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last update Data de publicação: 2021-09-19 06:36:23

[ Duas horas depois de descobrir o problema ... ]

- Então está dizendo quê o deixaram na sua porta dentro deste carrinho? - Apontei para o carrinho de bebê atrás do sofá.

- Exatamente.

- Já checou as câmeras de segurança? Como podem ter entrado e ninguém viu?

- Há uma passagem para famosos na parte de trás, com um elevador e sem câmeras. - Ele responde esfregando as têmporas.

Ele olha para o menino brincando em meu colo e balança a cabeça em sinal de negação.

- Era alguém que te conhecia, e também acho que você pode ter algo haver com esse pequeno. - Digo entregando o coelhinho de pelúcia que o garoto joga pra todo lado.

- Não, eu não posso.

- Pensa um pouco, ele deve ter mais ou menos um ano e meio, com quem você andava nessa época? - Questionei, mas só serviu para fundir ainda mais sua inquietude.

- Não importa se ele tem ou não algo haver comigo, não posso e não quero ser pai dele! - Gritou.

Entendia sua frustração, mas ele não poderia simplesmente gritar e esquecer que a criança não tinha a culpa por nada.

- Vai se acalmar agora, ou saia. - Disse enquanto distraia o pequeno para que não voltasse a chorar. - Dê uma volta e quando estiver mais calmo volte para resolver isso.

- Eu ...

- Apenas vá. Não vê que está assustando o garoto. - Digo já de pé, balançando-o de um lado a outro.

- Eu ... eu vou. - Ele olhou-me mais uma vez e saiu batendo a porta do apartamento.

Depois de um segundo foi quê parei para pensar, ele havia me trancado e sabe-se lá quando voltaria.

Ótimo, não havia almoçado e também precisava jantar. Olhei para o garotinho e rezei pra que tivesse algo comestível e apropriado naquele lugar.

Revirando os armários descobri que ao contrário do quê sempre pensei, meu chefe possuía uma dispensa repleta de nada e uma geladeira com nada mais que água.

- Isso só pode ser brincadeira? - Sorria de nervoso.

Quebrei a cabeça imaginando como faria, eu até poderia passar a noite sem comer, de uma forma ou outra tinha fartado o estômago de porcarias quando fui de compras mais cedo. Agora tinha uma criança, que eu não fazia ideia de quanto tempo estava sem comer e muito menos sabia o quê dar pra ele.

- Certo bebê, estamos em uma situação complicada.

Tirei o celular do bolso, e pesquisei até encontrar o telefone da recepção do condomínio.

Tive então de passar com o vigilante, depois para a gerência e por fim, falei com a administração. Tudo para conseguir que abrissem a porta do apartamento.

- Obrigada. - Agradeci ao guarda que veio nos socorrer. - Tem algum telefone de restaurante aí? - Perguntei por se acaso.

Não era muito boa na cozinha e de qualquer forma eu não poderia sair para ir buscar e cozinhar no apartamento.

- Acho que tenho um cartão de visita aqui. - O guarda procurava pelos bolsos da calça. - Ah, aqui. -Me entregou, logo depois se retirando.

Olhei para os telefones no papel e liguei em seguida, agradecida por eles entregarem e depois pela recepção ter trago a porta tão rápido.

Paguei com o cartão corporativo, havia trago minha carteira, mas já me tinha feito a ideia de quê o CEO precisava ir sabendo que uma criança trás gastos e o dever de um pai descente, pelo menos, é sustentá-lo.

Depois de jantarmos um delicioso risoto de legumes, perguntei ao pequeno se ele queria mais, já quê havia comido com gosto.

- Que mais mamãe! - Disse alegremente.

Depois de eu quase cair da cadeira, me perguntei se estava louca ou tinha escutado aquilo mesmo.

Na pior da hipóteses, eu não queria saber.

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Comentários (2)
goodnovel comment avatar
Mary Nogueira
To amando , história doidinha.
goodnovel comment avatar
Josete Ponce
Acho que qualquer uma ficaria louca nessa situação
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Último capítulo

  • Meu CEO Insuportável   I'm sorry

    Espero que me desculpem por alguns erros gráficos foragidos da edição, masprincipalmente pelo término da história. Há muitas mais coisas quê eu gostaria de ter acrescentado e outros capítulos que estavam em minha imaginação, mas meu tempo está cada vez mais ocupado e me angústia saber quê vocês estão esperando ansiosos. Decidi encerrar a história por aqui,mas com certeza servirá de aperfeiçoamento para as próximas. É isso gente, eu não queria terminar mesmo a história assim. Mas não vejo outra escolha, não quero ver todos ansiosos por algo quê sabe-se lá quanto poderei voltar a escrever.

  • Meu CEO Insuportável    + . • . Fim . • . +

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  • Meu CEO Insuportável    + . • . Casamento . • . +

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  • Meu CEO Insuportável   + . • . Última chamada . • . +

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