Mag-log inMeu nome é Raven Vale, e aos dezenove anos eu já tinha me tornado um fantasma na minha própria vida.Mamãe morreu três semanas atrás num acidente de carro que não deixou nada além de metal retorcido e silêncio. O funeral foi um borrão de vestidos pretos e condolências vazias. Agora, eu estava no foyer enorme da Manor Blackwood, vestindo o mesmo vestido preto apertado que tinha usado para enterrá-la. Ele grudava nas curvas como uma segunda pele, o tecido levemente úmido de suor nervoso.Eu não tinha para onde ir.Sem avós. Sem parentes próximos que quisessem o fardo de uma adolescente enlutada e sem dinheiro. Só ele.Elias Blackwood.Meu padrasto.Ele estava no topo da escadaria grandiosa como um rei inspecionando o domínio — alto, ombros largos, devastadoramente bonito aos quarenta e dois. Mandíbula afiada, olhos cinza-aço penetrantes, e prata passando pelo cabelo escuro que só o fazia parecer mais poderoso. Vestia uma camisa preta sob medida com as mangas enroladas, revelando antebra
O carro bateu outro buraco fundo, batendo o pau ainda duro e escorregadio de gozo de Nick balls-deep na buceta transbordando. Não consegui segurar um gemido minúsculo e quebrado que escapou da garganta. Gozo fresco de meio-irmão misturado com os sucos esguichou obsceno enquanto ele começava a estocar mais forte, usando a estrada áspera como cobertura para realmente me foder crua.— Round dois, sua lixeira de gozo gulosa — rosnou Nick sujo no ouvido, a voz baixa mas pingando de fome suja. — A sua buceta ainda está latejando da minha primeira carga e você já está me sugando mais fundo. Que vadia enteada nojenta você é — sentando no meu pau como se fosse o seu trono pessoal enquanto o Papai dirige.As mãos estavam em todo lugar. Uma manteve um aperto machucando no quadril, me forçando a pular sutil no eixo enorme. A outra puxou a frente do vestido preto para baixo, expondo totalmente os seios. Ar fresco bateu nos mamilos inchados e abusados antes dos dedos os beliscarem vicioso, torcendo
O coração martelou como um tambor enquanto a mão de Nick se moveu para o zíper. O som dele descendo foi quieto mas ensurdecedor nos ouvidos.— Nick… não podemos— — comecei a sussurrar, mas a voz morreu enquanto ele libertava o pau enorme. Ele saltou quente e pesado nas dobras pingando, veias grosas pulsando, a cabeça gorda já escorregadia do pré-gozo e dos sucos. Deus, era enorme — mais grosso e mais longo que qualquer brinquedo que eu já tinha usado. O tamanho puro fez a buceta vazia se contrair com necessidade suja.— Cala a boca e leva, sua vadia suja — rosnou Nick baixo no ouvido, a voz rouca de tesão. — Você tem cremado nos meus dedos como uma puta no cio. Agora você vai sentar no pau do seu meio-irmão a viagem inteira. Sente o quão duro eu estou por essa buceta proibida?Agarrou a cintura com uma mão forte, a outra guiando o eixo latejando. Senti a cabeça romba cutucar a entrada encharcada, separando os lábios inchados. Outro solavanco na estrada o ajudou — me empurrando para ba
A estrada ficou mais áspera, e outro solavanco forte chocou o carro. O corpo bateu mais forte no colo de Nick, a buceta nua e pingando esfregando direto no volume enorme do pau através das calças. Mordi o lábio até sentir sangue, lutando contra o gemido sujo que queria rasgar de mim. Os sucos já tinham encharcado o vestido preto fino, criando uma bagunça quente e escorregadia entre nós. Eu podia sentir cada centímetro grosso dele latejando e pulsando sob mim, duro como pedra e enorme.— Devagar aí, Hazel — murmurou Nick baixo no ouvido, o hálito quente no pescoço. As mãos dispararam para a cintura, me agarrando firme para me “estabilizar”. Mas os dedos cavaram possessivo, me puxando mais apertado na ereção. — Não queria você caindo do meu colo… ou me encharcando ainda mais do que já está.O coração martelou. Mamãe e Papai — Elena e Mark — conversavam quieto na frente sobre a condição da Vovó, completamente alheios. O fundo estava escuro o bastante, e as pilhas de bagagem bloqueavam a
Gemi suave no travesseiro enquanto o vibrador zumbia sem parar no clitóris inchado, a cabeça grossa escorregadia dos sucos. O ajuste baixo já tinha virado a buceta numa bagunça pingando, mas eu precisava de mais. Aumentei para o nível mais alto, as vibrações intensas disparando direto pelo núcleo como fogo elétrico. Os quadris se debateram involuntário, esfregando o brinquedo mais forte nas dobras latejando. Deus, sentia tão fodidamente sujo — a buceta se contraindo gulosa em volta de nada, doendo para ser preenchida enquanto o clitóris pulsava sob o ataque implacável.Eu estava de costas na cama bagunçada, pernas abertas largas como uma puta desesperada, uma mão empurrando o vibrador fundo entre os lábios da buceta escorregadia enquanto a outra beliscava e torcia os mamilos duros como pedra. Sucos vazavam pela fenda da bunda, encharcando os lençóis debaixo de mim. Cada nervo no corpo gritava por alívio. Imaginei que era o pau grosso do meu meio-irmão em vez disso, me esticando aberta
Semanas tinham passado desde que Papai estalou pela primeira vez.O que começou como foda raivosa e cheia de culpa no estúdio do porão tinha se transformado devagar em algo mais profundo, mais escuro e muito mais viciante. Ele ainda se recusava a foder a minha buceta, sempre escolhendo a garganta ou o cu em vez disso, me lembrando a cada estocada que “essa buceta ainda pertence à sua mãe.”Mas eu podia senti-lo enfraquecendo.Toda noite ele me usava mais forte. Toda sessão ele me degradava mais sujo. E toda vez que enchia o cu ou a garganta com o gozo, eu podia ver o conflito nos olhos — a fome lentamente superando o senso restante de moralidade.Até hoje à noite.Eu estava deitada na cama quando ele veio me buscar. Sem palavras. Ele simplesmente me agarrou pelo cabelo e me arrastou pelo corredor até o quarto principal — a cama matrimonial dele e da Mamãe.— De costas — ordenou, a voz grossa de tesão e algo mais escuro. — Pernas abertas.O coração martelava enquanto eu obedecia, deita







