INICIAR SESIÓNYuri seguia com Rosana com a cabeça em seu colo, o efeito da droga parecia que estava passando ela abriu os olhos e suas pupilas estavam enormes, pelo efeito da droga.
- Como você está? Ele perguntou vendo-a abrir os olhos.
- Me solte, me solte. Ela gritou.
- Rosana sou eu Yuri. Ele disse segurando-a, pois no delírio ela queria se levantar.
- Olhe para mim, sou o Marechal, se acalme estou aqui ninguém vai te fazer mal. Ele disse a abraçando.
- Você veio, eu sabia que você viria. Ela disse baixinho no ouvido dele ainda agarrada no pescoço dele.
- Eu disse que não te deixaria. Ele disse segurando o pequeno rosto dela entre as mãos e olhando para os olhos dela, que estavam brilhantes pelas lágrimas.
- Me desculpe, só te trago problemas. Ela disse se acomodando no peito dele, nenhum dos dois se importaram com os olhos curiosos em volta deles.
A verdade é que seus soldados já sabiam da predileção de Yuri pela garota salva da aldeia, era visível que estavam apaixonados só os dois diziam que não.
Por causa da droga e do seu estado fraco Rosana adormeceu nos braços de Yuri até que chegaram no destacamento.
Ela foi medicada e tomou um banho e teve que colocar uma calça masculina, não havia mulheres naquele destacamento, a sorte era que tinha uns soldados de estatura pequena e as roupas com um pouco de ajuste serviu para Rosana e a outra garota Suri era seu nome.
- Tem mais garotas! Suri disse, enquanto tomava seu caldo.
- Você sabe para onde foram levadas? Rosana perguntou.
-Eles estão juntando um carregamento de contrabando de bebidas e peles e todos os jovens que juntaram, meninos e meninas. Eles iam para o porto que dá para o mar da província Leste, onde estamos?
- Na divisa entre a província Oeste e a Leste. Yuri disse.
- A quanto tempo isso? Ele perguntou.
- Eu não sei, mas o mercador deve saber.
- Vocês ficam aí comem e descansam, vou trocar umas palavrinhas com o mercador. Yuri disse se levantando e saindo da tenda.
Uns vinte minutos depois uns gritos e logo depois os soldados começaram a se arrumar para sair.
- O que aconteceu? Rosana saiu da tenda e perguntou a um soldado que passava.
- Vamos para a divisa o carregamento com os jovens será amanhã, vamos sair agora.
Rosana saiu da tenta procurando Yuri.
Ela o encontrou colocando algumas armas no jipe. – Você vai?
- Sim, você fica aqui vão levar você e a garota de volta para a província.
- Vou com você. Ela disse.
- De forma alguma, vai ser perigoso. Ele parou olhando para ela.
- Você acha que estarei segura na sua província? Ela disse seriamente.
- Você fica no palácio.
- Quem você acha que me encontrou e me vendeu ao mercador? Ela disse.
- O que você quer dizer? Ele se virou segurando as mãos dela.
- Não posso provar, mas quando estava na caixa ouvi que eram guardas do palácio a serviço de um tal chefe de não sei o que.
- Você diz que alguém do palácio mandou que eles te procurassem e raptassem? Ele disse com uma carranca.
- Como eu disse não posso provar, eu quero ir com você, disse que não me deixaria. Ela disse pulando em seu pescoço.
Ele a abraçou. – Está bem! Mas você deve me obedecer.
- Está bem, senhor! Ela disse batendo continência.
Os dois riram.
A garota foi enviada para sua família com um mensageiro.
Yuri partiu com seus soldados e mais uma equipe do destacamento.
Ele ordenou que este destacamento se juntasse a outro mais a frente para juntos tomarem mais posição de forma a chegarem mais próximos da capital.
Ele estava decidido a derrubar o governo da província leste, e a melhor forma era chegar à capital, já fazia muito tempo que estavam apenas as margens da divisa era hora de desarticula-los.
Yuri descobriu que parte do pagamento pelo contrabando e o tráfico de jovens era pago em armas e munições. Acabando com está atividade, além de salvar os jovens evitava que armas caíssem nas mãos erradas.
