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CAP. 89 - Ressignificando.

last update Fecha de publicación: 2026-08-22 01:02:21
POV CHARLOTTE

O Arthur se ajeitou no chão comigo no colo e olhou ao redor, abrindo um sorriso largo no meio do breu.

— E quer saber? Essa cabana rústica é sensacional! Esses borrachudos rondando a minha canela são uma maravilha da biodiversidade. Como biólogo, eu vou adorar analisar cada picada amanhã cedo.

Pisquei devagar.

— Você está feliz por servir de banquete para insetos?

— Feliz não. Cientificamente fascinado.

— E o colchão duro?

— O colchão firme faz correção postural na coluna vertebral
Nanda Érica

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  • Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário   CAP. 113 - UM CASAL APAIXONADO.

    POV/ ARTHURDesci o corpo dela no meu pau com calma, sem pressa, preenchendo até o fundo. A buceta apertada foi engolindo a cabeça devagar, a carne quente se abrindo em volta de mim milímetro por milímetro, molhada o bastante para deslizar e ainda assim justa o bastante para me arrancar o ar. O piercing sumiu lá dentro logo depois, raspando naquele calor úmido, e o resto do meu pau entrou atrás, grosso, latejando, sentindo as paredes dela pularem em volta de mim como se quisessem me segurar inteiro. Os dois gememos no mesmo fôlego. A testa dela caiu na minha, a boca aberta, um fio de ar quente batendo nos meus lábios. Sentei ela até o fim e fiquei parado, enterrado, sentindo aquele aperto gostoso demais, o meu pau viciado nela, latejando fundo, a carne quente da bunda pesando no meu colo, a pele molhada grudando na minha.— Ai, Arthur...— Isso. Respira. Tô inteiro dentro.Ela respirou contra a minha boca, os peitos esmagados no meu peito, a pele quente, o coração dela batendo rápido d

  • Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário   CAP. 112- Não olha para o mar. Olha para mim.

    POV/ ARTHURFechei os olhos, apertando a bunda dela debaixo d'água com força, lutando contra o meu próprio instinto.— Não, Charlotte. Aqui não.Ela fez um biquinho confuso.— Mas por quê? A gente já tá aqui...Passei a mão no rosto molhado dela, tirando uma mecha azul grudada na bochecha.— Porque filme mente, guria. A água do mar tira toda a sua lubrificação natural. O sal aumenta o atrito, resseca, e se a gente fizer isso aqui, com a força que eu tô querendo colocar em você agora, eu vou te machucar. Vai rasgar a sua pele, causar microlesões, e amanhã você não vai conseguir nem andar de dor. Eu sou biólogo, lembra? Eu conheço o estrago. E a última coisa que eu quero no mundo é machucar você.A Charlotte piscou devagar, absorvendo a explicação. O biquinho sumiu, dando lugar àquele olhar de quem se sentia a mulher mais protegida do universo. Ela encostou os lábios no meu queixo, deixando um beijo molhado ali.— Você cuida de mim até quando tá louco de tesão.— Eu sempre vou cuidar de

  • Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário   CAP. 111 — Eu sempre vou cuidar de você

    POV/ ARTHUR— Depois eu tomo o remédio. Ou a gente banha logo, né? — Ela piscou para a própria coxa, depois para mim, sem um pingo de malícia, só aquela preocupação prática de quem ainda achava que o mundo se resolvia com um pano e um ânimo bom.Beijei a boca dela para não rir, para não falar merda, para não deixar escapar o quanto aquele comentário me acertou no peito. Puxei a canga melhor por cima das costas nuas, porque mesmo depois, mesmo com ela cheia de mim, eu não queria vento, nem sol, nem o mundo visse aquela pele.— Depois a gente banha, guria.Ela riu pequeno, rouca, sem levantar a cabeça.— Agora acabou?Passei a mão no cabelo molhado, beijei a testa, e olhei uma última vez a enseada vazia.— Por enquanto. Sem árvore.— A árvore é ruim.— A árvore é ruim. — Apertei o braço em volta da cintura dela, sentindo o próprio pau molecer devagar, o tesão virando aquela coisa pesada e satisfeita no peito. — Só eu, você e essa canga.A Charlotte se acomodou melhor contra o meu peito,

  • Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário   CAP. 110 — Eu vou te perseguir para sempre. Prometo.

