LOGINSINOPSE Grávida do Meu Cunhado Marina casa-se com Lucas Capeball em uma união arranjada apenas por interesses. Mas antes mesmo que a festa acabe, ela carrega um segredo mortal: está grávida — e o pai da criança não é o marido, e sim Rafael, o irmão mais velho e poderoso de Lucas. Presos entre o medo do escândalo, a honra da família e os próprios sentimentos proibidos, eles mantêm a mentira em silêncio. Lucas, cheio de inveja e desconfiança, percebe que algo não está certo e vigia cada passo. Os pais fazem de tudo para esconder a verdade e proteger o nome da família, empurrando tudo para debaixo do tapete. Mas quando a barriga cresce e a tensão explode, a raiva de Lucas põe em risco a vida de Marina e do bebê e também a honra de Rafael. Um erro que virou destino, um segredo que pode destruir tudo.
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— O que você está fazendo aqui, Rafael Capeball? Veio ver se o seu planejamento deu certo, não é? Ele me olha da porta do quarto, o terno preto impecável,parece dono de tudo. Inclusive nesse momento minha intimidade deu uma fisgada,nem sei porque meu corpo está reagindo assim. — Você não sabe de nada, linda. Linda,fiquei de boca aberta. Meu quase cunhado me chamando de linda, e a gente mal conversa. — Eu vou embora. Acabei de chegar e já estou saindo. Não sei o que você faz aqui. — Meu irmão me mandou vir. A casa é minha. Esse quarto também. Só vim pegar uma coisa que ele deixou. — Ele tira o paletó, afrouxa a gravata. — Tá quente aqui, você não acha? __Eu também não sei o que faço aqui,vou falar com Lucas que você já veio pegar o relógio dele,o seu irmão disse que eu poderia entrar em seu quarto. _Claro que sim, que calor. É realmente está quente,mas não quero dar razão pra ele, única coisa que eu sinto desde que o Lucas insistiu pra eu tomar aquela bebida antes de subir. — Tá me cantando? — Tô te elogiando. — O canto da boca dele sobe. — Mas pensando bem... agora tô te cantando sim. Ele passa a mão no cabelo, j**a o paletó na cama. O cheiro dele invade o quarto. Amadeirado. Perigoso. — Eu vou indo… — Pra quê? — Ele dá um passo natural demais. Me olhando como se já fosse dele. — Você tá vermelha, Marina. _Eu?. Um calor sobe pelas minhas pernas, arrepia minha nuca. Não é normal. Não é só ele que sente esse calor. É a bebida que o Lucas me deu. "Pra você relaxar, amor. Minha família te deixa tensa." — Eu tô com medo — sussurro, e odeio minha voz falhando. — De mim? — De você. Desse olhar. Desse... calor. Ele chega mais perto. Não me toca. Ainda não. — Meu irmão te mandou aqui para agradar a família. — A voz dele é baixa. — Mas você não tem que agradar ninguém hoje. Só a você. Minha cabeça roda. Isso é errado. É véspera do meu casamento. Amanhã eu caso com o Lucas. — Ele me puxou pela cintura. — Não vá. Fica. Vamos fazer essa noite ser inesquecível. — Me solta! — Empurro o peito dele. Minha mão queima. — Eu não vou te machucar, cunhada. — O "cunhada" sai arrastado, sujo. — Mas eu tô tendo uns pensamentos indecentes com você agora. Se for embora, vai se arrepender. E ideias boas são as minhas favoritas. Minhas pernas amolecem. Agora que eu presto atenção, ele é um charme,ele é lindo. Um pecado de terno! — Amanhã é seu casamento. — Ele passa o dedão na minha boca. — Vamos festejar do nosso jeito. Eu sei que você não ficou com o meu irmão ainda. Deixa eu te levar à loucura. Eu começo a suar. Meu Deus, eu vou perder minha virgindade hoje? Guardei tanto pro Lucas e vou entregar pro irmão dele? — Quem te contou detalhes da minha vida? — Homem fala com homem. Mulher com mulher. E irmão... irmão sabe de tudo. Eu perco a guerra comigo mesma. Puxo ele pelo colarinho e colo minha boca na dele. Ele geme._Aaaai, que maravilha, linda." Quanto mais ele geme, mais eu quero,mais desejo eu sinto. _Que maravilha, você é muito gostosa.A noite vira um borrão de pele, sussurros e promessas que a gente não vai cumprir. *Horas depois.