Além de submissa
Assim, decidiu que seu papel seria outro: ele não iria amar, mas dar prazer, guiar as mulheres por caminhos que elas sequer sabiam existir.
E ele era bom nisso. Muito bom.
No clube, Adrian tinha a habilidade de fazer as mulheres se sentirem seguras e, ao mesmo tempo, completamente entregues a ele. Ele sabia como usar a voz, o toque, o olhar. Cada gesto era pensado para provocar, para despertar os sentidos. Ele adorava ver a transformação em cada uma delas, quando o nervosismo inicial dava lugar à entrega completa. Sentia uma satisfação imensa ao ver como elas floresciam sob seu comando, descobrindo partes de si mesmas que nunca imaginaram explorar.