INICIAR SESIÓNNossa mudança se aproximava e nós estávamos muito empolgadas que finalmente sairíamos da cidade e arrumariamos emprego em uma cidade grande.
Durante a semana fomos arrumando nossas coisas, nossos pais iriam dividir as despesas dos primeiros 3 meses até que nós duas nos estabelizassemos na cidade e nos empregos, nossos quartos ficariam montados, levariamos somente nossos itens pessoais, até porque iríamos visitá-los de vez enquando. Já havíamos achado o apartamento para nós em Paine, uma cidade próxima a Lynnwood, e onde tinham muitas oportunidades para nossa carreira, já que era uma cidade grande e muitas multinacionais, portos e aeroporto, íamos nos mudar no sábado e resolvemos ir até o pub hoje quarta feira, nos arrumamos na minha casa, coloquei um vestido azul que realçava minhas curvas, uma sandália preta, cabelo solto e uma make leve já que hoje era meio da semana e o pub fica aberto até meia noite. Chegamos lá e encontramos nosso amigo Denis e seu acompanhante e Pierry com quem a Ca estava saindo desde a última festa, Tom estava trabalhando aquela noite mas quando me viu abriu um sorriso lindo, havíamos nos encontrado durante a semana e fomos almoçar juntos, ele ia nos ajudar a organizar a mudança e nos levar já que o pai dele tem uma camionete, ele se ofereceu pra nos levar. Tom saiu de tras da copa e foi ao nosso encontro, comprimentou a todos e quando chegou na minha vez parou em minha frente e me deu um beijo no pescoço, que me fez arrepiar e lembrar da noite em que ficamos - oi minha linda, que prazer te ver aqui essa noite achei estranho ele beijar meu pescoço e não me dar um selinho como sempre fazia, já que tínhamos essa liberdade um com o outro mas entendi que poderia estar acompanhado - oi lindo, tudo bem por aqui ele viu que fiquei estranha e falou no meu ouvido - não sabia se podia te beijar na frente de todos - o pessoal só não viu agente se agarrar depois do show, um beijo não é nada comprometedor rimos da situação e então ele disse, sedudoramente - se eu te beijar do jeito que quero, vou ficar excitado e o pessoal também - sinta-se a vontade, somos todos adultos aqui Prontamente Tom me puxou pra ele e me beijou daquele jeito de tirar o fôlego e o juízo, e já ficamos com tesão, não dava pra negar tínhamos muita química juntos, nossos amigos pararam e ficaram olhando a cena, até que a Ca não se conteve - eiii vocês dois, tô ficando sem ar aqui hein todos rimos e então Tom e eu nos soltamos, ele voltou pra copa e nos ficamos ali numa mesa próxima conversando, rindo e o Tom volta e meia quando podia ia lá e me dava um beijo A Ca chamou minha atenção e apontou pra porta - amiga, aquele lá na porta não é o escroto do Bruno - ah fala sério Ca, minha noite tava tão boa, graças a Deus vou ne livrar deles em breve - finge que não viu, mais ele te viu e tá vindo pra cá - Carol tudo que eu menos preciso é de fiasco e drama essa noite - cadê a sua irmã que não tá grudada nele - hoje e dia que ela sai com as amigas dela e ele sei lá o que faz - pelo visto tá te seguindo, ele tava na sua casa quando saímos - desde aquele dia que ele me agarrou ele tem tentado falar comigo mas eu fujo - deixa amiga se ele te incomodar, eu chuto as bolas dele nós rimos e ele chegou perto, Tom estava no bar observando e viu quando o Bruno chegou - Re volta pra mim - Bruno estava alterado - cai fora Bruno, eu vou chamar o segurança Nesse momento o Tom surgiu ao meu lado - Tudo bem por aqui meninas - Não se mete cara, tô falando com ela - Bruno falou e reparou que conhecia aquele homem - acho que a moça não quer falar com você, se retire por favor ou vou chamar a segurança - ah tu é o babaca que tá comendo a minha mulher nesse momento eu me levantei e me coloquei entre os dois - primeiro que o único babaca aqui e você, e outra que eu não sou sua mulher, eu sou solteira e eu saio com quem eu bem entender e você e namorado da minha irmã, vaza daqui Bruno Todos que estavam na mesa começaram a rir da cara do Bruno e a chamá-lo de babaca, Bruno alterado deu um empurrão em Tom depois que sentei