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76- Três dias para voltar

Autor: luproencio
last update Fecha de publicación: 2024-04-06 09:53:39

Yuri a amou, nem se importou que ainda estava se recuperando, ele não via a hora disso tudo acabar. Queria se casar com Rosana e ter uma vida de casal, ele pensou em leva-la para conhecer algum doa países das quais ele já havia morado, poder sair tranquilamente pela rua e aproveitar a companhia um do outro.

Os dois assaram batatas e carne na fogueira, tomaram chá enquanto se aqueciam juntinhos diante da fogueira.

A sós, aproveitaram a noite trocaram carinhos e conversaram sobre quase tudo, menos sobre a guerra e o palácio.

 Na manhã seguinte eles partiram para o destacamento, mas no caminho resolveram visitar algumas comunidades para ver como as coisas estavam indo.

A cada dia mais Rosana e Yuri se envolviam na reconstrução da província Leste, o imperador estava muito irritado com o fato de Yuri não ter voltado mais para casa, nem para trazer-lhe notícias. Ele apenas sabia do que acontecia por lá superficialmente, pois era apenas informado por algum soldado que vinha de lá e passava no palácio e contava superficialmente como estavam as coisas por lá.

- Porque Yuri não vem para casa? Ele perguntou ao soldado.

- Senhor, ele está muito bem. É muito querido pela população, ele é um líder nato.

- Como assim? Ele perguntou curioso.

- Ele nega, mas o fato é que ele e a senhorita Rosana são muito queridos pela população, eles confiam neles e tem neles confiança. O povo o quer como líder um governante.

- Oras isso é impossível! Yuri é meu herdeiro o lugar dele é aqui. Ele disse batendo com o punho fechado no braço da cadeira a qual estava sentado.

-Você volte lá e diga a ele que venha, se ele não voltar para casa em três dias mandarei que o traga a força! Ainda sou o imperador e seu pai!

- Sim senhor. Respondeu o soldado, achando melhor encerrar o assunto.

Ele saiu do palácio e partiu novamente para a província Leste levando o recado de imperador a Yuri.

Na sede Yuri ajudava um soldado no conserto de um veículo que seria usado para transportar as crianças de uma comunidade até a outra onde estava a escola, estava deitado sob o veículo.

- Senhor preciso falar-lhe, tenho um recado de seus pais.

- Vá comer deve estar cansado e com fome, terminando aqui conversaremos. Ele disse saído debaixo do pequeno ônibus e pedindo uma chave ao outro que o auxiliava.

O soldado fez como ele havia ordenado.

Mais tarde Rosana viu Yuri lavando as mãos no pátio ela foi até ele, já estava escurecendo e ele não tinha comido nada, ela chegou e tocou seu ombro com delicadeza.

- Deve estar com fome já é tarde.

Ele olhou para ela e sentiu seu coração se aquecer ao vê-la ali preocupada com ele.

- Estou bem, terminei e amanhã ele, o ônibus, poderá ser levado a comunidade e as crianças poderão ir à escola.

- Você é um homem muito bom! Ela disse beijando o rosto dele.

Ele brincou com ela passando o dedo sujo de fuligem em seu nariz, os dois riram. Não sabiam, mas estavam sendo observados por alguns soldados que estavam sentados jogando conversa fora, depois do jantar.

- O marechal é um cara de sorte, senhorita Rosana é além de linda uma mulher surpreendente. Disse um soldado.

- É verdade os dois parecem ter sidos unidos pelos Deuses. Confirmou o outro.

Depois que tomou banho e jantou, Yuri foi procurar o soldado para saber das notícias da província Oeste e como estava seu pai.

- Senhor lá está tudo bem, mas seu pai está um pouco bravo.

- Bravo? E porque meu pai estaria bravo? Yuri perguntou, mas já fazia uma ideia.

- Oras porque o senhor não voltou mais para casa. O soldado disse um pouco sem jeito.

- As coisas por lá não estão bem? Então o trabalho está aqui e estou fazendo.

- Eu disse a ele, mas ele não pareceu entender.

- Hum, e a tal Meilin ainda está por lá?

- Não senhor, ouvi dizer que ela foi mandada embora por seu pai.

- Ah é? E porquê? Ele perguntou levantando uma sobrancelha.

- Isso eu não sei. Ele disse, não querendo tocar no assunto, mas bem que ele sabia, os vigias haviam comentado que a garota era arrogante e havia por muitas vezes maltratado Rosana com a conivência da imperatriz.

- Está bem você já pode ir. Yuri disse a ele dispensando-o para ir descansar.

O soldado saiu e caminhou alguns passos, mas resolveu voltar. Parou em frente a Yuri e não sabia como começar a dizer sobre a ameaça do imperador de levar Yuri a força de volta para a província Oeste.

-Diga soldado o que houve?

- Senhor o seu pai lhe deu três dias para voltar para a província Oeste, sob pena dele mandar busca-lo.

Yuri soltou uma gargalhada. – Isso é sério soldado?

- Sim senhor, e ele não parecia estar brincando.

- Está bem pode ir, não se preocupe com as ameaças de meu pai.

Yuri estava voltando para seu quarto improvisado em uma sala da sede.

- O que o soldado disse. Rosana perguntou o assustando.

- Oh! Você estava me esperando? Ele a abraçou cheirando seus cabelos.

Ela tratou de se soltar, poderiam vê-los.

- Nada demais. Ele disse soltando-a.

- Não acredito que seja nada, você não vai ver seu pai? Ela perguntou, mas mais parecia uma acusação.

- Está tudo bem, não preciso ir lá, tem muita coisa para ser feita por aqui.

- Você está fugindo do seu pai, não está?

- Bobagem, porque faria isso?

- Não quer enfrenta-lo por minha causa, eu sei disso.

- Não diga isso, não tem nada a ver com você.

- Então porque você não vai lá vê-lo? Eu posso ficar aqui, continuo trabalhando e cuidando das coisas por aqui.

- Eu não sei vou pensar sobre isso. Ele disse indo direto para o quarto.

- Você não vai. Ela disse. – Te conheço, você não quer enfrenta-lo, assim você diz que vai pensar, mas nem se lembrará mais disso daqui a vinte minutos.

- Eu não sei vou pensar sobre isso. Ele disse indo direto para o quarto.

- Você não vai. Ela disse. – Te conheço, você não quer enfrenta-lo, assim você diz que vai pensar, mas nem se lembrará mais disso daqui a vinte minutos.

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Último capítulo

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