* O gosto de tequila acorda antes de mim. Amargo,azedo,grudado no céu da boca. Abro o olho e não reconheço o teto. Branco. Rachadura fina no canto. Lençol cinza, áspero. Tudo masculino demais. Será que eu dormi com o Lucas antes do casamento? Sinto um braço pesado na minha barriga, Travo. O ar some. Viro a cabeça devagar. Rafael... Dormindo de cara no travesseiro. A tatuagem de bússola no ombro, subindo e descendo, em paz. Meu cunhado, o irmão do Lucas,não acredito. Eu não queria ter vindo nessa festa. Eu falei pro Lucas. Horas antes._ _"É o evento beneficente da minha família, Marina. Meu irmão tá pagando tudo. Se você não for, parece que a gente tá em guerra com o minha família.Aquele povo não é fácil. Vai por mim, estou te pedindo,te imploro."_ Fim da lembrança._ Fui por obrigação,por medo do que o Lucas ia enfrentar no trabalho. Por medo da sogra dizendo que ele é ingrato, que eu afastei ele da família. Ele é o filho preferido, mas morre de medo de decepcionar o pai e a mãe. E olha onde a obrigação me trouxe. As imagens voltam sem pedir licença,eu na sacada do quarto dele, Rafael foi chegando devagar com aquele terno preto, bem alinhado no corpo. — Você não devia estar aqui. — Por que não? Parece que estava assustado, olhei naqueles olhos cor de mel e meu coração quis pular do peito. Acordo de vez,furiosa. — Acorda, seu tarado! O que nós dois estamos fazendo aqui juntos? Visto a roupa aos tropeços e corro pela porta. Paro com a mão na maçaneta e digo, sem olhar pra trás: — Não diga nada pra ninguém,o que aconteceu aqui ,vai morrer aqui. Saio,corro pro quarto de hóspedes,as lágrimas descem sem controle. — Calma — eu digo pra mim mesma,assustada percebo que já é outro dia. — Que horas são? Meu Jesus... hoje é o meu casamento! A cabeça não para,as lembranças também não pelo jeito ela será minha companheira. A discussão,elle passando a mão no rosto, desesperado, quando estava saindo do quarto, ouvir ele falando alto: "Maldição." Lembro de como a família dele trata o Lucas na empresa,como se ele fosse um zero à esquerda. Parece que eles querem que ele nunca arrume um serviço. Estou me encurralando contra a parede por mim mesma. Apertei meu próprio braço,não pra me machucar,pra me calar. Pra guardar esse segredo. O mundo parou ali. Sem música. Sem alegria,desejo, medo Só a respiração dele na minha boca e a minha decisão idiota de não virar o rosto e ir embora. Lembrei que fui eu que agarrei primeiro. Que ele se aproveitou da minha bebedeira,aproveitou. Que patife! As lembranças viraram minha companheira agora. Eu estava rápida,ele me parou e começou do jeito dele. Lento,em silêncio,e apertado, começou,agarrar mais forte na minha cintura..Eu não resisti e segurei a nuca dele, levantei meus pés pra alcançar a boca dele, porque é muito alto.Quando devia ter corrido, mas eu queria. Fui eu que gemi o nome dele quando devia ter gritado por segurança. Meu cunhado,o irmão do meu marido. Ai, meu Deus! Sair do quarto,começo a rir sozinha no corredor. Um riso histérico. Onde tá o Lucas nessa casa enorme? Lembro do momento que acordei naquele quarto. _Flash._ Sentei na cama com tudo,o lençol caiu. Meu movimento fez ele se mexer. Gritei. ele abriu um olho só,focou em mim. E eu vi a ficha cair no rosto dele. Primeiro confusão, depois reconhecimento. Depois, o mesmo inferno que tá no meu. — Merda. É a única coisa que ele fala. É a única coisa que eu consigo pensar. Porque realmente é uma merda. A porta do corredor se abre. — O que você está fazendo aqui, Marina? É a mãe do Rafael e do Lucas. — Eu… eu…📖 Grávida do meu cunhadoAutora: Edivania RiosTodos os direitos reservados – LEI Nº 9.610/98Quando a Marina parou de contar tudo sobre a lua de mel e como foi voltar para casa, nossa ela