    POV ARTHUR Charlotte arqueou, as pernas tremendo nos meus ombros, um gemido alto demais para uma praia, e o aperto dela me arrastou junto. O pau pulsou fundo, grosso, sem me dar escolha, e eu não aguentei. Gemi contra a coxa dela e gozei dentro daquela bucetinha apertada, jato quente, um atrás do outro, enchendo ela enquanto o corpo ainda se contraía em volta de mim. Beijei a boca da Charlotte no meio do tremor, um beijo fundo, bagunçado, com gosto de sal e de gemido, o piercing latejando lá dentro a cada pulso. Fiquei enterrado, ofegante, a testa colada na pele quente dela, o coração tentando arrebentar o peito, deixando tudo onde eu queria que ficasse. Saí com cuidado porque ela estava sensível, e o metal ainda fez ela soltar um último aizinho. Deitei ao lado, puxei o corpo mole para cima do meu peito e ajeitei a canga por cima das costas nuas. O coração dela batia rápido contra o meu. O meu pau continuava duro, molhado dela, latejando na barriga, e eu passei a mão nas costas d

  • Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário   CAP. 109 - — Minha mulher. Minha. Minha Pocahontas. Deliciosa

    POV ARTHURPuxei a calcinha molhada para o lado e o ar travou no peito. Mesmo com o sol da manhã cortando a palha dos coqueiros, a intimidade dela continuava sendo a coisa mais linda que eu já tinha visto na vida: delicada, pequenininha, aqueles lábios rosados num tom roxinho de pele molhada, fechados num risquinho perfeito, brilhando de mar e de tesão. Um encaixe feito sob medida para o meu pau. Passei a cabeça ali, abrindo ela só o bastante para sentir o calor, e o corpo da Charlotte tremeu inteiro contra o tronco, um gemido baixo escapando da boca como se ela não esperasse que o contato fosse tão bom.— Arthur...Desamarrei o laço do sutiã nas costas e o cortininha caiu. Os peitos pesados livraram na mesma hora, fartos, os bicos escuros já apertados de frio e de vontade, e eu abracei ela por trás só para pegar os dois na mão, esmagando a carne quente contra as palmas.— Ninguém vai ver isso. Só eu.Enfiei devagar, porque ela era apertada demais até quando já estava pronta. A buceta

  • Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário   CAP. 108 - Primeira parte da recompensa

    POV ARTHURA água ainda escorria pelos nossos corpos quando saí da espuma com a Charlotte no ombro. Areia grudava na pele molhada dela a cada passo. O biquíni minúsculo, encharcado, tinha colado de um jeito indecente naquela bunda grande e redonda, e eu precisava de toda a educação que me restava para não morder aquilo ali mesmo.A enseada continuava vazia. A lancha balançava longe, ancorada na água verde-clara. Atrás da faixa de areia, a mata começava em coqueiros altos, sombra densa, e um pedaço de grama rasteira nascendo entre o sal e a terra.Foi ali que eu parei.Desci o corpo dela devagar. Os pés descalços tocaram o chão. Os braços dela ainda estavam no meu pescoço quando os olhos azul-acinzentados subiram para os meus, úmidos de risa, de mar, de tudo.— Chegou a hora da recompensa, guria.Ela piscou.— Agora?— Agora.Charlotte olhou em volta, como se o Tarzan e a Pocahontas ainda pudessem estar brincando em algum lugar da praia. Depois olhou para mim de novo. Para o peito nu.

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