ANMELDENApós o jantar, Chris chamou Philip e saiu para tomar um drinks. Assustada, Lindsay olhou para ele preocupada.
- Você não pode beber. - Não se preocupe comigo, vou resolver um assunto com Philip! Ele garantiu satisfeito em ver que ela se preocupava com ele. Deu um beijo em sua testa antes de sair. - Pode ir descansar, não precisa me esperar. Descansar foi tudo que Lindsay não conseguiu fazer. Passou a noite andando pela casa e não dormiu um minuto a noite toda. Pouco depois de sair de casa, Chris confrontava Philip. - Me fale sobre minha noiva! O susto de Philip foi grande, ele nunca soube que Chris tinha uma noiva. - Não sei nada sobre isso. - Você diz que trabalha para mim a quatro anos, e não sabe nada da minha noiva? - O Sr nunca falou nada sobre isso. Na verdade, não sabemos nada de sua vida pessoal. - Como assim? - Sr Norton, o senhor nunca foi de falar muito. Seu interesse parecia exclusivamente o trabalho. - E os meus pais? - Também nunca foram citados. A dor de cabeça de Chris começou a se manifestar. Praticamente tudo que ele saiba de de mesmo, era o que Philip contou a ele. - Quero uma investigação em Toronto. Descubra o que aconteceu por lá. - O que devo procurar? - O que aconteceu com minha noiva, como vivia, os meus pais e porque não atendem a Lindsay. - Sr Norton, talvez não seja uma boa ideia. O médico disse que as lembranças devem vir naturalmente. - Dane-se os médicos! Algo grave aconteceu comigo e Lindsay. Terminei o noivado às vésperas do casamento. Ela está furiosa comigo e não sei porque. - Talvez, não valha a pena saber. - Ela é a mulher da minha vida! Preciso saber a verdade para tentar consertar isso. Philip estava boquiaberto de surpresa. Chris era frio, totalmente desprovido de emoção. Uma mente brilhante, um olho afiado para descobrir talentos e determinado com nenhum empresário. Não tinha medo de investir em pesquisas, gastava uma fortuna para acelerar qualquer trabalho que estivesse em suas mãos. Nunca aceitava nada menos que a perfeição. Mas paixão? O rapaz tinha vinte e seis anos e nunca foi visto com uma mulher. Diziam que a miss universo poderia desfilar nua na frente dele, ele não daria um olhar para ela. - Vou verificar! Pela terceira vez em vinte e quatro horas, Chris teve outra crise de dor de cabeça. Dessa vez chegou a desmaiar de tão forte e Philip o levou diretamente ao hospital. Depois de medicado, ele permaneceu em observação, seu cérebro foi monitorado por quase toda noite e só saiu com o dia amanhecendo. Quando chegou em casa, Lindsay estava de saída e ele começou a ficar agitado. - Bom dia, querida! Onde vai tão cedo? - Tenho que ir trabalhar! Curiosa, ela olhou para Philip e embora não perguntasse, a curiosidade estava escrita em seu rosto. - Esse é meu assistente, Philip, minha noiva Lindsay. - Prazer Sra. Olhando para a mulher a sua frente, Philip entendeu os sentimentos do patrão e o motivo de não mencionar a noiva. Ela era de parar o trânsito. - Olá Philip. Bom te conhecer, cuida dessa criança crescida. Antes de abrir a boca, Chris ordenou a ele. - Leve ela ao trabalho. Deixe o carro com ela até providenciar um para ela. - O seu carro Sr? Philip outra vez se assustou. Ele iria deixar o carro de um milhão e meio de dólares na mão da noiva? - Claro! Achou que seria o seu? - Não é uma má ideia. Ele já estava sonhando em dirigir o Land Rover, por uns dias. - Vai sonhando! Minha mulher tem que andar em um carro que lhe dê total segurança. - Não quero seu carro, Chris. Posso pegar um carro de aluguel. - De jeito nenhum. Não quero você correndo risco desnecessário. Tanto Philip como Lindsay ficaram pasmos com suas palavras. Ela estava fazendo um esforço enorme para não se irritar. - Não sou tão delicada assim. Que riscos posso correr? - Querida, por favor.. - Não me chame assim! Dá a impressão de uma intimidade que não temos! Philip baixou a cabeça sem graça, mas Chris parecia não se importar. - Já admiti meu erro, o que preciso fazer para me redimir? - Só melhora logo para a gente terminar com isso. Pegando a bolsa, ela saiu e Philip seguiu atrás. - Tenha um bom dia, Sr Norton. Se precisar me liga. Chris não respondeu, ficou olhando Philip abrir a porta do carro para Lindsay com o olhar escurecido. Mesmo sendo seu assistente de confiança, estava com ciúmes de ver ele levando ela ao trabalho. Melhor que ele mesmo o fizesse. Logo que o carro saiu do condomínio, Lindsay pediu ao jovem assistente. - Pode me deixar aqui. - Porque? O que eu fiz? Aquela era a