Partiram todos, cada um em sua missão, estavam cientes que não seria fácil, mas agora as decisões seriam acertadas estavam sobre o comando de Yuri.
A notícia que seria Yuri quem comandaria agora, o que deixou as tropas animadas.
Novas ordens chegaram e se espalharam, bem como a notícia sobre o contrabando e a ordem para ficarem de olho e reportarem qualquer coisa ligada a isso.
Yuri e sua equipe aceleram, precisavam chegar antes que embarcassem as vítimas, se não conseguissem conte-los, depois ficaria muito mais difícil localiza-los.
Sozinhos no jipe, depois que Rosana acordou do terceiro cochilo ele olhou para ela que estava calada prestando atenção na estrada. – O que está pensando? Ele perguntou observando-a.
-Nada! Ela disse, devolvendo o olhar para ele.
- Porque você fugiu? E que história é essa de Yulin? Ele perguntou, sério.
- Eu... Nossa! A tia deve estar muito preocupada. Ela disse com tristeza, se lembrou que a bondosa senhora deveria estar preocupada com ela.
- Sim ela está, eu a encontrei te procurando enquanto de procurava, pedi para que avisassem que você estava bem e comigo.
- Obrigada.
- Pelo que? Por ter avisado? Por ter te procurado por dias? Por ter te salvo de ser levada....
- Por tudo! Ela o interrompeu.
- Você está em dívida comigo! Ele disse olhando-a nos olhos que desviou ao encontrar os olhos dele.
- Eu sei! Ela disse baixando a cabeça.
- No momento certo cobrarei, espero que você não fuja. Ele disse olhando para frente.
- Quando isso acabar eu pagarei. Ela disse com seriedade.
Ele olhou para ela com curiosidade, mas não disse nada.
Já era tarde, estavam cansados encontraram um lugar para comer e descansar um pouco.
- Sairemos na madrugada, é só duas ou três horas de descanso.
Para os homens isso não era nada, já estavam costumados mas para Rosana era difícil, ela não reclamou, ficando firme, as vezes cochilava e Yuri ria de vê-la lutar com o sono como se fosse uma criança.
Os dias se passaram Yuri tinha muito trabalho, Rosana se dedicava a caridade, sempre viajavam para a província Leste para saber como estavam indo as coisas por lá. Sempre que os dois apareciam em público, as pessoas os cumprimentavam felizes e agradecendo tudo que o casal havia feito pela província. Depois Rosana já não podia acompanhar mais Yuri, pois já estava no finalzinho da gestação, ele também estava evitando viajar para longe queria estar ao lado dela quando seu filho nascesse, seu pai o ajudava, o imperador passou a levar a imperatriz com ele quando saia nas viagens de negócios, ela estava bem mais fácil de lidar. A avó de Yuri estava sempre perto de Rosana a ajudando, Yuri pediu para que fosse construída uma casa para eles na propriedade, para que ficassem perto deles. Yuri e Rosana estavam jantando em casa quando ela sentiu uma dor, vendo-a. – O que foi? Está bem? Yuri perguntou preocupado. - Acho que está na hora! Ela disse tentando se levantar com a mão em sua barriga
Numa certa manhã Rosana e Yuri tomavam café juntos, na casa de verão, raramente iam ao palácio, a não ser que tivesse algum evento, Rosana estava estudando, e ajudava algumas instituições de caridade representando Yuri, ele não tinha ocupado o trono estava adiando enrolando seu pai, mas já era ele que tomava praticamente todas as decisões. - Precisamos nos casar! Ele disse, de supetão. - Agora? Já estamos juntos, não precisamos disso. - Sim precisamos! Você merece uma festa linda! - Não gosto dessas coisas, você sabe! - Você é uma princesa, merece uma festa a sua altura! - Terei que ir ao estrangeiro para uma reunião entre líderes, quero que vá comigo, lá compraremos seu vestido. Ele disse se levantando da mesa. Antes de sair ele ainda acrescentou. – Faça uma lista do que você gostaria que tivesse na festa e quem você gostaria que estivesse presente. Antes que diga algo, não importa a distância, mandaremos trazer todos que você queira na nossa festa! Ele saiu e Rosana ficou pen
