FAZER LOGINEle tirou sua camisa e entrou no banheiro.
- Ah! Você está maluco? - Estou. Ele a pressionou contra a parede, beijando sua boca. Quando ele a beijou, o coração de Rosana parou por alguns segundos, quando voltou a bater, ela o empurrou tentando buscar ar. Ela ao bater nele sentiu seu peito forte que agora estava molhado e a visão era alucinante. Ele a beijava com urgência deslizando suas mãos pelo corpo dela fresco e perfumado pelo banho. Ele a levantou e encostando-a na parede, Rosana passou as pernas sobre o quadril dele, ela sentia o desejo dele sob a calça, um calor a invadiu só de se lembrar dos momentos que viveu nos braços dele naquela noite no hotel. Ela estava decidida a deixa-lo, mas agora sua mente não comandava nada, ela só sentia um fogo que a consumia e ele a o queria novamente, se esquecendo das suas intenções iniciais. Rosana colocou a mão no botão da calça de Yuri tentando abrir a braguilha, ela o fez e se endireitou para senti-lo por inteiro. Um gemido silenciado pelo beijo saiu de sua boca, na hora que ele a invadiu. Ela tinha seus dedos entrelaçados nos cabelos dele que pela agua escorriam pela testa, os dela colavam ao corpo dos dois. Se amaram por um bom tempo, depois do banho ele a ajudou secar os cabelos e nenhum dos dois tocaram nos assuntos discutidos no caminho. Ele entregou-lhe a roupa que havia comprado. - Se eu fosse pagar todas as roupas que você me comprou. Ela disse se vestindo. - Não pense nisso. Ele disse dobrando a manga de sua camisa. - Era para eu ter um guarda roupa cheio de roupas, mas vira e mexe estou sem nada. Disse pensando sobre isso. - Sem nada? Gosto disso! Ele disse brincando com ela. - Não seja bobo! Ela foi até ele terminando de ajeitar a gola da camisa dele. Ele deu um selinho em seus lábios. Vamos você deve estar com fome. Ela assentiu com um sorriso, concordando. No trajeto ele ia observando a mulher que agora estava amável e doce como sempre, “oras é só fazer amor que aa braveza dela passa”? Ele sorriu em pensar nisso. Os dois jantaram num pequeno restaurante, ele estava curioso para saber o que havia acontecido com ela, mas tinha medo de tocar no assunto e começar tudo de novo, decidiu esperar um pouco, ele ia descobrir de qualquer jeito. Akira voltou para sua mansão, encontrou Hao cuidando de Sufei, ele vendo-a deitada na cama dormindo sem seus trajes de empregada era uma linda garota, ele estava tão acostumado de vê-la ali na cozinha que não se dava conta da beleza dela. - Deixe-a descansar. Ele disse a Hao. – Você pode ir cuidar dos seus afazeres agora, as outras empregadas cuidam dela e também estou aqui. Hao, não gostou muito, sentiu um certo interesse repentino de Akira por Sufei. – E Raoni? Ele perguntou. - Não se preocupe, o matei, ninguém invade a minha casa e fere um funcionário meu e sai impune. - E a outra garota? Ele perguntou para desviar a atenção de Akira para longe de Sufei. - Está bem, vou traze-la de volta. O rapaz saiu, um pouco incomodado. Rosana e Yuri saíram do pequeno restaurante e caminharam pela rua, ele tirou seu casaco e colocou sobre os ombros dela, estava frio, por aqueles dias não havia nevado. - Como você foi parar na casa de Akira, quando Raoni te sequestrou? Yuri perguntou diretamente enquanto caminhava ao lado dela. Ela levou um susto pela pergunta, achou que ele havia esquecido este assunto, ela não sabia como começar, mas também entendia que não adiantava adiar ele ia querer saber, e se não fosse por ela saberia por outro e poderia ser pior. - Fui sequestrada da casa de seu pai por Raoni, ele me trocou por armas. Foi o que Akira disse. Ela disse a verdade. - Maldito! Ele te machucou? Akira te machucou? Ele perguntou parando em frente a ela e segurando seu rosto delicado entre as mãos. - Não, nenhum dos dois, Raoni me levou ele colocou algo sobre meu nariz e apaguei, acordei já na casa de Akira, lá ele