INICIAR SESIÓNFelipe
Após sair da sala de reuniões, Gustavo nos convidou para permanecer esse tempo em sua casa, mas nem Caio nem eu aceitamos.Se fossem apenas alguns dias, tudo bem, mas não gostaria de ter que me hospedar por meses na casa de alguém, mesmo que seja meu sócio e que nossos pais se conheçam desde sempre.Agradecemos o convite, nos despedimos e descemos para o estacionamento .Entramos no carro em direção ao hotel, e no caminho Caio perguntou:— O que você tem cara? Parece estar meio distante… Aconteceu alguma coisa?— Não. Só não esperava ter que ficar aqui tanto tempo. — Reclamei por estar insatisfeito.— Eu também não, mas já que não tem outro jeito… Vamos tomar alguma coisa à noite para ver se você se anima um pouco.Na verdade ele tem razão, não vai adiantar ficar mal humorado porque não resolverá nada, então decidi aceitar.— Ok! Vamos…Chegamos no hotel e seguimos cada um para seu quarto.Entrei e ainda bem contrariado, decidi que o melhor era dormir um pouco.…Acordei pouco mais das 15:00 horas, sem fome e o humor não tinha melhorado nada.Não almocei e coloquei um filme para tentar assistir.Passei o resto da tarde assim e perto das 21:00 horas, comecei a me arrumar...Tomei banho e vesti uma calça jeans clara desfiada no joelho, uma camiseta branca e um tênis também branco com detalhes verdes, coloquei um boné e enviei uma mensagem para Caio avisando que estava descendo para o estacionamento e logo ele me encontrou.Fomos para uma boate e ao chegar pegamos dois uísques e fomos para o camarote.De longe vi uma loira dançando na pista e ela se parecia muito com aquela do elevador. Estava acompanhada de uma outra, de cabelos escuros e juntas, dançavam atraindo vários olhares para elas.— O que está olhando? — Caio perguntou ao me ver concentrado.— Elas! — Sinalizei com a cabeça e dei um gole na bebida.— Você nem disfarça, né? Pelo visto a mulher do elevador te deixou mesmo alucinado, porque essa daí é a cara dela! — Comentou indignado e o pior é que eu nem posso negar… elas se parecem mesmo.— Para de pegar no meu pé e me ajuda a observar se elas estão acompanhadas. — Pronunciei e ele apenas balançou a cabeça, como se não tivesse gostado da ideia.Passaram-se alguns minutos e como ninguém se aproximou das duas, pegamos outra bebida e fomos até lá.Nos aproximamos e perguntamos se podíamos dançar com elas e como as duas toparam, permanecemos ali por um tempo até que elas disseram que iam ao banheiro.Aproveitamos para descansar um pouco e nesse tempo, pude raciocinar melhor e Caio tem razão. Não posso ficar pensando em uma mulher que só vi uma vez na vida por apenas alguns segundos! Agora ela deve estar com o namorado e eu aqui me iludindo. Vou aproveitar o momento e curtir com essa gata que está me dando mole.As duas retornaram, então Hanna e eu fomos pegar mais algumas bebidas e quando voltamos Caio estava aos beijos com Pâmela.— É, pelo visto ele já se entenderam… — Comuniquei olhando em direção aos dois e ela seguiu meu olhar.— Parece que sim! Agora só falta nós… — Proferiu aproximando-se de minha boca e eu a beijei.Saímos dali os quatro juntos e fomos para o hotel. Caio foi para seu quarto com Pâmela e eu para o meu com Hanna.Já havíamos bebido bastante, mas ao entrar, perguntei se ela queria beber mais alguma coisa, mas não obtive resposta. Sua única reação foi segurar em meu pescoço e me beijar novamente e sem pensar duas vezes, correspondi.Apesar de ter decidido não pensar mais naquela loira, foi impossível.Fizemos um sexo quente, embora eu tenha que confessar que não fiquei muito satisfeito. A culpa não foi dela! Ela fez tudo que eu pedi… eu que tentei compará-la com alguém que não sei nem se um dia irei conhecer.Nós acabamos dormindo juntos e ao amanhecer tomei banho e a levei para casa.Voltei ao hotel, tomei meu café da manhã, me arrumei e fui chamar Caio para ir trabalhar.Bati na porta e quando ele abriu tentei entrar mas ele me barrou. Ergui a cabeça e olhei por cima dele, vi algumas roupas jogadas no chão e então soube que ele ainda estava com Pâmela.