Mag-log inE ela continuou contando, ele gostava de ouvi-la falar.
- Lá a noite no centro também é bonito, mas não como aqui, pois além do grande rio que sai no mar, aqui é uma cidade porto recebendo muitos turistas. Ele disse a ela com carinho.
Ela escutava com atenção gostava de escuta-lo, aprendendo tudo o que ele lhe ensinava. – O que é turistas?
- Oh! São pessoas que vem de outros lugares para visitar e conhecer a cidade, assim os comerciantes investem em seus negócios para ficar bonito e chamar a atenção destas pessoas, por isso a cidade
É bonita e colorida.
Eles passaram por grandes lojas onde ela ficou observando as vitrines, ele a levou para ver um restaurante mais requintado, ela achou bonito, mas ficou com medo de envergonhá-lo por talvez não saber se portar, ela não disse isso a ele, apenas não escolheu o lugar, então ele disse a ela.
- Vou te levar a um lugar simples, onde a comida é muito boa.
Ele a levou em um restaurante simples, mas que tinha muita gente, tinha uma mesa com um tipo de fogareiro no centro, eles mesmos assavam seus próprios alimentos, passando-os em molhos.
Assim que entraram, encontraram os outros soldados que lá estavam, alguns já acompanhados de garotas, não perdiam tempo.
Yuri e Rosana se sentaram com eles, no palco alguém cantava era um karaokê.
Depois que pediram a comida os rapazes começaram a beber, e logo já estavam tão animados que subiram ao palco para cantar.
Em um momento insistiram para que Yuri e Rosana subissem lá para cantar uma música também, ela não conhecia muito bem aquelas músicas, então Yuri cantou a música e ela o acompanhou no refrão.
A voz dele era grave e limpa, a dela doce e suave, as vozes casaram muito bem, um par perfeito.
Já estava tarde os soldados iam saindo com suas companhias, Yuri e Rosana também deixaram o restaurante, ao saírem pela porta ele tirou o casaco que vestia colocando sobre os ombros dela, ele estava com uma camiseta de manga longa que depois ele acabou puxando um pouco a manga mostrando parte do seu antebraço forte.
Caminharam, a beira do cais, as luzes do porto refletiam na água era uma visão muito bonita.
De repente ele parou encostou no para peito do pear puxando-a para seus braços.
Ele olhou-a nos olhos, acariciou seus cabelos, colocando alguns fios atrás da orelha dela que o vento insistia em tirar do lugar.
- Me desculpe! Ele disse a ela.
- Porque devo te desculpar. Ela perguntou curiosa.
- Por todas as coisas que te aconteceram depois que cruzamos seu caminho.
- Muitas coisas ruins aconteceram, mas muitas coisas boas também. Vivi e vi coisas que se tivesse lá na minha aldeia nunca teria vivido e não me arrependo, você trouxe esperança, despertou meu povo para que lutem por uma vida digna eu tenho que lhes agradecer, principalmente a você. Ela disse sincera.
- Me diga algo que você queira, por duas vezes você salvou minha vida. Ele disse.
- Você salvou a minha várias vezes também, não me deve nada. Ela o abraçou.
- Mesmo assim, me diga algo que você queira, eu posso te dar. Ele insistiu.
- Só quero você, quero te fazer feliz, quero que seja feliz. Ela se afastou um pouco para olha-lo.
- Se case comigo. Ele disse, segurando os ombros dela a encarando.
- Eu... eu não posso, você precisa de alguém a sua altura, você é um príncipe. Ela disse com uma certa melancolia na voz.
- Eu quero você!
- Se você me deseja, serei sua. Ela disse olhando-o nos olhos.
Ele segurou seu rosto entre as mãos e a beijou, suavemente, ela segurava seu braço com delicadeza.
Depois que ele terminou o beijo, ele a pegou pela mão atravessando a rua e entrando no hotel diretamente.
Ele subiu as escadas ainda segurando a mão dela, quando subiram o primeiro lance ele parou e a beijou novamente.
- Você está certa disso? Ele perguntou com a voz entre cortada de desejo.
- Estou! Ela disse sem folego por causa do beijo.
Eles subiram mais dois lances de escada e caminharam de mãos dadas até o quarto dele.
