INICIAR SESIÓNQuando ela acordou, Yuri tomava chá sentado a pequena mesa que tinha no quarto a observando.
Ela dormia de bruços, com as costas e uma perna nua fora da colcha.
Ela acordou e o viu, ela se virou e se cobriu um pouco tímida, um sorriso maroto correu nos lábios dele.
-Está com fome? Ele perguntou se levantando da poltrona indo até ela.
Ela baixou os olhos quando ele se aproximou. – Sim.
- Olhe para mim. Ele pediu.
Ela levantou um pouco o rosto olhando para ele, que tocou seu queixo com o dedo indicador dobrado beijando levemente os lábios dela.
Ele separou os lábios do dela. – Quero mais! E segurou o rosto dela com as mãos beijando-a com paixão se deitando sobre ela, sua mão forte deslizou sobre a pele macia da perna dela fazendo-a se afastar para ele se encaixar.
Ela tocava o peito forte dele, no frenesi ela apertou suas unhas nos ombros dele que agora estavam marcados.
Ofegante os dois repousavam um nos braços do outro. – Como puder ser malvado com você, deve estar com muita fome, prometo de recompensar. Ele disse sorrindo beijando a cabeça dela, que estava descansando sobre o abdome dele.
- Vou tomar banho, para tomar café. Ela disse, mas estava com vergonha de sair nua da cama.
- Vou com você. Ele disse se levantando.
Ela envergonhada o viu levantar sem nenhum pudor, ela analisou seu corpo esculpido, seus músculos bem definidos, seu coração disparou.
- Você não vem? Ele perguntou a ela reparando que suas bochechas estavam coradas. – Ainda com vergonha? Há algo aí que ainda não toquei?
- É diferente. Ela disse sem conseguir encará-lo.
Ele gostava da timidez dela, isso só atiçava mais seu desejo.
Ele caminhou até a cama puxando a colcha e pegando-a no colo em seguida.
- Venha vou te mostrar algo novo.
Ele a colocou no banheiro e deixou que a água morna caísse sobre sua cabeça, ele entrou também a abraçando sob a água.
Ele a amou novamente, ela já não sentia suas pernas, então ele a pegou no colo de forma que ela enlaçou sua cintura com suas pernas, ele a encostou na parede e depois de um tempo ela gemeu abraçada ao pescoço dele, quase sem conseguir se manter e ele transbordou de prazer ao ouvi-la, no seu clímax.
Exausto ele saiu do banheiro antes dela, ajeitou suas roupas e o café para ela.
Ele pegou sua mochila e tirou o lençol da cama, guardando-o em um saco plástico e colocando-o dentro da mochila.
Quando ela saiu do banheiro, ele desceu para a recepção para ela ter privacidade para se trocar e tomar o café tranquilamente.
Ele acertou o quarto e também o lençol que ia levando, ele disse que havia derramado um medicamento no lençol e a mancha não sairia mais.
Ele saiu do hotel e encontrou alguns de seus homens na calçada. – Vocês podem seguir com os carros, irei de trem, ainda quero passar em outro lugar, nos vemos em dois dias no quartel da capital, boa viagem a vocês e se cuidem.
- E Rosana? Um deles perguntou, sendo reprovado pelos outros.
- Vai comigo, quero mostrar-lhe um lugar. Ao chegar lá vocês descansem depois teremos muito trabalho.
- Está certo, até mais Marechal. Bateram continência e se despediram do seu superior.
Quando ele subiu encontrou Rosana arrumando suas roupas e a cama, ela deu falta do lençol, mas não disse nada. – Deixe como está eles virão tirar tudo e arrumar, para outro hóspede.
- Eu sei, mas não gosto de deixar desarrumado.
- Bom, termine e seguiremos. Ele disse.
- E os meninos? Ela perguntou.
- Você se refere aos soldados? Eles já foram.
- Não nos esperaram? Ela perguntou sem entender pegando a pequena bolsa com seus vestidos novos.
- Não vamos pelo mesmo caminho, quero te mostrar outro lugar e temos coisas a fazer na capital administrativa da província.
- Vocês tem duas capitais? Ela perguntou curiosa.
