas a temperatura parecia ter subido alguns graus. Ela era minha companheira e eu faria questão de mostrar a ela o que isso significava.

Beijei-a com ternura e voracidade, sentindo a pulsação do meu próprio desejo incendiar cada célula do meu corpo. Minhas mãos firmes deslizaram pelas suas costas até alcançarem sua cintura, puxando-a para mais perto de mim. Não haveria mais noites de angústia, espera ou receio de outra mulher ocupar o lugar que era dela por direito.

A chama do tesão estava incontrolável, e ela era a minha maldita ruina, não havia por que adiar nenhum segundo a mais. Minha boca desejava explorar cada pedacinho da sua pele, haveria tempo para tudo isso assim que nos tornassemos marido e mulher.

Agora, entretanto, tudo que importava era saciar esse desejo acumulado. E eu mal conseguia conter a impaciência que me percorria. Segurei-a pela nuca e, com um movimento brusco, coloquei lá no centro da cama. A respiração dela estava tão ofegante quanto a minha, e nossos olhares tentavam se encontrar em meio a escuridão.

Comecei a me despir, peça por peça, sentindo a ansiedade dela acompanhar a movimentação das minhas mãos. O peito subindo e descendo em um ritmo frenético. Quando fiquei completamente nu, avancei sobre ela, colando nossos corpos novamente, e deslizei meus dedos pelos seus ombros, afastando delicadamente as finas alças da camisola. O tecido, suave, escorregou por seu tronco e o retirei por completo, revelando que ela não usava nada além da camisola e o que parecia ser uma minúscula calcinha de renda.

Mas que… caralho… — murmurei, surpreso e dominado pela excitação. Seus seios, já enrijecidos, praticamente imploravam pela minha boca. Inclinei a cabeça, abocanhando-os com uma sede insaciável. A cada lambida e sucção, ela gemia de prazer, e os sons que ela emitia incentivavam meu pau a inchar ainda mais. Ela estava com uma calcinha mínima que mal escondia o quão molhada já se encontrava.

Eu quero tudo dela, cada parte, cada suspiro e cada gemido.

— Alfa… ahh… — ela arfava, arranhando de leve minha nuca. Sem me afastar muito, movi a mão para dentro da calcinha, pressionando meu dedo contra a carne deliciosa da sua intimidade. Soltei um rosnado rouco ao sentir o quanto ela estava quente e úmida, enquanto seu clitóris latejava sob o meu toque. Tomado por uma vontade incontrolável de possuí-la, abri suas pernas e inspirei, sem pudores, sua boceta arrepiada e convidativa. Aquilo era simplesmente uma delícia para os meus instintos sedentos.

— Vamos ao que interessa — falei, puxando-a pelas coxas para a beirada da cama, me colocando em pé, ansioso pelo que viria a seguir. Percebi um leve hesitar na postura dela, uma pontinha de insegurança que me deixou ainda mais atento aos sinais do seu corpo. Toquei-a com carinho, roçando a ponta do meu pau pulsava de excitação, na sua entrada úmida.

— Vai doer um pouquinho — avisei, sem deixar de tentar encará-la nesse maldito escuro.

— Tudo bem — ela respondeu, com a voz carregada de nervosismo, mas decidida a não recuar.

A imagem dela deitada, as pernas abertas, o rosto angelical contrastando com a luxúria presente em cada pedaço de pele, era a visão mais erótica que eu conseguiria projetar em minha mente. Quase me perdi naquela cena, mas respirei fundo, segurando as rédeas do meu próprio prazer para prolongar cada segundo.

Então, decidi brincar um pouco, torturando a mim mesmo ao acariciar a entrada quente e úmida com a cabeça do meu pau, sentindo ela se contorcer entre expectativa e desejo. Quando comecei a entrar, ela gemia baixinho, os seios balançando de leve a cada movimento. Sua expressão alternava entre prazer e um toque de dor, mas a forma como ela me tocava, completamente entregue, me deixava em chamas. Saber que eu era o seu primeiro tornava tudo ainda mais intenso.

Com essa certeza, soquei forte, afundando em sua boceta, ouvindo-a soltar um grito sufocado que me fez quase perder o controle.

— Dominic — ela gemeu, num tom que misturava surpresa, desejo e até um quê de desespero. — Ohh… eu…

— Gostosa… Tão apertada... — rosnei, continuando a estocar sem parar. — Porra, você é tudo que eu sempre quis.

— Ohh, isso, Alfa… — ela me tocava enquanto passava as mãos pelos próprios seios, os mamilos ainda molhados da minha boca, num ato que me deixou extasiado pela ousadia. Decidido a ter cada porção do corpo dela, avancei pela cama, inclinando meu tronco sobre o dela, para que pudéssemos nos beijar e eu pudesse roubar o fôlego que ela tentava recuperar. Metia sem dó, mas atento a cada suspiro e gemido. Quando seus lábios se uniram aos meus, tudo se tornou ainda mais delicioso, um emaranhado de respirações pesadas, saliva, suor e fogo.

— Você é uma delícia… — gemi, entre um beijo e outro, descendo minha boca pelo seu pescoço. O prazer me invadia a ponto de quase me cegar, mu lobo rosnava para reivindicar sua companheira e marca-la como nossa agora mesmo. Lutei contra o desejo sabendo que parte da tradição era marcar minha companheira perante a alcateia

No entanto, eu queria prolongar aquela sensação. Beijei cada pedacinho da sua pele, do pescoço aos ombros, sentindo o gosto suave do seu suor, que me deixava ainda mais faminto. Ela se arqueava sob mim, buscando mais contato, mais atrito, mais tudo. Eu sentia o momento se aproximando, a tensão sexual em nossos corpos indicando que logo iríamos gozar. Com cada gemido, cada arquejo, cada “ohh” sussurrado, eu me perdia mais na grandiosidade do seu desejo.

Segurei-lhe o rosto entre as mãos para e a beijei sentindo cada traço de prazer que a dominava. Laura parecia ter sido feita para isso, para ser possuída por mim sem pudor algum, dei mais estocada estremecendo enquanto sentia Laura gozae de forma incontrolável.

— Goza no meu pau, meu amor — eu grunhi, sentindo o êxtase subir pela coluna.

— Ohh… — ela arfava, ainda em meio aos tremores do orgasmo. Agarrei sua cintura com firmeza e com um último mergulho profundo, deixei que meu prazer explodisse, enchendo-a com minha semente que parecia acumular sete vidas inteiras. Mesmo enquanto jorrava dentro dela, eu continuei me movendo, prolongando cada gota do nosso prazer. O calor da sua boceta acolheu o meu orgasmo, fazendo-me soltar um gemido forte que ecoou pelo quarto.

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