Compartir

capitulo 37

Autor: Val veiga
last update Fecha de publicación: 2025-09-20 18:26:16

**Narrado por Miguel Satamini**

Clara ainda segurava o copo, seus olhos verdes brilhando sob a luz suave da boate. O riso dela ecoava na minha mente, uma gargalhada leve, mas intensa, que revelava uma segurança desafiadora, como se não temesse provocar reações. Mesmo tentando parecer indiferente, a verdade era que o som da sua risada me prendeu muito mais do que a música alta que pulsava ao redor.

— Então, é isso? — perguntei, com um sorriso suave nos lábios. — Ele é arrogante, insuportável,
Continúa leyendo este libro gratis
Escanea el código para descargar la App
Capítulo bloqueado
Comentarios (4)
goodnovel comment avatar
Simone Freitas
Miguel já não gostou antes do papo agora então
goodnovel comment avatar
Simone Freitas
Quer só abusar dela eu emmmm
goodnovel comment avatar
Simone Freitas
Que cara mais chato afffff
VER TODOS LOS COMENTARIOS

Último capítulo

  • O CEO QUE ME AMAVA NO ESCURO    capítulo 130

    📓 Narrado por Clara O tempo passou, e com ele veio o nono mês o mais longo e o mais bonito da minha vida. A casa estava pronta, o quarto pintado de um lilás suave que Miguel dizia lembrar “céu depois da chuva”. Eu já não dormia direito, andava devagar, e parecia carregar o mundo dentro da barriga e talvez carregasse mesmo. Nas últimas semanas, o corpo começou a dar sinais. As contrações vinham tímidas, depois firmes. A pele, antes frágil, agora parecia escudo. E o medo… o medo tinha virado respeito. Miguel não desgrudava de mim. Ele falava pouco, mas olhava muito. A cada movimento da bebê, a cada respiração mais forte, o olhar dele vinha cheio de um amor que doía de tão real. Naquela madrugada, eu acordei diferente. Não era dor era certeza. A bolsa tinha rompido. O quarto ficou pequeno demais pro que eu sentia. — “Miguel...” — chamei, com a voz trêmula. Ele pulou da cama, meio perdido, meio rindo, meio desesperado. — “Agora?” — “Agora.” ---

  • O CEO QUE ME AMAVA NO ESCURO    capítulo 129

    📓 Narrado por Clara — Anos depois Dois anos. Dois anos desde aquele elevador, desde aquele “a partir de agora você é minha mulher”. E ele cumpriu. Cumpriu tudo até o que nunca prometeu. Ainda sou a secretária do Miguel Satamini. Secretária, assistente, esposa, cúmplice, tormento e calmaria, tudo junto no mesmo corpo. A gente se casou depois de muita insistência dele e umas boas noites de teimosia minha. No fim, percebi que não dava pra fugir de um homem que sabia exatamente onde eu me escondia, até quando o esconderijo era dentro de mim. Saímos do apartamento dele há pouco mais de um ano. Miguel quis uma casa maior, “com jardim e espaço pra gente brigar sem vizinho escutando”, ele disse. O apartamento antigo virou presente pros meus pais. Ele fez isso sem alarde, só me entregou as chaves e disse: > “Tua mãe merece um teto decente. E teu pai merece te ver feliz de perto.” Hoje, eles moram na mesma cidade que a gente. Minha mãe vive dizendo que nunca imag

  • O CEO QUE ME AMAVA NO ESCURO    capítulo 128

    📓 Narrado por Miguel Dias depois. Convenci Clara a voltar pra cidade comigo. Não foi fácil nada nela é. Mas, no fim, acho que foi a primeira vez que a teimosia dela e a minha jogaram pro mesmo lado. A gente ainda tá se ajustando. Dividir espaço, rotina, silêncio… Aprender o peso e o prazer de morar com alguém que te conhece por dentro. No começo, foi estranho. Ela acorda cedo, eu trabalho até tarde. Ela canta lavando a louça, eu odeio barulho na cozinha. Ela espalha os livros pela sala, e eu tento fingir que não ligo. Mas a verdade é que, de algum jeito, o caos dela encaixou no meu. E hoje depois de dias de calmaria e novas guerras eu resolvi levar ela no bar da Augusta. Aquele mesmo. Onde eu costumava ir pra tentar esquecer o que agora tá sentado do meu lado. — Certeza que é aqui? — ela perguntou, franzindo o nariz pro letreiro torto e pro cheiro de cerveja velha que escapava da porta. — Aqui mesmo. — respondi, com um meio sorriso. — Lugar simples,