pediu para que cuidassem de mim. Ele não ficou na casa por isso Raoni conseguiu entrar lá. - Diga para mim fizeram mal a você no palácio? Ele perguntou tentando descobrir se ela estava escondendo alguma coisa dele. - Não fizeram nada, vamos está frio. Ela disse saindo das mãos dele, continuando a caminhar. Ele não a forçou, mas sabia que algo havia acontecido, mas se isso a machucava ele não perguntaria a ela. Ele iria direto na fonte, ele ia descobrir. No hotel, ela tirou o casaco e colocou sobre a cadeira. Yuri a viu calada no quarto, ele a abraçou pelas costas, cheirando seus cabelos. – Fiquei muito preocupado com você, senti sua falta. Ela se virou para ele e começou a desabotoar a camisa dele. – Estava muito preocupada com você na guerra, não temos paz, quando isso vai terminar? Ela terminou de tirar a camisa dele e notou a cicatriz em seu braço, ela passou o dedo e olhou para ele. – Você foi ferido? - Não é nada demais, foi de raspão. Você já levou um tiro. Ele disse beijando os lábios dela, para que esquecesse aquilo. - Todos os dias eu rezava, tinha medo que algo acontecesse com você. Ela disse com os olhos cheios de lágrimas. - Acabou, Raoni está morto, a invasão foi bem-sucedida logo tudo estará em seu lugar, não chore por favor. Ele a abraçou e ela chorou, seu coração estava aflito, ela vinha segurando suas emoções há muito tempo. Ele a abraçava com força deixando que ela chorasse, ela havia passado por muitas coisas. Depois de um tempo, ela enxugou suas lágrimas com as costas das mãos, abraçou o pescoço dele passando os dedos em sua nuca, ela ficou na ponta dos pés o beijando suavemente. - Me ame! Ela disse o olhando nos olhos. Ele a apertou contra si retribuindo o beijo, com a mesma delicadeza, ele a levantou no colo a colocando sobre a cama.Os dias se passaram Yuri tinha muito trabalho, Rosana se dedicava a caridade, sempre viajavam para a província Leste para saber como estavam indo as coisas por lá. Sempre que os dois apareciam em público, as pessoas os cumprimentavam felizes e agradecendo tudo que o casal havia feito pela província. Depois Rosana já não podia acompanhar mais Yuri, pois já estava no finalzinho da gestação, ele também estava evitando viajar para longe queria estar ao lado dela quando seu filho nascesse, seu pai o ajudava, o imperador passou a levar a imperatriz com ele quando saia nas viagens de negócios, ela estava bem mais fácil de lidar. A avó de Yuri estava sempre perto de Rosana a ajudando, Yuri pediu para que fosse construída uma casa para eles na propriedade, para que ficassem perto deles. Yuri e Rosana estavam jantando em casa quando ela sentiu uma dor, vendo-a. – O que foi? Está bem? Yuri perguntou preocupado. - Acho que está na hora! Ela disse tentando se levantar com a mão em sua barriga
Numa certa manhã Rosana e Yuri tomavam café juntos, na casa de verão, raramente iam ao palácio, a não ser que tivesse algum evento, Rosana estava estudando, e ajudava algumas instituições de caridade representando Yuri, ele não tinha ocupado o trono estava adiando enrolando seu pai, mas já era ele que tomava praticamente todas as decisões. - Precisamos nos casar! Ele disse, de supetão. - Agora? Já estamos juntos, não precisamos disso. - Sim precisamos! Você merece uma festa linda! - Não gosto dessas coisas, você sabe! - Você é uma princesa, merece uma festa a sua altura! - Terei que ir ao estrangeiro para uma reunião entre líderes, quero que vá comigo, lá compraremos seu vestido. Ele disse se levantando da mesa. Antes de sair ele ainda acrescentou. – Faça uma lista do que você gostaria que tivesse na festa e quem você gostaria que estivesse presente. Antes que diga algo, não importa a distância, mandaremos trazer todos que você queira na nossa festa! Ele saiu e Rosana ficou pen