- Sim uma politica onde está o palácio e uma administrativa onde estão as maiorias dos órgãos de gestão.
Ela assentiu e caminhou para fora do quarto enquanto ele trancava a porta.
Ao sair ela notou que não havia nenhum jipe. – Onde está o carro?
- Você já andou de trem? Ele perguntou a ela.
- Não, eu já ouvi falar sobre eles, mas nunca vi um. Ela disse enquanto ele pegava sua mão para atravessarem a rua.
- Então você terá a oportunidade, vai conhecer a serra, mas antes vamos comprar roupas de inverno, quando descermos para a outra capital estará bem mais frio que aqui.
Ela entendeu já estavam praticamente no inverno, as noites estavam muito frias.
Então eles caminharam de mãos dadas até uma loja, fizeram suas compras, ele comprou para ela um casaco com um capuz com pelos em volta, ela nunca tinha visto um daqueles. –É tão fofo e macio. Ela disse admirada o acariciando.
- Já estou com ciúme dele. Yuri brincou.
Ela olhou para ele, com um sorriso. –Não precisa, nada nem ninguém é mais fofo que você.
- Hum, acho que isso não soou muito bem afinal, sou um marechal se alguém ouvir isso minha imagem pode estar arruinada.
- Por falar em imagem, você é o príncipe e se porta e anda pelas ruas como uma pessoa comum. Ela disse com uma certa estranheza, afinal os políticos e agentes da sua província ostentavam riquezas e faziam questão de serem bajulados.
- Não gosto de ser tratado diferente apenas pela minha posição, a população não me conhece, sabem que existo, mas nunca viram um retrato meu.
- Não acredito, muitas mulheres e homens olharam para você com curiosidade por onde passamos. Ela disse se recordando.
- Hum, talvez pela farda ou pela minha aparência estonteante. Ele brincou.
Ela o beliscou, mas ele estava certo. Ele realmente era muito acima da média, era alto e também muito bonito, além disso ele se portava com classe e sua aura dava-lhe um ar de superioridade.
Quando chegaram a estação Yuri precisou usar sua posição de militar para conseguir a passagem para Rosana, ela não possui documentos.
Os dias se passaram Yuri tinha muito trabalho, Rosana se dedicava a caridade, sempre viajavam para a província Leste para saber como estavam indo as coisas por lá. Sempre que os dois apareciam em público, as pessoas os cumprimentavam felizes e agradecendo tudo que o casal havia feito pela província. Depois Rosana já não podia acompanhar mais Yuri, pois já estava no finalzinho da gestação, ele também estava evitando viajar para longe queria estar ao lado dela quando seu filho nascesse, seu pai o ajudava, o imperador passou a levar a imperatriz com ele quando saia nas viagens de negócios, ela estava bem mais fácil de lidar. A avó de Yuri estava sempre perto de Rosana a ajudando, Yuri pediu para que fosse construída uma casa para eles na propriedade, para que ficassem perto deles. Yuri e Rosana estavam jantando em casa quando ela sentiu uma dor, vendo-a. – O que foi? Está bem? Yuri perguntou preocupado. - Acho que está na hora! Ela disse tentando se levantar com a mão em sua barriga
Numa certa manhã Rosana e Yuri tomavam café juntos, na casa de verão, raramente iam ao palácio, a não ser que tivesse algum evento, Rosana estava estudando, e ajudava algumas instituições de caridade representando Yuri, ele não tinha ocupado o trono estava adiando enrolando seu pai, mas já era ele que tomava praticamente todas as decisões. - Precisamos nos casar! Ele disse, de supetão. - Agora? Já estamos juntos, não precisamos disso. - Sim precisamos! Você merece uma festa linda! - Não gosto dessas coisas, você sabe! - Você é uma princesa, merece uma festa a sua altura! - Terei que ir ao estrangeiro para uma reunião entre líderes, quero que vá comigo, lá compraremos seu vestido. Ele disse se levantando da mesa. Antes de sair ele ainda acrescentou. – Faça uma lista do que você gostaria que tivesse na festa e quem você gostaria que estivesse presente. Antes que diga algo, não importa a distância, mandaremos trazer todos que você queira na nossa festa! Ele saiu e Rosana ficou pen