  • O CEO QUE ME AMAVA NO ESCURO    capítulo 127

    📓 Narrado por Clara — Banheiro do Hotel A cama ainda nem tinha esfriado quando Miguel me pegou pela mão, sem perguntar, e me arrastou pro banheiro. O quarto ficou pra trás, mas o calor dele, não. O espelho denunciava o que eu era agora: mulher desfeita, viva, acesa, pronta pra tudo até pra queimar de novo. Ele ligou o chuveiro no máximo, e o barulho da água batendo no azulejo parecia o anúncio de que o jogo tinha mudado. Era outra rodada. Miguel me encostou de frente pra parede fria, e o choque só serviu pra acordar ainda mais o que já estava quente. Senti o corpo dele colar atrás do meu, firme, pesado, a respiração já descompassada no meu pescoço. A mão dele desceu, agressiva, apertando minha bunda sem cerimônia nenhuma. Meu peito grudou no azulejo, as pernas cederam, mas ele segurou meu quadril e não teve pedido de licença, nem promessa de delicadeza. Só o instinto cru, feroz, de quem sabe que agora não é mais sobre cura, é sobre possuir. — Gosta assim, Clara? — ele murmuro

  • O CEO QUE ME AMAVA NO ESCURO    capítulo 126

    📓 Narrado por Miguel Satamini — Noite de segunda-feira (continuação) A lua já estava alta, e o vento soprava forte, mas nenhum dos dois parecia sentir o frio. Ela ainda estava no meu colo, o rosto encostado no meu pescoço, o corpo inteiro tremendo não de medo, mas de emoção. Ficamos assim por longos segundos, respirando um no outro, tentando entender o que fazer com tudo o que ainda ardia entre nós. Eu passei a mão pelo cabelo dela, sentindo o sal e o cheiro de mar. Ela levantou o rosto devagar, e quando nossos olhares se encontraram de novo, não sobrou palavra. Só verdade. — Vem comigo. — pedi, com a voz baixa, rouca. Ela me olhou, hesitante. — Miguel... — Vem. — insisti, encostando a testa na dela. — Só dessa vez, me deixa te tirar do frio. Me deixa te amar… como se fosse a primeira vez. Ela respirou fundo, desceu do meu colo e a resposta veio num aceno quase imperceptível. Peguei a mão dela. As pontas dos dedos estavam geladas, mas o toque acendeu algo d

  • O CEO QUE ME AMAVA NO ESCURO    capítulo 125

    📓 Narrado por Miguel Satamini A maré subia devagar, cobrindo os nossos pés. O som das ondas era o único que se atrevia a existir entre nós. Ela não se moveu. Eu também não. Mas o mundo inteiro parecia inclinar naquela direção pra onde ela estava. Dei mais um passo. A distância que nos separava já não era física. Era o resto do que sobrou. O medo. A mágoa. O amor que ficou preso entre as palavras erradas que eu disse. — Clara... — chamei, e o nome saiu como confissão. — Eu venho tentando ensaiar o que dizer desde o dia que você foi embora. Mas não tem ensaio pra arrependimento. Ela respirou fundo, os ombros tremendo de leve. O cabelo grudava na pele molhada, e a lua iluminava as gotinhas que desciam pelo rosto dela não dava pra saber se era lágrima ou mar. — Eu errei. — continuei. — E não foi por covardia. Foi por medo. Medo de não te amar do jeito que você merecia. Medo de te olhar e ver tudo que eu nunca fui. Ela desviou o olhar pro mar, os olhos brilhando. O vento b

Más capítulos
Explora y lee buenas novelas gratis
Acceso gratuito a una gran cantidad de buenas novelas en la app GoodNovel. Descarga los libros que te gusten y léelos donde y cuando quieras.
Lee libros gratis en la app
ESCANEA EL CÓDIGO PARA LEER EN LA APP
DMCA.com Protection Status