e os dois começaram a brigar, chamamos o segurança e eles tiraram o Bruno do pub. - Tom, você está bem, me desculpe por isso - relaxa minha linda, depois você cuida de mim, você está bem - tô sim, obrigada - entendi porque você quer tanto sair da casa do seu pai, esse Bruno é um babaca mesmo Depois da confusão, o Luan que era gerente e amigo do Tom chegou - e aí mano, apanhou muito ou bateu também - ah qual é irmão, sabe que bati também né os dois riram e nós todos também da situação - vai pra casa com a tua mina irmão, deixa que daqui a pouco o pub fecha e tá tranquilo hoje - valeu irmão Eu e Tom nos despedimos dos nossos amigos, que ficaram no pub e fomos pra casa do Tom. Chegamos na casa dele, ele foi tomar um banho e eu fui fazer um sanduíche pra gente comer, assim que ele saiu do chuveiro se sentou no sofá e eu fui até lá pra ver o machucado do olho dele - onde voce tem kit de primeiros socorros - humm vou apanhar mais vezes pra ganhar essa enfermeira maravilhosa - não seja bobo menino, tem que fazer um curativo - não precisa, só preciso de um beijinho Perguntei onde estava doendo, e Tom foi apontando e eu fui beijando todos os lugares, o clima começou a esquentar então Tom me puxou pra cima dele, ele estava só de toalha, me sentei em seu colo e Tom me beijava com uma mão em minha nuca e a outra alisando minhas coxas, senti que sua protuberância estava abrindo a toalha, ele foi abrindo o zíper do meu vestido e tirando lentamente, revelando meus seios, ele me abraçou e beijou meu corpo, chupou meus seios então eu senti que seu membro já estava pra fora da toalha, puxei minha calcinha para o lado e sentei lentamente em seu membro, sentindo ser preenchida enquanto Tom gemia e eu também, comecei a rebolar em cima dele - se continuar assim Rebeca, eu não vou aguentar - eu tô cuidando de você, relaxa - vou apanhar mais vezes pra receber esse tratamento vip Tom se ajeitou no sofá e começamos a trabalhar em sintonia e freneticamente, então eu parei, sai de cima dele e me ajoelhei, peguei seu membro e comecei a lamber e chu*ar, não demorou muito e Tom começou a gemer e urrar dizendo pra eu parar que estava quase lá, então eu mantive os movimentos com a boca e logo senti seu membro latejando e seu líquido escorrendo pela garganta. - Rebeca o que tu tá fazendo comigo garota - estou retribuindo Me levantei, dei um beijo em Tom e fomos comer nosso lanche, após uma boa conversa e risadas fomos deitar pois já estava tarde e tínhamos coisas para fazer no dia seguinte.Naquela noite, quando todos já estavam em seus quartos, o silêncio do hotel parecia um convite para nós dois. Edward me puxou pela mão até nosso quarto, fechando a porta atrás de si com suavidade. O quarto estava com a varanda aberta, permitindo que a brisa fresca da noite invadisse o espaço e embalasse o momento que, sabíamos, seria mais do que apenas físico, era um encontro de almas, naquele mesmo quarto onde tudo começou. Ele me abraçou por trás, as mãos repousando sobre a curva da minha barriga ainda discreta. — Nossa família está crescendo — sussurrou, com um sorriso emocionado. Virei-me para ele, encarando aqueles olhos que sempre foram meu porto seguro, e acariciei seu rosto. — E vai crescer com amor, com a nossa força. Edward me beijou então, com uma intensidade que falava sobre tudo o que vivemos até aqui, as dores, os medos, os
O jantar daquela noite foi preparado ao ar livre, com as luzes penduradas entre as árvores formando um céu de estrelas artificiais que competia com o verdadeiro, limpo e brilhante céu acima de nós.As risadas ecoavam pela varanda do hotel, misturadas ao som suave de uma música ao fundo e ao tilintar dos talheres.Eu observava cada rosto à minha volta e sentia uma gratidão tão profunda que mal conseguia conter as lágrimas.Sophia e Marcelo estavam abraçados, os dedos entrelaçados como se quisessem selar, de forma silenciosa, aquele compromisso que logo ganharia um altar.Joyce e Tom brindavam com suco, já que Joyce, sempre cuidadosa, tinha abolido o vinho para se preparar para a nova fase da vida.Carol acariciava a barriga enquanto Rodrigo, com um olhar terno, conversava com Dona Maria sobre as expectativas da paternidade.— Parece que essa família não para de crescer — Dona Maria comentou, sorrindo com aquele olhar calmo e sábio