— Cara, o que você tá fazendo? Nós temos que trabalhar. — Falei ainda sem acreditar e ele me mandou calar a boca.— Vai para empresa de táxi e deixa o carro que eu vou levar a Pâmela para casa. Onde está a Hanna? — Perguntou olhando no corredor.— Na casa dela já faz tempo! — Minha resposta o deixou confuso.— Como assim vocês não ficaram?— Ficamos, mas eu não estou à procura de nada sério. Já dispensei e você deveria fazer o mesmo. — Aconselhei e ele riu debochando.— Eu não estou à espera de nenhum amor platônico não… Agora dá licença que eu ainda tenho algumas coisas para fazer antes de trabalhar. — O filho da püta além de zombar da minha cara, ainda me expulsou.— Depois não fala que eu não avisei… — Foi minha vez de ironizar e em seguida saí dali.Segui para a empresa de táxi e Rebeca, a secretária de Gustavo, já havia separado uma sala para mim e uma para Caio. Ela também me avisou que já está tudo pronto para receber nossas secretárias . Agradeci, entrei em minha sala e liguei para o meu pai.Após explicar tudo a ele, abri meu computador e comecei a trabalhar....Tive um dia tranquilo, a única surpresa foi que Caio já trocou o telefone com Pâmela. Definitivamente ele está ficando louco! Se bem que eu não posso falar muito, afinal não tiro uma desconhecida da cabeça.Cheguei em meu quarto, me servi uma dose e sentei na sacada para respirar um pouco. Eu me recuso a acreditar que tenho que ficar tanto tempo aqui e por mais que eu tente, não consigo parar de pensar nela.Alguns minutos depois fui tomar banho e pedi meu jantar no quarto. Estou muito cansado e pretendo dormir cedo hoje.Após jantar deitei e fui mexer um pouco no celular...Felipe Ah, pørra! A língua de Allana subindo e descendo em meu pau, enquanto ela me olhava daquele jeito provocante, estava acabando comigo.Ela segurou minha base e começou a bater uma pra mim, em seguida abriu a boca e chupou com vontade. Sua cabeça se movia em um vai-e-vem muito excitante e seus lábios tinham a pressão perfeita. Os gemidos abafados dela estavam destruindo meu autocontrole.Ah, caralhø! Que bøquete gostoso da pørra!Apesar de gostar de ter o controle, eu a deixei no comando. Adoro o jeito como ela me chupa.Ela descia apertando os lábios e subia sugando com gosto. Seu olhar não desviou do meu nem por um instante, e eu podia ver seus olhos lacrimejando quando ela engasgava.Pode ser um fetiche louco, mas eu adoro isso.Tentei me segurar o máximo que pude, mas o máximo não foi muito tempo, porque ela desceu um pouco mais, aprofundando o movimento e fazendo com que as paredes de sua garganta esmagassem meu pau por completo. Perdi toda minha pose de durão.Senti meu co
AllanaNão que eu seja uma expert em bebês, muito menos uma tia-madrinha babona — que só está dizendo isso porque desde que soube da gravidez de Kate, é completamente apaixonada pelo sobrinho-afilhado — mas posso afirmar que Axel é o bebê mais lindo que já vi em toda minha vida! Suas mãozinhas, agora tão enrugadas e cheias de pele, indicam que ele logo estará bem gordinho, segundo o que nos disse a enfermeira. Isso me levou a me questionar se é possível que ele fique ainda mais fofo.Chorando e com os olhinhos ainda fechados desde o nascimento — sem nos dar a chance de saber se eles são azuis como os de Gus e os meus, ou escuros como os de Kate e Felipe — ele se agarrou em meu dedo quando eu o segurei pela primeira vez. E como se encontrasse a segurança que buscara, aos poucos foi se acalmando até adormecer em meus braços.— Ele gosta de você, amor. — Felipe disse.— Parece que sim.Continuei embalando Axel, e em instantes os olhos de Felipe encontraram os meus, enquanto um sorriso