mulher do chefe, com o comportamento meloso nunca visto antes, ele sabia que ela tinha um lugar em sua vida. Se ela reclamasse, por menor que fosse a queixa, ele com certeza estaria demitido. - Nada! Você deve ter outras coisas por fazer, não tem que se preocupar comigo. O alívio foi instantâneo. Philip que havia prendido respiração, soltou um longo suspiro. - Não é incomodo. Cuidar do bem estar da noiva do chefe, é também meu trabalho. - Na verdade não estamos mais noivos. - O Sr Norton não parece ciente disso. - Ele tem problema de memória, eu não. Foi ele quem terminou comigo. - Desculpa perguntar, mas porque terminaram? - Eu também queria saber, ele não disse nada na época e agora nem ele lembra. Philip conhecia muito bem a figura do chefe, então não se surpreendeu ao saber disso. Era bem o jeito dele agir, não gostava de dar explicações. Ao saber que Lindsay trabalhava na bioquímica Boolt, Philip ficou ainda mais surpreso. Assim que ela entrou no prédio, ele ligou para o chefe. - Sr Norton, o Sr sabe onde a Sra trabalha? - Te enviei para que me dissesse. - Ela é sua funcionária. - Está na Boolt? Quero saber tudo sobre isso. Pouco depois ele enviou um e-mail com as informações. Lindsay Hudson, entrou na Bioquímica Boolt por indicação de seu professor de faculdade. Ela foi indicada como aluno destaque da universidade vida plena de Toronto. estava na empresa a oito meses. Pegando o telefone, enviou uma mensagem para Philip: - Fique de olho nela! Quero saber tudo sobre seu desempenho. E apresse a investigação que te pedi.O próximo livro, em breve na plataforma. Por muitos anos, Nina fazia parte de uma família feliz. Éram quatro irmãos, Marcos o mais velho, Pietra a segunda, Túlio e ela . Éram bem de vida, não se sabia o quão bem, mas não lhes faltava nada. Agora estando ali, prestes a se casar com um homem que nunca viu. O motivo, nem Nina podia saber ao certo. Ela se tornou um ser insignificante aos olhos da minha família. Na fatura do cartão que ela usava, apareceu uma visita em uma clínica de aborto, e outras coisas que vou contar agora. - Você é uma decepção, Nina. Vive falando que vai cursar medicina, mas já abortou aos dezesseis anos. - Eu não fiz isso! Mas é claro que ninguém acreditou nela. Pela primeira vez, seus pais perderam a cabeça e seu pai lhe deu uma surra de cinto, que deixou suas costas marcadas por muito tempo. Seu pai, Eduardo prata tinha uma empresa no ramo da construção civil é, claro que seus irmãos estavam sendo preparados para trabalhar nessa área e assumir a empresa
Na chegada, já estava tudo pronto. Os médicos aguardando na entrada, logo colocaram Lindsay em uma maca e a levaram ao bloco cirúrgico. Theodora deu um tapinha no ombro de Christopher. - Não vai acompanhar sua esposa? - Vou sim! Christopher estava totalmente perdido e Theodora o empurrava em direção ao bloco cirúrgico. - Então vai logo. Se ficar pensando muito, quando entrar o bebê já nasceu e talvez já esteja até andando. Rapidamente Christopher foi preparado para entregar no bloco cirúrgico. Virou para Theodora e perguntou: - Eles vão ficar bem? - Claro que vão. No momento, eles precisam de você. Empurrou o rapaz para dentro do bloco e foi se sentar enquanto aguardava. Logo, sua mãe chegava com o resto da família. Christopher, ansioso entrou e segurou a mão de Lindsay. Ela suava de tanto e fazer esforço que ele sentiu o coração doer. Cerca de meia hora depois, Adrian nasceu. Seu choro arrancou um sorriso fraco da mãe. - Meu filho! Christopher queria ir atrás
Mas, Christian teve pai e mãe, enquanto Christopher teve um pai adotivo mais tarde. Ela sabia a falta que um pai fazia na vida de um filho. Por outro lado, era parte do filho que ela não pôde criar. - Lindsay, você se importa se Christopher deixar as coisas como estão? Ele poderia continuar sendo o pai de Eloah. - Claro que não. Eu já estava acostumada com ele ter uma filha. Eloah e a mãe nunca foram uma ameaça para mim. - Você é um anjo, Lindsay. Estava morrendo de dó, a menina tão nova e já é órfã de pai. - Não se preocupe, Anne. Ela vai ficar bem, a gente vai cuidar para que não lhe falte nada. Christopher desceu pouco depois e encontrou as duas conversando na sala. - O que as minhas rainhas estão discutindo? Perguntou se sentando ao lado da esposa. - É sobre a Eloah. Sua mãe quer pedir para você deixar a paternidade como está. - Eu não sei, com o gênio da Diana, isso pode ser um problema. - Conversa com ela filho. Eu não gostaria de ver minha neta desamparada.