- Você está certa disso? Se eu começar eu não sei se poderei parar! Ele disse segurando-a pelos ombros.
- Estou! Ela afirmou segura.
Ela estava com medo, mas ela queria viver este momento e queria que fosse com ele.
Ela não sabia qual seria o futuro, mas ela estava disposta a viver o hoje, sem pensar no amanhã, tantas coisas haviam acontecido em sua vida, ela quase tinha morrido por várias vezes, ela quase foi abusada, ele a salvou, ele se importava com ela, além disso ela o desejava!
Seu coração pulava aflito sempre que ela sentia sua presença, ele doía sempre que ele estava longe.
Ele abriu a porta a pegou no colo, levando-a para dentro do quarto ele fechou a porta, voltando para beija-la, ele deslizou a jaqueta dos ombros dela se livrando dela, ele desabotoou dois botões do vestido dela enquanto a beijava, ele parou e encostou sua testa na testa dela, seu coração palpitava e seu corpo era como uma rocha.
-Podemos parar por aqui, se você quiser. Ele disse a ela, ele não queria que ela se arrependesse, ele sabia o quão valioso era para uma mulher aquele momento.
- Não quero parar, eu sei que você pensa que estou te compensando, mas não é verdade! Eu quero você, quero que me ame. Ela disse segurando com força o tecido da camisa dele.
Ele a beijou, tirando a própria camiseta, sua pele se arrepiou quando ela tocou levemente a pele do peito dele.
Ele terminou de desabotoar os botões do vestido dela, fazendo-o cair aos seus pés.
Uma chama os consumia, ele a colocou na cama beijando seus lábios doces, ela gemeu baixinho quando ele deixou seus lábios e passou a beijar seu pescoço e colo.
Ele segurou sua paixão, tentando ser o mais cuidadoso que conseguiu ser. Eles se amaram e dormiram abraçados, um completava o outro, não só na carne, mas na alma.
Quando o sol raiou, eles ainda estavam na cama, ela dormia preguiçosamente nos braços dele, que a observava com um sorriso nos lábios recordando a noite linda que tiveram.
Rosana era pura e Yuri embora tivesse namorado outras mulheres, no estrangeiro, ele não havia dormido com ninguém assim, a noite foi mágica para os dois.
Os dias se passaram Yuri tinha muito trabalho, Rosana se dedicava a caridade, sempre viajavam para a província Leste para saber como estavam indo as coisas por lá. Sempre que os dois apareciam em público, as pessoas os cumprimentavam felizes e agradecendo tudo que o casal havia feito pela província. Depois Rosana já não podia acompanhar mais Yuri, pois já estava no finalzinho da gestação, ele também estava evitando viajar para longe queria estar ao lado dela quando seu filho nascesse, seu pai o ajudava, o imperador passou a levar a imperatriz com ele quando saia nas viagens de negócios, ela estava bem mais fácil de lidar. A avó de Yuri estava sempre perto de Rosana a ajudando, Yuri pediu para que fosse construída uma casa para eles na propriedade, para que ficassem perto deles. Yuri e Rosana estavam jantando em casa quando ela sentiu uma dor, vendo-a. – O que foi? Está bem? Yuri perguntou preocupado. - Acho que está na hora! Ela disse tentando se levantar com a mão em sua barriga
Numa certa manhã Rosana e Yuri tomavam café juntos, na casa de verão, raramente iam ao palácio, a não ser que tivesse algum evento, Rosana estava estudando, e ajudava algumas instituições de caridade representando Yuri, ele não tinha ocupado o trono estava adiando enrolando seu pai, mas já era ele que tomava praticamente todas as decisões. - Precisamos nos casar! Ele disse, de supetão. - Agora? Já estamos juntos, não precisamos disso. - Sim precisamos! Você merece uma festa linda! - Não gosto dessas coisas, você sabe! - Você é uma princesa, merece uma festa a sua altura! - Terei que ir ao estrangeiro para uma reunião entre líderes, quero que vá comigo, lá compraremos seu vestido. Ele disse se levantando da mesa. Antes de sair ele ainda acrescentou. – Faça uma lista do que você gostaria que tivesse na festa e quem você gostaria que estivesse presente. Antes que diga algo, não importa a distância, mandaremos trazer todos que você queira na nossa festa! Ele saiu e Rosana ficou pen