FelipeAllana ficou surpresa com meu comentário, talvez até mesmo um pouco assustada, eu diria. Confesso que sorri ao ver a expressão em seu rosto. Ela ficou em silêncio por um momento e seus olhos se arregalaram. Eu sabia que a minha fala tinha sido inesperada, mas não pude deixar de imaginar como seria quando tivéssemos nosso próprio filho.Eu a envolvi mais apertado em meus braços, tentando transmitir a ela todo o amor, carinho e compreensão que eu sentia. Era evidente que ela estava tentando processar o que eu tinha dito, e apesar de estar ansioso para ouvir sua resposta, eu já sabia como esse assunto a deixava desconfortável.— Tudo bem, meu amor? — Eu perguntei, quebrando o silêncio.Ela piscou algumas vezes, como se estivesse voltando à realidade, e então me olhou com um sorriso tímido.— Eu... eu estou bem, Felipe. Só... surpresa, eu acho. — Ela disse com a voz suave e um pouco incerta. Eu sabia que tinha pego-a de surpresa, mas fiquei feliz por ela não ter reagido tão negati
Allana Eu estava tomada por uma emoção tão intensa que mal conseguia conter as lágrimas. Abraçando meu irmão e Kate, agradeci profundamente pela confiança que eles depositaram em nós. Felipe, meu parceiro nessa nova aventura, fez o mesmo. Ainda parecia surreal, eu seria tia e madrinha de um menino! Sabia que seria uma tarefa árdua, mas estava pronta para amá-lo, mimá-lo e dar o melhor de mim. Estava determinada a estar presente e contribuir de alguma forma em cada etapa da vida desse pequeno anjo que estava por vir.Felipe e eu começamos a planejar como seria a vida com o novo membro da família. Conversamos sobre como poderíamos ajudar meu irmão e Kate na criação do bebê, e como poderíamos contribuir para que ele crescesse em um ambiente cheio de amor e alegria. Decidimos que, além de mimá-lo com presentes, também queríamos ensiná-lo sobre a importância dos valores familiares e da bondade.Papai e Humberto, os futuros avôs, começaram a festejar
FelipeQuando chegamos no edifício, nos despedimos de Gustavo e Kate no elevador e subimos para o sétimo andar. Assim que a porta do apartamento se fechou atrás de nós, um silêncio pesado se instalou. Allana estava visivelmente abalada, suas pálpebras estavam inchadas e seus olhos e nariz vermelhos. Ela se sentou no sofá e eu me juntei a ela, segurando sua mão em um gesto de conforto.— Amor, você precisa me contar o que aconteceu. — Eu disse com a voz suave e ela assentiu, respirou fundo e começou a falar.Contou sobre como acabou na casa de Igor, sobre a confusão e o medo que sentiu. Cada palavra que saia de sua boca me atingia como um soco no estômago. Era como se eu estivesse sentindo tudo que ela sentiu naqueles incontáveis minutos.Depois de tudo esclarecido, nós nos levantamos, fomos tomar banho e depois para o quarto. Allana se aconchegou do meu lado na cama e eu a abracei, tentando oferecer uma dose de conforto e segurança para que ela pudesse descansar.Por mais que eu tenta
AllanaDepois de toda aquela tragédia, uns lutando contra os outros, finalmente conseguimos trabalhar em equipe. Não era hora de apontar culpados. Silvia estava entre a vida e a morte e nós precisávamos ser sensatos e rápidos.Descemos agilmente para o carro, Gus carregando Silvia nos braços e Igor estancando o sangue dela. Igor sentou-se no banco de trás e meu irmão colocou Silvia deitada, com a cabeça apoiada na perna do filho. Gus foi para o banco do motorista e sem mais delongas, arrancou com o carro, infligindo todas as leis de trânsito.Felipe e eu fomos no carro de Igor que estava nos fundos da residência. Ele ainda estava atordoado pelo golpe que levou, mas não quis me deixar dirigir.— Felipe, você não está em condições de dirigir. Me deixe levar o carro. — Pedi novamente.A tensão era notável em minha voz. Eu sabia que ele também tinha sido ferido durante a luta com Igor e estava preocupada com seu estado de saúde, mas ele se manteve firme, e apesar de suas palavras estarem







