INICIAR SESIÓNHanna sentiu o coração acelerar com violência. Ele estava a testando, ou aquela urgência era genuína? A possibilidade de fuga colidia com a nova e perigosa lealdade que Aslan havia cultivado. A gratidão pelas refeições e o sussurro constante na mente dela.
— Ele é um predador, mas me protege — falaram mais alto.
Ela não podia arriscar a segurança dele, o homem que, de alguma forma, estava send
Logo que o choro de Zayn se estabilizou em pequenos resmungos de vida, o médico abriu a porta e permitiu que a família entrasse.O corredor, que antes parecia um campo de caos silencioso, foi inundado por passos apressados.A primeira a entrar foi Rubi, trazida pelos braços fortes de Ramon. A pequena parecia flutuar sobre o tapete grosso, os olhos cinzentos brilhando com uma curiosidade que vencia o sono.Ramon a colocou no chão, e ela se aproximou da cama na ponta dos pés, como se temesse que o chão de madeira pudesse denunciar sua presença.Ela olhou para o pequeno embrulho nos braços de Ária e inclinou a cabeça, maravilhada.— Ele é pequeno... — Rubi observou em um sussurro reverente, esticando o pescoço. — E ele tem o cabelo do papai! Agora eu tenho um brinquedo de verdade?Ária soltou uma risada fraca, mas carregada de tern
Malrik soltou um riso anasalado, o hálito quente acariciando a orelha dela enquanto ele se acomodava melhor no travesseiro.— Desde quando? O excesso de vodca da festa criou amigos imaginários agora?— É sério! Eu a vi... ela se chama Celine. — Hanna se virou de lado, ficando cara a cara com ele sob o edredom. Suas íris começaram a oscilar, mudando do castanho para um verde profundo e selvagem, como musgo sob a luz direta do sol.Malrik travou. O deboche habitual desapareceu enquanto ele observava a mutação nos olhos da esposa. Ele era um homem treinado para notar detalhes, e o que via ali não era ilusão.“- Diga a este macho que ele tem mãos habilidosas, embora a mente dele seja meio devagar” - a voz de Celine ecoou na mente de Hanna, carregada de um humor atrevido. - “Mas eu gosto dele. Ele cheira deliciosamente bem.”Hanna solto
Hanna e Malrik ficaram emaranhados por muito tempo depois de caírem exaustos sob a cama, sua respiração voltando ao normal enquanto a neve lá fora continuava a cair silenciosa.Malrik puxou o edredom sobre eles e trouxe Hanna para o seu peito, beijando o topo da cabeça ruiva.— Sabe — ele começou, a voz voltando ao tom de provocação suave — o Karavai (É um pão cerimonial grande, redondo e ricamente decorado com flores, tranças e folhas feitas da própria massa e simboliza hospitalidade, fertilidade e prosperidade) não mentiu. Você mordeu o pão com mais força, mas eu definitivamente ganhei na resistência.Hanna soltou uma risada fraca, exausta, e deu um tapinha leve no peito dele. — Convencido. Eu deixei você ganhar.— Ah, claro. Por isso você estava arranhando minhas costas como uma gata selvagem? &m
Eles saíram de fininho pelos fundos da pousada, deixando os convidados distraídos com as rodadas intermináveis de vodka e cerveja.Malrik levou Hanna até um chalé privativo anexo, onde o brilho da lareira já prometia o calor que seus corpos imploravam.Assim que cruzaram o limiar, o clima de provocação deu lugar a uma urgência febril.Hanna nem esperou que ele a colocasse no chão; puxou-o pela gravata com força, desafiando-o com o olhar.— Você fala demais, Malrik — ela sibilou contra os lábios dele.— E você é teimosa demais. Mas hoje, você é minha — ele respondeu, a voz falhando pela rouquidão do desejo.O estalo da fechadura ao ser trancada não foi um fim, mas um convite explícito.Malrik a prensou contra a madeira rústica com força, o peso de seu corpo atl&eac
Yulian desceu o corpo com uma lentidão torturante, deixando um rastro de beijos famintos por cada centímetro de pele exposta.Ao alcançar a coxa, seus olhos cinzas brilharam com uma luxúria predatória; ele prendeu a renda da cinta-liga entre os dentes e puxou, sentindo o elástico estalar contra a pele macia de Ária.Enquanto isso, sua mão subia com firmeza, os dedos subindo pela parte interna da coxa dela, em uma carícia possessiva que a fazia tremer, até que ele finalmente alcançou a seda da calcinha.O tecido estava encharcado, colado ao corpo dela pelo excesso de desejo.Yulian não teve paciência; com os dedos grandes e calejados, ele afastou a renda para o lado, expondo a fenda rosada e pulsante que brilhava de umidade.Ele engoliu em seco e se banqueteou.Quando ele a tocou, Ária soltou um soluço de prazer, o corpo reagindo instantane
No momento em que os lábios de Yulian e Ária se selaram, o mundo físico pareceu desaparecer para os dois. O som das ondas e os aplausos dos convidados tornaram-se um eco distante, substituídos por uma batida de coração poderosa que vinha de dentro deles.Dentro do plano espiritual, na mente conectada do casal, o cenário era uma floresta de pinheiros coberta por uma neve que brilhava como diamantes sob o luar.Jax, o imenso lobo negro de olhos dourados, deu um passo à frente. Ele não era mais uma fera de fúria e dor, mas um rei pronto para reivindicar sua rainha. Do outro lado da clareira, Valentina emergiu. A Loba Branca era pura luz, seus olhos refletindo a sabedoria de eras.“-Finalmente” - a voz de Jax rugiu, mas com uma ternura que fez a alma de Yulian vibrar.“- Para sempre” - Valentina respondeu, sua voz ecoando como música na mente de Ária.







