MasukOi, meus amores; espero muito que vocês estejam gostando da história da rosa
Juan Carlos Hernandez Tudo ficou branco quando vi a Alma, e sim era a Alma á reconheceria em qualquer lugar não ouvir mais nada quando a senhorita Grey saiu para pegar as atividades para podemos ver, a Rosa me puxou para me apresentar a mamãe da Luz amiga da Nina. — Alma — a Rosa falou e já se abraçaram, quando ela me ver faz uma cara tipo, te conheço. — Alma? — perguntei com a voz surpresa. — Juan Carlos? — quando ela pergunta eu a abraço com força. Sei que a Rosa deve está sem entender nada, só notei que estava chorando quando vi o meu irmão, ele me abraçou estávamos em meio a lágrimas quando nos soltamos olhei para eles e ficamos nos olhando e nossa meu irmão está aqui meu irmão. Estávamos em silêncio e todos emocionados, meu irmão está tão diferente, de como me lembrava. — Rosa este é meu irmão, e bom está é minha cunhada — ela estende a mão para ele que a abraça e a Rosa retribui. — Escolheu bem mano, que cunhada mais linda eu tenho — a Alma fez uma cara de segura a risad
Rosa FernandezA quarta passou muito rápida e hoje já é quinta e já acordei com uma entrega na portaria eram um buquê de rosas vermelhas que o Cristopher tinha mandado para mim, e tinha um cartão " uma rosa nem de longe tem a sua beleza, então resolvi te dar 13 por ser o número de horas que estarei contando para te ver" li e logo um sorriso surgiu nos meus lábios.— Estás rosas são lindas — a Nina falou enquanto eu colocava as rosas vermelhas junto com as minhas duas rosas brancas.— Sim são lindas — falei sorrindo.— O tio Cris gosta mesmo da senhora — ela falou mais estava com uma carinha estranha.— Espero né filha, mas vamos para a escola que hoje o papai vai te buscar, e a mamãe vai sair com o tio Cris — falei para ela.— Mas você me promete que vai me colocar para dormi, eu quero muito que a senhora me coloque na cama — ela me pediu.Ela fez aquela carinha de anjo e não consigo resistir.— Tudo bem meu amor, a mamãe vai te colocar para dormi. — falei beijando ela e vamos para a
Juan Carlos HernandezA semana passou muito rápido e graças a Deus só tive plantão ontem, eu vou todos os dias ver a Dolores, a gravidez dela é de alto risco e estou muito preocupado, ela não quis ficar internada, e os médicos estão com medo do caso dela, porque além da pressão e da desnutrição ela tem HIV, coisa que a mesma não sabia, a Nara por sorte não tem nada só desnutrição.A Dolores ficou acabada quando soube principalmente porque o bebê vai nascer com a doença, a coitada já passou por tanta coisa, além de ser estuprada, e acabar grávida ainda está doente, estamos tentando cuidar dela, mas não está sendo nada fácil.Hoje eu tive que levar os documentos da Nina na escola e não vejo a hora da Rosa receber um dos seus presentes de aniversário, ela com certeza vai ficar muito feliz.Hoje a Rosa saiu de novo com o namorado, eu estou na sala com a Nina ajudando ela com o dever de casa.— Papito a Luz sabe o nome dela todo e eu não sei. Só sei Nina, qual é o meu nome todo? — ela perg
Rosa Fernandes Naquela terça-feira, Cristopher insistiu para me levar a um barzinho que, segundo ele, era “a cara dele”. Um lugar pequeno, aconchegante, com mesas de madeira rústica, paredes cheias de quadros coloridos e uma iluminação baixa que deixava o ambiente mais íntimo. No palco ao fundo, um microfone descansava ao lado de um violão — era noite de karaokê.Quando entramos, percebi que já havia uma mesa ocupada. Dois casais nos esperavam. Um deles eu reconheci de imediato: eram Matheus e Maitê, os pais da Tina, uma amiga próxima. O outro casal, porém, era novidade para mim.— Boa noite — cumprimentei com um sorriso, tentando parecer à vontade.— Boa noite! — respondeu o homem que eu ainda não conhecia. — Pensei que vocês não viriam.Cristopher riu, como se a cena fosse corriqueira.— Eu estou apenas uns quinze minutos atrasado. Como sempre, você exagera, Pablo. — Olhou para mim, pousando a mão em minhas costas com um certo orgulho. — Deixa eu apresentar: esta é a minha namorad
Juan Carlos Hernandez Depois da conversa com Rosa, eu tinha certeza de três coisas: a primeira, ela nos colocava sempre em primeiro lugar; a segunda, eu estava certo em recusar a promoção; e a terceira, eu não podia perdê-la de jeito nenhum. Com essa certeza, fui dormir mais tranquilo. Mas, por algum motivo, uma menininha invadiu meus pensamentos. Pequena demais, frágil demais… Se tivesse quatro anos, era muito. Sozinha nas ruas com a mãe, que ainda por cima estava grávida. Meu coração apertou. Tive uma noite péssima de sono. De manhã, levantei cedo, arrumei a Nina para a escola e me preparei para o trabalho. Mas, mesmo ocupado, aquela menina não saía da minha cabeça. Na hora do almoço, resolvi ir ao mesmo lugar onde as tinha visto no dia anterior. E lá estava ela, segurando uma cestinha de flores. Me aproximei devagar. — Oi, princesinha, lembra de mim? — perguntei, sorrindo. Ela me olhou desconfiada e logo virou o rosto na direção da mãe. Resolvi ir até a mulher. — Mãe! — a
Rosa Na manhã seguinte, seguimos nossa rotina como de costume, mas dessa vez fomos de carro. O dia passou tão rápido que, quando percebi, já era a hora da saída. Como na véspera, Juan me esperava no portão e, para minha surpresa, me entregou outra rosa branca. — Você é muito fofo — murmurei, segurando a flor com carinho. Ele sorriu, um pouco sem jeito. — Só queria te ver sorrindo. Assim que ele se afastou, senti um olhar atravessado sobre mim. Senhorita Grey, a professora que sempre tinha um comentário na ponta da língua, estava parada na porta, de braços cruzados. — Dando em cima do pai da minha aluna, senhorita Fernández? Revirei os olhos internamente, mas preferi ficar calada. Engolir sapo às vezes é mais saudável do que discutir. — Oi, meninas! — outra professora apareceu, sorrindo. — Oi! — respondemos juntas. Aproveitei a deixa e escapei para a sala, onde arrumei minhas coisas até que todos os meus alunos fossem embora. Quando fui até a sala dos professores guardar um