- Você não foi para seu quarto? Ela disse, segurando a toalha com força.- Este é meu quarto! Você quer que eu vá embora?- Não é isso é que...- Você está com vergonha de que saibam que dormimos jutos? Você é minha mulher, já estávamos prestes a se casar, por falar nisso faremos isso o quanto antes! Venha cá.Ela caminhou até ele devagar, seus cabelos estavam enrolados na toalha, e ela segurava a que estava envolta de seu corpo com firmeza, a sensação que sentia era indescritível, seu coração estava palpitando.- Vire-se ele pediu.Ela olhou-o nos olhos e não disse nada apenas obedeceu.Sentiu quando delicadamente ele passou a mão a sua frente e sentiu quando pousou em seu pescoço algo gelado. Ele segurou sua cintura a guiando até o espelho.- O que acha? Ele perguntou em seu ouvido.- É lindo. Ela disse tocando o colar com os dedos.- Não tanto quanto você! Ele disse abraçando-a de costas para ele, que tirou a toalha de seus cabelos e pegou as mãos dela para que soltasse a toalha qu
Os dois se amaram, a saudade não cabia em seus peitos, Yuri parecia insaciável.Na manhã seguinte os dois chegaram bem cedinho a pensão, nem perceberam haviam dormido fora, estavam preparando o café quando o imperador entrou na cozinha, os cumprimentou os três se sentaram e tomaram café juntos.- O senhor já está recuperado, vou leva-lo de volta. Disse Yuri, colocando um bolinho no prato de Rosana.- Oras você está me expulsando? O homem perguntou curioso.- Não é isso! Mas você precisa ir cuidar das suas coisas, não posso ficar lá, tenho meu trabalho aqui agora.- Você é herdeiro da Província Oeste, tem suas responsabilidades, além disso estou bem aqui e já estou velho preciso descansar.- Pai não comece, já discutimos isso...- Me leve a capital, mas a da Província Leste.- O que você quer fazer lá?Rosana com os olhos regalados observava a conversa dos dois, mas se ateve a ficar quietinha comendo sua comida.- Vamos conversar com o parlamento.- O que você quer conversar? Yuri perg
Mais dois dias se passaram, Yuri soube que os soldados estavam com Akira na mira ele desceu até a fronteira, queria participar da operação.Quando chegou a fronteira já passava da meia noite, estavam à espreita disseram que Akira tentaria fugir naquela noite pois tinham recebido informações que um pequeno avião o esperava no pais vizinho, se ele conseguisse cruzar a fronteira ficaria mais difícil, pegá-lo.Como Yuri era herdeiro da Província Oeste e era chefe do exército da Província Leste ele tinha jurisdição para pegar Akira em qualquer uma das duas províncias.Conforme as investigações iam avançando, descobria-se que Akira, embora tivesse uma boa aparência e parecia um nobre, ele era responsável pelo maior esquema de contrabandos de armas e drogas, além disso era bem provável que ele também estivesse envolvido com lavagem de dinheiro e tráfico de humanos.Estavam todos à espreita quando um caminhão suspeito passou na estrada, mais a frente um grupo tinha colocado uma barreira para
O médico examinou o imperador, ele havia sido atingido peito, mas não tinham acertado o coração, levaram-no para o hospital ele ia ter que passar por cirurgia. Rosana estava desolada dona Satoko e as pensionistas tentavam acalma-la. Quando percebeu a movimentação o imperador, que depois que conversou com o filho se sentou no fundo próximo da entrada onde seria a cerimonia, caminhou discretamente entre os carros e arvores e quando iam colocar Rosana no carro ele atirou com precisão atingindo o homem que a soltou, mas revidaram e acabou sendo atingido. Yuri e seus homens não perderam de vista os carros da gangue de Akira, seguindo-os de perto e trocando tiros. No caminho já encontraram alguns soldados da Província Leste que tinha vindo ajudar. - Avisem as fronteiras e portos. Yuri disse aos soldados da Província Leste. E ele continuou. - E vocês dois, vão para a Província Oeste e diga o que aconteceu, diga que estou ordenando que fechem as fronteiras e deem busca e apreensão em tod