- Você não foi para seu quarto? Ela disse, segurando a toalha com força.- Este é meu quarto! Você quer que eu vá embora?- Não é isso é que...- Você está com vergonha de que saibam que dormimos jutos? Você é minha mulher, já estávamos prestes a se casar, por falar nisso faremos isso o quanto antes! Venha cá.Ela caminhou até ele devagar, seus cabelos estavam enrolados na toalha, e ela segurava a que estava envolta de seu corpo com firmeza, a sensação que sentia era indescritível, seu coração estava palpitando.- Vire-se ele pediu.Ela olhou-o nos olhos e não disse nada apenas obedeceu.Sentiu quando delicadamente ele passou a mão a sua frente e sentiu quando pousou em seu pescoço algo gelado. Ele segurou sua cintura a guiando até o espelho.- O que acha? Ele perguntou em seu ouvido.- É lindo. Ela disse tocando o colar com os dedos.- Não tanto quanto você! Ele disse abraçando-a de costas para ele, que tirou a toalha de seus cabelos e pegou as mãos dela para que soltasse a toalha qu
Os dois se amaram, a saudade não cabia em seus peitos, Yuri parecia insaciável.Na manhã seguinte os dois chegaram bem cedinho a pensão, nem perceberam haviam dormido fora, estavam preparando o café quando o imperador entrou na cozinha, os cumprimentou os três se sentaram e tomaram café juntos.- O senhor já está recuperado, vou leva-lo de volta. Disse Yuri, colocando um bolinho no prato de Rosana.- Oras você está me expulsando? O homem perguntou curioso.- Não é isso! Mas você precisa ir cuidar das suas coisas, não posso ficar lá, tenho meu trabalho aqui agora.- Você é herdeiro da Província Oeste, tem suas responsabilidades, além disso estou bem aqui e já estou velho preciso descansar.- Pai não comece, já discutimos isso...- Me leve a capital, mas a da Província Leste.- O que você quer fazer lá?Rosana com os olhos regalados observava a conversa dos dois, mas se ateve a ficar quietinha comendo sua comida.- Vamos conversar com o parlamento.- O que você quer conversar? Yuri perg
Mais dois dias se passaram, Yuri soube que os soldados estavam com Akira na mira ele desceu até a fronteira, queria participar da operação.Quando chegou a fronteira já passava da meia noite, estavam à espreita disseram que Akira tentaria fugir naquela noite pois tinham recebido informações que um pequeno avião o esperava no pais vizinho, se ele conseguisse cruzar a fronteira ficaria mais difícil, pegá-lo.Como Yuri era herdeiro da Província Oeste e era chefe do exército da Província Leste ele tinha jurisdição para pegar Akira em qualquer uma das duas províncias.Conforme as investigações iam avançando, descobria-se que Akira, embora tivesse uma boa aparência e parecia um nobre, ele era responsável pelo maior esquema de contrabandos de armas e drogas, além disso era bem provável que ele também estivesse envolvido com lavagem de dinheiro e tráfico de humanos.Estavam todos à espreita quando um caminhão suspeito passou na estrada, mais a frente um grupo tinha colocado uma barreira para
O médico examinou o imperador, ele havia sido atingido peito, mas não tinham acertado o coração, levaram-no para o hospital ele ia ter que passar por cirurgia. Rosana estava desolada dona Satoko e as pensionistas tentavam acalma-la. Quando percebeu a movimentação o imperador, que depois que conversou com o filho se sentou no fundo próximo da entrada onde seria a cerimonia, caminhou discretamente entre os carros e arvores e quando iam colocar Rosana no carro ele atirou com precisão atingindo o homem que a soltou, mas revidaram e acabou sendo atingido. Yuri e seus homens não perderam de vista os carros da gangue de Akira, seguindo-os de perto e trocando tiros. No caminho já encontraram alguns soldados da Província Leste que tinha vindo ajudar. - Avisem as fronteiras e portos. Yuri disse aos soldados da Província Leste. E ele continuou. - E vocês dois, vão para a Província Oeste e diga o que aconteceu, diga que estou ordenando que fechem as fronteiras e deem busca e apreensão em tod