Os meses passaram como uma brisa mansa, soprando mudanças, amadurecimentos e muita alegria sobre nossas vidas. O Espaço Aurora, antes um sonho tímido, agora era um projeto consolidado, próspero e inspirador.Eu e Sophia nos dividíamos entre a gestão do Espaço Aurora e do hotel na cidade vizinha, que também seguia firme, com ocupação sempre alta e hóspedes encantados.As oficinas artesanais iam tão bem que, entre reuniões e conversas com nossa equipe, começamos a cogitar a possibilidade de abrir uma nova unidade, em outra cidade, levando nossa proposta ainda mais longe.— Parece ontem que a gente começou com aquele espaço vazio — Sophia comentou, certa tarde, enquanto tomávamos um café no escritório.— E agora, talvez a gente precise de outra casa de acolhimento — completei, rindo, enquanto ela assentia com aquele olhar decidido que sempre me fez admirar sua força.A nossa rotina era puxada, mas equilibrada com uma dose generosa de amor e
Sophia e eu passávamos praticamente todos os dias juntas ali. Criamos uma rotina intensa, mas prazerosa, começávamos cedo com reuniões de alinhamento, organizávamos as demandas das oficinas, acompanhávamos o andamento dos atendimentos psicológicos e jurídicos, e sempre tirávamos um tempo para circular pelo espaço, conversar com as mulheres, ouvir suas histórias e pensar juntas em novas formas de ampliar o projeto.— Acredita que já estamos com lista de espera? — disse Sophia, certa manhã, entrando na minha sala com um café nas mãos.— Sério? Em tão pouco tempo.— Sim! E precisamos pensar em como ampliar nossa capacidade de acolhimento sem comprometer a qualidade do atendimento.— Concordo. Talvez seja o momento de buscarmos novos parceiros, mais financiamento.— E quem sabe um novo espaço, no futuro?Rimos juntas, com aquele brilho no olhar de quem, apesar do cansaço, sabia que estava construindo algo muito maior do que si mesma.
As semanas passaram como um sopro, cheias de movimento, cores e novas histórias sendo escritas a cada dia. O Espaço Aurora, que antes era apenas um sonho rabiscado em folhas de caderno, agora estava ali, diante dos meus olhos, com suas paredes claras e acolhedoras, repletas de vida.A inauguração foi emocionante. Eu e Sophia estávamos lado a lado, segurando firme uma na mão da outra enquanto o público se reunia em frente ao portão principal, onde a placa brilhava: "Espaço Aurora – acolher, transformar, florescer".Edward estava ao meu lado, com Luiz Eduardo no colo, balançando a mãozinha como se soubesse que aquele era um dia especial para a nossa família. Meus olhos se encheram de lágrimas quando Sophia pegou o microfone para fazer o discurso de abertura.— Este espaço nasceu da dor, mas floresceu no amor — disse ela, com a voz firme, mas carregada de emoção.— É um lugar para mulheres que, assim como nós, precisaram de um recomeço, e encontraram
Os dias seguintes ao casamento de Carol e Rodrigo passaram como uma brisa suave, carregando consigo a leveza de um amor selado e a expectativa pelos próximos capítulos de nossas vidas. O casal recém-casado havia viajado para a tão sonhada lua de mel, eu e Edward, como padrinhos, demos a lua a viagem de lua de mel, para o nosso hotel, aquele lugar que sempre seria o marco inicial da minha história com Edward, o espaço onde nos conhecemos profundamente e onde a nossa história de amor começou de forma inesperada e avassaladora.Recebemos fotos deles aproveitando cada detalhe das acomodações, dos jantares românticos no restaurante do hotel, das caminhadas pela praia e do pôr do sol visto do terraço onde, meses antes, Edward e eu tínhamos comemorado mais um aniversário do nosso amor. Era impossível não sorrir ao ver aquelas imagens e perceber que aquele espaço seguia sendo cenário para novas histórias de amor, como havia sido para nós.Enquanto isso, minha vida seguia s







