Mag-log inVincent Harrington:
Percorri minha língua sem pressa, explorando cada pedacinho dela. Arabella rebolava devagar e choramingava conforme eu a provava. Mas voltou a gritar quando escorreguei um dos meus dedos dentro dela. Não lhe dei tempo para se recuperar e comecei a chupar seu clitóris e a estocá-la o mais fundo que conseguia.
— Vincent... — Ela me enlouquecia ainda mais a cada vez que pronunciava meu nome entre
Vincent Harrington:— Bem, lembra de quando você chegou a Silverwood, e nós nos encontramos na casa de materiais de construção? Eu disse a você que era difícil encontrar bons profissionais para obras na cidade, não é?— E você também mencionou que tinha alguns de confiança para me indicar.— Um deles se mudou e outro se aposentou. De qualquer maneira, agora falta pouco. Devem me entregar tudo finalizado em algumas semanas.— No fim das contas, você só vai conseguir se mudar por volta de três meses depois que voltou para Silverwood. Será que compensou todo esse trabalho com a casa, sendo que você vai ficar nela por tão pouco tempo?— Pouco tempo?— É. Você veio para cá por tempo determinado, né? Em algum momento terá que voltar para Nova Iorque. Bem, bobagem minha. Sei que você vai voltar com frequência por causa das crianças e tudo mais. Claro que vai querer ter um lugar só seu.Com aquilo, compreendi a preocupação dela.Eu ainda não havia contado a Arabella sobre ter descartado compl
Vincent Harrington:Arabella estava constantemente assustada, com medo de que ele pudesse voltar e tentar algo contra nós.No entanto, essa não era a única tensão nas nossas vidas.A outra dizia respeito à conversa que Arabella tinha nesse momento, usando o meu celular – que não pude atender por estar dirigindo –, sentada no banco ao meu lado.— ...Os médicos não deram informações mais precisas? — ela perguntou, ficando em silêncio para ouvir a resposta de Ethan, com quem conversava.Estávamos a caminho de Aurora Falls, nosso lugar especial, levando nossos filhos para um piquenique. Queríamos distraí-los, para que as nossas preocupações não ficassem tão visíveis para eles.Ethan havia ligado para dar notícias de Sabrina. Ela tinha descoberto uma doença grave, de forma repentina, e há alguns dias precisara ser internada. Nathan estava arrasado, mas deixava claro que não queria receber visitas nem telefones. Sendo assim, Ethan, como amigo mais próximo e funcionário da sua fazenda, era q
Arabella Sinclair:E me perguntei se Louis seria realmente capaz de tentar qualquer coisa contra a própria filha.Já Vincent, mostrou-se mais frio.— Vá à polícia, então. Conte isso ao delegado, peça proteção. E leve o seu celular, porque isso pode ajudar nas investigações.— Você está louco? — ela reagiu, descontrolada. — Não posso dar mais uma pista. Caso não consigam encontrá-lo para prendê-lo, Louis pode descobrir que usaram meu celular para isso. E vai ficar ainda mais furioso.— Acha que nos importamos com a fúria daquele parasita? — Vincent rebateu.Não pude deixar de pensar que talvez devêssemos, sim, nos importar. Se aquele homem era mesmo capaz de ameaçar a própria filha, o que poderia tentar fazer contra nós?Contra os nossos filhos...Mas entendi o que Vincent queria com aquilo. Lisa tinha como fornecer mais provas. E não seria apenas o seu celular. Eu tinha certeza de que ela sabia mais do que havia contado. Não duvidaria se tivesse informações valiosas que ajudariam a en
Arabella Sinclair:— Pode deixar, seu segredo está bem guardado. É tão bom saber que vocês dois se acertaram. Encontrei com a Lily no final de semana e ela está feliz demais por você ter voltado, além de encantada com os sobrinhos. Ela fala deles o tempo todo.— Ela é uma tia incrível. Eles também já a adoram. Mas você não devia encontrar a Lily apenas nos finais de semana.Ela deixou de sorrir, sabendo a que eu me referia.Faye, assim como Lily, devia estar no último ano do colégio. Mas abandonou os estudos para poder trabalhar, já que o pai foi embora de casa, a mãe ficou doente e ela ainda tinha dois irmãos mais novos.— Não dá mais para eu voltar, o ano letivo já está quase no fim.— Pode voltar no ano que vem, então. Eu te ajudo a procurar outro trabalho com um horário mais flexível, vou contigo até a escola para conversar com os professores para eles flexibilizarem as coisas por lá também. Vai ser difícil, mas vai dar certo.Ela voltou a sorrir.— Eu entendo porque a Lily gosta
Arabella Sinclair:Já fazia um mês que eu havia voltado ao trabalho.As coisas estavam ótimas entre Vincent e eu, as crianças se adaptaram muito rápido ao pai, todos os antigos mistérios envolvendo os Harrington haviam sido desvendados e, agora, nossas vidas seguiam em paz.Com todas as novidades e a agitação da volta ao trabalho, eu tinha dado uma pausa na busca por uma casa para alugar. Seguia morando provisoriamente no sítio com as crianças. A parte boa era que Vincent passava a maior parte das noites lá com a gente.Obviamente, o fato de eu ainda insistir em manter o quarto da minha avó trancado e, com isso, dividir o mesmo dormitório com os gêmeos (agora, no entanto, em uma cama *king size*. Um presente que Vincent providenciou depois da terceira noite em claro junto aos nossos dois filhos que eram bem espaçosos quando dormiam) representou um pequeno empecilho à nossa intimidade.Mas estávamos ficando bons em dar nossos jeitos. Usávamos outros cômodos da casa e até mesmo a área e
Vincent Harrington:Como eu esperava que acontecesse, meus pais e Lily choravam e sorriam ao mesmo tempo, tomados pela emoção, enquanto abraçavam os gêmeos, repetiam o quanto eles eram lindos, faziam mil perguntas e ouviam atentamente às longas respostas que os dois davam.Até mesmo Lily estava bem falante. Agora, que tinha perdido toda aquela desconfiança e tristeza que sentia desde que ouviu dos outros avós sobre ela e o irmão terem sido abandonados pelo pai, ela parecia outra criança. Ainda bem introspectiva em comparação ao irmão, mas igualmente sorridente e feliz.E eu entendi aquilo que as pessoas que eram pais e mães diziam sobre a felicidade dos filhos ser a coisa mais importante na vida deles.Passado o longo período de apresentações iniciais, agora estávamos todos na parte dos fundos do quintal. Meus pais e Lily seguiam conversando com os gêmeos, e Molly tinha se juntado a eles.As três pequenas luzes da nossa família.Olhando para o outro lado do quintal, eu podia ver Arabe