Raul apareceu no velório no dia seguinte, sempre acompanhado da mulher. Como Christopher proibiu sua aproximação, ele deu um escândalo na entrada do cemitério. - E o enterro da minha mulher, vocês não podem fazer isso! - Sr, por favor não crie confusão. Nós estamos aqui para garantir que tudo será tranquilo, tomaremos todas as medidas para garantir a ordem e a paz da família. - Eu sou a única família dela, a Lindsay não passa de uma mulher perdida que envergonhou a família. Já tinha cortado laços com ela há muito tempo, ela não tem o direito de estar aqui! Sabendo que Raul estava causando tumulto na entrada, Christopher foi até lá. Ao ouvir as palavras dele, perdeu a paciência e partiu para cima. - Não vou permitir que desrespeite minha mulher dessa forma! disse depois de dar uma surra em Raul e deixá-lo no chão. - Uma decepção, que saiu por aí brincando e engravidou antes do casamento. - Não tem como comparar com um pai que tortura a esposa e enfia outra dentro de ca
Mas, Christian teve pai e mãe, enquanto Christopher teve um pai adotivo mais tarde. Ela sabia a falta que um pai fazia na vida de um filho. Por outro lado, era parte do filho que ela não pôde criar. - Lindsay, você se importa se Christopher deixar as coisas como estão? Ele poderia continuar sendo o pai de Eloah. - Claro que não. Eu já estava acostumada com ele ter uma filha. Eloah e a mãe nunca foram uma ameaça para mim. - Você é um anjo, Lindsay. Estava morrendo de pena, a menina ainda tão nova e já é órfã de pai. - Não se preocupe, Anne. Ela vai ficar bem, a gente vai cuidar para que não lhe falte nada. Christopher desceu pouco depois e encontrou as duas conversando na sala. - O que as minhas rainhas estão discutindo? Perguntou se sentando ao lado da esposa e passando um braço por seus ombros. - É sobre a Eloah. Sua mãe quer pedir para você deixar a paternidade como está. - Eu não sei, com o gênio da Diana, isso pode ser um problema. - Conversa com ela filho. Eu não gostar
Chegaram ao Canadá no dia seguinte, para não sobrecarregar Lindsay, Christopher enviou os corpos em outro avião. Achou que seria difícil para ela ir no mesmo aviso com os dois corpos, sem contar que isso seria lembrado todas as vezes que entrasse no jato deles. Preferiu gastar e alugar um táxi aerio para transportar eles. - O que faremos agora? Vamos para o local do velório? - Amor, você precisa descansar depois de dez horas de vôo. O vôo de translado chega em duas ou três horas. Vamos para um hotel! Luiza estava com eles durante todo tempo e propôs: - Acho que devemos ir para a casa do tio. Assim, damos a eles um pouco de apoio. - Não tenho certeza se ele poderá acomodar a todos nós. Também não quero incomodar nesse momento. Mas ao sair do aeroporto, David estava lá com Anne e Sofia. Os rostos abatidos dos três deixou Christopher arrasado. Seus pais haviam envelhecido de dor, mesmo preocupado com Lindsay, ele não teve coragem de se afastar. - Paí, mãe! Abraçou os dois com o c







