เข้าสู่ระบบSOLANA Marcel me puxou para um abraço assim que entramos em nosso quarto, envolvendo-me completamente com o corpo, e me permiti derreter em seus braços. Eu tinha sorte — estava feliz por não precisar enfrentar aquilo sozinha. Eu tinha apoio.— Você se saiu muito bem, Wildcat. Mostrou suas garras a eles.— Queria ter arranhado o rosto deles em vez disso. — bufei, e ele soltou uma risada.— A maneira como você lidou com eles é exatamente o que eu quis dizer quando falei que havia fogo dentro de você. E você vai se sair muito bem quando aprender a usá-lo da maneira certa. Você fez isso hoje. E estou muito orgulhoso de você.Eu apreciava a confiança que ele tinha em mim e seu apoio inabalável. Mas ainda estava confusa.— Não sei o que fazer, Marcel. Eles nunca vão me aceitar. — Passei a mão pelo rosto, sentindo uma parte de mim já começar a se dar por vencida. Sabia que haveria ainda mais resistência no futuro e me perguntava se conseguiria fazer com que me apoiassem no fim das contas. —
SOLANA — Muito bem, então. — disse o Ancião Grayson lentamente, encontrando meu olhar. — Isso está enraizado na tradição. Seu irmão não simplesmente recebeu o cargo de Alfa. Ele foi preparado desde o berço. Conhece tudo sobre esta matilha tão bem quanto conhece a palma da própria mão.Fez uma breve pausa antes de continuar.— Você, por outro lado, nem sequer sabe o caminho para o mercado daqui. Como espera que simplesmente confiemos nossa matilha a você e acreditemos que será capaz de nos liderar bem?O outro homem que o acompanhava, o Ancião Monroe, assentiu em concordância.— Grayson tem razão. Você não recebeu treinamento algum. Como pode nos liderar? O que você sequer sabe sobre liderança?O peso das perguntas e dos olhares dos dois ameaçou me abater, mas me recusei a ser derrubada por apenas dois homens. Além disso, o toque sutil de Marcel em meu ombro me ajudava a manter os pés no chão.— Entendo as preocupações de vocês, anciãos. De verdade. — comecei, fazendo questão de falar
SOLANA Alfa Solana — e não Lady Solana. Minha nova realidade passava diante dos meus olhos.— Você pode ir no meu carro. — ofereceu o Beta Gerald. — Na verdade, recebi instruções para buscá-la.Soltei uma risada sem jeito.— Não precisa. Vou com Marcel.Ele franziu a testa ao ouvir aquilo, seu olhar se voltando para Marcel para avaliá-lo, mas meu companheiro não disse nada. Só pude imaginar que eles não esperavam que alguém da matilha Crescent Wolves viesse comigo. Especialmente o próprio irmão do Alfa.Pedi que fossem na frente antes de voltar ao carro de Marcel. Fiquei me perguntando se eles sentiam o cheiro de sexo em mim, mas agradeci por não terem dito nada.Quando chegamos à sede da matilha, as Ômegas prepararam o quarto de Ronald para mim, sugerindo que eu me mudasse para lá. Mas recusei. Por enquanto, sentia-me mais confortável no meu antigo quarto. Talvez eu reformasse o quarto de Ronald antes de me mudar para lá, ou talvez simplesmente renovasse o meu para deixá-lo maior.O
POV de MarcelVirei-me para Solana enquanto ela guardava o último de seus pertences em uma mala. Agora ela tinha muito mais roupas, porque eu havia tomado para mim a responsabilidade de sempre comprar algumas para ela quando saía. Até mesmo comprei roupas íntimas para ela, o que me rendeu alguns olhares fulminantes, mas eu sabia que ela apreciava o gesto.— Está pronta? Minhas coisas já estão no carro.— Eu mesma posso carregar minhas malas.Soltei uma risada. — Eu sei que pode. Mas não precisa. Se não confia nas Ômegas para carregarem suas malas, posso fazer isso por você.— Ah, eu não disse que não confiava nelas. Você é quem está tirando essa conclusão.Não respondi. Em vez disso, puxei a mala dela para fora do quarto, carregando também suas bolsas menores.Quando chegamos ao carro, Klaus e Valerie já estavam lá, esperando por nós. Minha cunhada abriu um sorriso radiante ao nos ver.— Vou sentir sua falta por aqui. — disse ela a Solana, que pareceu confusa com aquilo. Provavelmente
SOLANA Nosso encontro para assistir ao filme terminou com Marcel e eu conversando descontraidamente sobre os personagens. Enquanto eu achava tudo aquilo encantador, Marcel considerava que eles estavam sendo dramáticos demais. Só quando começamos a discutir e rir percebi o quanto havia baixado a guarda naquela noite. Eu sentada entre as pernas dele, enquanto ele falava por cima do meu ombro, também não ajudava em nada.Eu estava tentada a fazer mais do que apenas conversar, mas me esforcei ao máximo para não ceder. Não queria complicar o que quer que existisse entre nós antes de entender completamente o que eu queria. Felizmente, Marcel parecia estar na mesma sintonia, pois não estava exatamente flertando nem tentando me seduzir. Ele estava apenas sendo... gentil. E eu não sabia como lidar com isso.O dia seguinte passou num piscar de olhos e, logo, me vi novamente na sede da matilha, sob a orientação do Alfa Niklaus.Marcel sugeriu que nós dois nos mudássemos para a sede da matilha
SOLANA Estávamos saindo da sede da matilha quando uma garota surgiu do nada e abraçou Marcel. Imaginei que fosse sua irmã.— Eu ia até aquela propriedade para procurar você — reclamou ela, em tom choroso.Marcel soltou uma risada enquanto bagunçava o cabelo dela, e senti uma pontada de ciúme. Não porque ela estivesse agindo como se eu fosse invisível, mas porque conseguia sentir o vínculo entre irmãos que existia entre eles — algo que nunca tive a oportunidade de experimentar com Ronald.— Do que você precisa desta vez, pirralha?Ela revirou os olhos.— É o Klaus. Estou cansada dele.Marcel caiu na gargalhada.— Está vindo reclamar do Alfa para mim? O que posso fazer contra ele?Ela gemeu de frustração.— Converse com ele. Ele acha que sou uma criança.— E você é.Ela lançou-lhe um olhar furioso.— Marcel, por favor. Estamos no meio do semestre, e tenho perdido aulas. Klaus quer que eu me transfira para outra universidade aqui perto, mas não quero. Gosto de estudar lá.A expressão de