- Você não foi para seu quarto? Ela disse, segurando a toalha com força.- Este é meu quarto! Você quer que eu vá embora?- Não é isso é que...- Você está com vergonha de que saibam que dormimos jutos? Você é minha mulher, já estávamos prestes a se casar, por falar nisso faremos isso o quanto antes! Venha cá.Ela caminhou até ele devagar, seus cabelos estavam enrolados na toalha, e ela segurava a que estava envolta de seu corpo com firmeza, a sensação que sentia era indescritível, seu coração estava palpitando.- Vire-se ele pediu.Ela olhou-o nos olhos e não disse nada apenas obedeceu.Sentiu quando delicadamente ele passou a mão a sua frente e sentiu quando pousou em seu pescoço algo gelado. Ele segurou sua cintura a guiando até o espelho.- O que acha? Ele perguntou em seu ouvido.- É lindo. Ela disse tocando o colar com os dedos.- Não tanto quanto você! Ele disse abraçando-a de costas para ele, que tirou a toalha de seus cabelos e pegou as mãos dela para que soltasse a toalha qu
Os dois se amaram, a saudade não cabia em seus peitos, Yuri parecia insaciável.Na manhã seguinte os dois chegaram bem cedinho a pensão, nem perceberam haviam dormido fora, estavam preparando o café quando o imperador entrou na cozinha, os cumprimentou os três se sentaram e tomaram café juntos.- O senhor já está recuperado, vou leva-lo de volta. Disse Yuri, colocando um bolinho no prato de Rosana.- Oras você está me expulsando? O homem perguntou curioso.- Não é isso! Mas você precisa ir cuidar das suas coisas, não posso ficar lá, tenho meu trabalho aqui agora.- Você é herdeiro da Província Oeste, tem suas responsabilidades, além disso estou bem aqui e já estou velho preciso descansar.- Pai não comece, já discutimos isso...- Me leve a capital, mas a da Província Leste.- O que você quer fazer lá?Rosana com os olhos regalados observava a conversa dos dois, mas se ateve a ficar quietinha comendo sua comida.- Vamos conversar com o parlamento.- O que você quer conversar? Yuri perg
Mais dois dias se passaram, Yuri soube que os soldados estavam com Akira na mira ele desceu até a fronteira, queria participar da operação.Quando chegou a fronteira já passava da meia noite, estavam à espreita disseram que Akira tentaria fugir naquela noite pois tinham recebido informações que um pequeno avião o esperava no pais vizinho, se ele conseguisse cruzar a fronteira ficaria mais difícil, pegá-lo.Como Yuri era herdeiro da Província Oeste e era chefe do exército da Província Leste ele tinha jurisdição para pegar Akira em qualquer uma das duas províncias.Conforme as investigações iam avançando, descobria-se que Akira, embora tivesse uma boa aparência e parecia um nobre, ele era responsável pelo maior esquema de contrabandos de armas e drogas, além disso era bem provável que ele também estivesse envolvido com lavagem de dinheiro e tráfico de humanos.Estavam todos à espreita quando um caminhão suspeito passou na estrada, mais a frente um grupo tinha colocado uma barreira para
O médico examinou o imperador, ele havia sido atingido peito, mas não tinham acertado o coração, levaram-no para o hospital ele ia ter que passar por cirurgia. Rosana estava desolada dona Satoko e as pensionistas tentavam acalma-la. Quando percebeu a movimentação o imperador, que depois que conversou com o filho se sentou no fundo próximo da entrada onde seria a cerimonia, caminhou discretamente entre os carros e arvores e quando iam colocar Rosana no carro ele atirou com precisão atingindo o homem que a soltou, mas revidaram e acabou sendo atingido. Yuri e seus homens não perderam de vista os carros da gangue de Akira, seguindo-os de perto e trocando tiros. No caminho já encontraram alguns soldados da Província Leste que tinha vindo ajudar. - Avisem as fronteiras e portos. Yuri disse aos soldados da Província Leste. E ele continuou. - E vocês dois, vão para a Província Oeste e diga o que aconteceu, diga que estou ordenando que fechem as fronteiras e deem busca e apreensão em tod