- Você não foi para seu quarto? Ela disse, segurando a toalha com força.- Este é meu quarto! Você quer que eu vá embora?- Não é isso é que...- Você está com vergonha de que saibam que dormimos jutos? Você é minha mulher, já estávamos prestes a se casar, por falar nisso faremos isso o quanto antes! Venha cá.Ela caminhou até ele devagar, seus cabelos estavam enrolados na toalha, e ela segurava a que estava envolta de seu corpo com firmeza, a sensação que sentia era indescritível, seu coração estava palpitando.- Vire-se ele pediu.Ela olhou-o nos olhos e não disse nada apenas obedeceu.Sentiu quando delicadamente ele passou a mão a sua frente e sentiu quando pousou em seu pescoço algo gelado. Ele segurou sua cintura a guiando até o espelho.- O que acha? Ele perguntou em seu ouvido.- É lindo. Ela disse tocando o colar com os dedos.- Não tanto quanto você! Ele disse abraçando-a de costas para ele, que tirou a toalha de seus cabelos e pegou as mãos dela para que soltasse a toalha qu
Os dois se amaram, a saudade não cabia em seus peitos, Yuri parecia insaciável.Na manhã seguinte os dois chegaram bem cedinho a pensão, nem perceberam haviam dormido fora, estavam preparando o café quando o imperador entrou na cozinha, os cumprimentou os três se sentaram e tomaram café juntos.- O senhor já está recuperado, vou leva-lo de volta. Disse Yuri, colocando um bolinho no prato de Rosana.- Oras você está me expulsando? O homem perguntou curioso.- Não é isso! Mas você precisa ir cuidar das suas coisas, não posso ficar lá, tenho meu trabalho aqui agora.- Você é herdeiro da Província Oeste, tem suas responsabilidades, além disso estou bem aqui e já estou velho preciso descansar.- Pai não comece, já discutimos isso...- Me leve a capital, mas a da Província Leste.- O que você quer fazer lá?Rosana com os olhos regalados observava a conversa dos dois, mas se ateve a ficar quietinha comendo sua comida.- Vamos conversar com o parlamento.- O que você quer conversar? Yuri perg
Mais dois dias se passaram, Yuri soube que os soldados estavam com Akira na mira ele desceu até a fronteira, queria participar da operação.Quando chegou a fronteira já passava da meia noite, estavam à espreita disseram que Akira tentaria fugir naquela noite pois tinham recebido informações que um pequeno avião o esperava no pais vizinho, se ele conseguisse cruzar a fronteira ficaria mais difícil, pegá-lo.Como Yuri era herdeiro da Província Oeste e era chefe do exército da Província Leste ele tinha jurisdição para pegar Akira em qualquer uma das duas províncias.Conforme as investigações iam avançando, descobria-se que Akira, embora tivesse uma boa aparência e parecia um nobre, ele era responsável pelo maior esquema de contrabandos de armas e drogas, além disso era bem provável que ele também estivesse envolvido com lavagem de dinheiro e tráfico de humanos.Estavam todos à espreita quando um caminhão suspeito passou na estrada, mais a frente um grupo tinha colocado uma barreira para
O médico examinou o imperador, ele havia sido atingido peito, mas não tinham acertado o coração, levaram-no para o hospital ele ia ter que passar por cirurgia. Rosana estava desolada dona Satoko e as pensionistas tentavam acalma-la. Quando percebeu a movimentação o imperador, que depois que conversou com o filho se sentou no fundo próximo da entrada onde seria a cerimonia, caminhou discretamente entre os carros e arvores e quando iam colocar Rosana no carro ele atirou com precisão atingindo o homem que a soltou, mas revidaram e acabou sendo atingido. Yuri e seus homens não perderam de vista os carros da gangue de Akira, seguindo-os de perto e trocando tiros. No caminho já encontraram alguns soldados da Província Leste que tinha vindo ajudar. - Avisem as fronteiras e portos. Yuri disse aos soldados da Província Leste. E ele continuou. - E vocês dois, vão para a Província Oeste e diga o que aconteceu, diga que estou ordenando que fechem as fronteiras e deem busca e apreensão em tod







