INICIAR SESIÓN“Eu só queria ser livre para sentir a adrenalina viver dentro de mim, mesmo que o perigo e as escolhas erradas me perseguissem sempre. Desejei o novo e o novo sempre me trouxe perigo, mas eu jamais esperaria que ele me traria o amor, e que ele fosse o maior perigo que eu iria correr e que também seria a minha salvação.” Existe liberdade na prisão do amor? Marylin Darlinghton teve seu primeiro amor, mas foi um amor que ela jamais deveria ter sentido. Um amor errado, um amor repleto de dor, mas talvez tenha sido graças a ele que ela encontrou a verdadeira liberdade e o verdadeiro amor. “Eu perdi o que era mais precioso para mim, e ao perdê-la eu perdi tudo, inclusive a mim mesmo. Eu me perdi no amor que sentia pela minha pequena princesa, e pela culpa. Eu estou perdido na minha dor, na minha culpa e na ilusão da liberdade.” Há como encontrar perdão em memórias fragmentadas? Um homem perdido em uma ilha, perdido na perda e nas memórias que o atormentam. Preso à ilha, às suas memórias e à culpa, até que encontra alguém tão perdido e machucado quanto ele. Duas pessoas presas em uma ilha, ela à procura de sua liberdade e de um recomeço. Ele, preso em suas memórias e em sua culpa à procura da morte. Duas almas perdidas e presas em seus próprios tormentos e ilusões. Será que serão capazes de se encontrarem, se reconstruírem e se libertarem?
Ver másPV Marylin Darlinghton5 anos depois...Sentei-me ao lado do René no jardim enquanto observávamos Daphne junto com o avô cavalgando, conseguia ver o rosto orgulhoso do meu pai ao ver o talento que Daphne tinha com os cavalos assim como eu. — Ela é a sua cópia — disse René, abraçando-me. — Eu sei — disse, sorrindo sem conter o orgulho em minha voz. Acariciei minha barriga onde tinha mais um bebê a caminho, um menino dessa vez. — Esse também vai ser minha cópia — falei, fazendo René rir. — E você acha que eu não sei disso? Estou preocupado em ter que lidar com três pares de joelhos ralados em vez de só dois — disse, beijando meu pescoço e tocando minha barriga onde nosso pequeno Saymon chutava com força. — Muito preocupado — falou René. Ri. Estávamos casados havia 5 anos, casamo-nos alguns meses após o nascimento de Daphne enquanto ainda estávamos em Atenas. Eu não demorei a compreender que meu destino sempre esteve à minha frente e que René era o homem que me daria o verdadeiro am
PV René Carvalier4 meses depois…Olhei para Francine à minha frente, estávamos apenas nós dois no meu escritório, hoje era o dia em que deixaria tudo para trás finalmente, Mary estava me esperando em casa com as malas prontas para partimos para a Grécia, onde Ulisses, Aquiles e Ágata nos esperavam com tudo pronto para termos a pequena Daphne, esse era o nome da nossa pequena. Daphne, obviamente fui eu que escolhi, porque eu sabia que ela seria ruiva como a mãe e que provavelmente teria os olhos dela também, eu sentia que terei duas cabelos de fogo para fazerem meus dias intensos e felizes, Mary estava entusiasmada com o divórcio, e saber que William partiu para longe, fez algo se libertar de dentro da minha Sereia, e ela voltou a ser como Raymond gostava de dizer, um cavalo selvagem. Desviei meu olhar do porta-retrato de Mary que tinha em cima da mesa, e toquei meu colarinho, perto de onde a escuta dos federais estava presa, nunca imaginei que chegaria a essa situação, mas quando a i
PV Marylin Darlinghton A porta foi trancada, e todos nos encaravam. — René precisa nos explicar o que está acontecendo, como você pode estar aqui? — falou o pai dele. — E por que apareceu dessa forma, porque não em uma reunião de família de forma íntima? E quem é ela? — falou o pai dele, trazendo seu olhar avaliativo em minha direção, ele desceu até minha barriga. — Ela está grávida? Ela sabe dos seus problemas? — perguntou, senti a mão do René apertar a minha, e toquei seu braço trazendo seu olhar para mim. Sorri levemente. Precisávamos fazer isso, tínhamos escolhido essa forma de aparecer por um motivo muito importante. Desviei meu olhar para a mulher morena, com um corpo definido, seus seios pulavam do tecido de couro justo demais para ela. — Eu não consegui pensar em uma forma melhor do que uma aparição pública para informar que eu estou vivo, vai ser bom para os negócios, sei que muitos clientes fechavam contratos apenas comigo, bom agora eles têm um motivo para voltar par
PV René Carvalier2 meses depois...Olhei para o longo vestido preto de Mary, analisando-o de cima a baixo. Havia duas aberturas, cada uma em um lado da perna, seguido de um decote que ia até um pouco abaixo dos seus seios, um decote em V que deixava seus seios agora maiores ainda mais atraentes, seu cabelo longo e vermelho estava todo para frente em seu ombro esquerdo, deixando-a ainda mais sensual, seu vestido era justo o suficiente para sua barriga de 4 meses ser notada, nosso pequeno bebê crescia mais a cada dia e Mary ficava ainda mais encantadora, como a sereia que ela era. Ela parecia pronta para o que estávamos prestes a fazer, mais pronta do que eu inclusive, seu rosto sério e determinado me mostrava isso. Ajudei-a a descer da limusine e nós dois paramos para encarar o tapete vermelho estendido pela escada da entrada da enorme mansão dos Carvalier, onde a festa de gala, tradição da minha família e da de Othon onde uniam todos os advogados de alto nível, promotores e juízes, a


















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