falou... Falou feito uma criança.Aí nossos pais me pediram também para eu falar, mostrar entusiasmado. Então foi a minha vez de contar o resto da história. Ela sempre fala de nós, de nossos filhos, mas raramente fala do quanto ela é importante para a história.Passado 2 anos e meio depois...Hoje acordei antes de todo mundo. Ainda estava meio escuro, só com uma luz amarela começando a aparecer na borda do horizonte. Fui até a cozinha fazer café, e enquanto esperava a água ferver, olhei pela janela para o pasto: o cavalo pequeno que compramos para o menino estava ali, mordiscando o capim-verde, e as galinhas já estavam andando soltas pelo quintal.Hoje estamos na fazenda,pai , mãe, sogra, sogro.Laura acordou chorando pouco depois - ela está começando a engatinhar e quer ficar em pé o tempo todo. A
!📖 Grávida do meu cunhadoAutora: Edivania RiosTodos os direitos reservados – LEI Nº 9.610/98O dia do casamento chegou mais rápido do que eu imaginava. Eu acordei às cinco horas da manhã - nem precisava de despertador, a ansiedade já estava me acordando há horas. Minha mãe chegou cedo para me ajudar a se arrumar, e minha sogra veio logo em seguida com uma tigela de caldo de cana:— Bebe isso, filha! Vai te dar força para o dia todo! Você não pode se cansar muito, não é só você agora!Minha amiga Camila veio fazer meu cabelo e maquiagem - ela ficou olhando para minha barriga que já estava aparecendo .— Marina, você está radiante! A gravidez fica muito bem em você!Quando coloquei o vestido de noiva, eu quase chorei de emoção. A renda brilhava na luz da janela, a manga longa cobria minhas mãos delicadamente, e a cauda pequena ficava perfeita na cadeira onde eu estava sentada. Minha sogra entrou na sala e parou na porta:— Meu Deus do céu... você é a noiva mais linda que eu já vi na
📖 Grávida do meu cunhadoAutora: Edivania RiosTodos os direitos reservados – LEI Nº 9.610/98Eu sempre imaginei que seria assim - eu contando para ele sobre a gravidez de uma forma romântica, com flores e música. Mas na verdade, foi o Moisés quem acabou contando sem querer, com seu desenho de barriguinha grande.Ele ouviu eu assustada no banheiro e falei alto no susto empolgação já viu, criança não tem desconfiometro. Mesmo assim, o momento do pedido foi tudo o que eu sempre sonhei, mesmo que foi pedido novamente...Eu nem consigo explicar o que senti naquele momento - as pernas trêmulas, as lágrimas rolando sem parar, o coração parecendo querer sair do meu láito. Depois que ele viu o desenho e eu contei sobre o teste, ele ficou quieto por um segundo, depois sorriu e disse:— Marina... Você não tinha me dito que estava grávida.Mesmo assim ele afirmou:__você era a mulher da minha vida. Mas agora isso fica ainda mais real.E nesse momento que ele se ajoelhou e tirou a aliança do bols
Grávida do meu cunhadoAutora: Edivania RiosTodos os direitos reservados – LEI Nº 9.610/98Já fazia meses que eu sonhava com esse momento, mas nunca imaginei que ia virar um circo tão grande, só estava esperando Marina se divorciar,e divorciou. Decidi preparar tudo na minha casa - a casa onde tudo começou, mas agora toda arrumada, com flores em todos os cantos, mesa posta com o melhor da nossa porcelana. Minha mãe Luciana prometeu que não ia trometar tanto dessa vez, mas aí está ali, passando a mão na barriga da Marina como se fosse uma boneca de porcelana:— Cuidado, filha! Não se mexa tanto que o bebê pode ficar mal posicionado...De repente, ela viu uma das empregadas colocando as cadeiras de jeito errado e explodiu:— Dona Carmem! Para com isso! As cadeiras têm que ficar em linha reta, não em zig-zag! Se o pastor João chegar e ver isso todo desarrumado, vai pensar que a gente não tem educação!A empregada deu um jeito e falou baixinho:— Desculpe, dona Luciana... eu estava tenta






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