Compartir

3.

Autor: Darlla Vi
last update Fecha de publicación: 2024-01-21 02:11:25

(...)

—Abre a porta, Alice!— Anna batia na porta da casa da irmã, num condomínio de luxo, passou a noite toda procurando um gostoso para tirar sua virgindade e resolveu procurar sua irmã hoje cedo, o porteiro a deixou entrar, já que sabia que elas eram irmãs

—Anna?— ela abriu a porta sonolenta e assustada, Anna foi logo entrando—O que faz aqui...— Alice foi até ela, coçando os olhos—E tão cedo, que merda!

—Ah, para de graça, fica a noite toda naquela boate e dorme até de tarde, acordar cedo faz bem!— resmungou Anna

—O que quer menina, não a vejo tem meses?— ela perguntou curiosa

—Preciso que me empreste sua casa esse final de semana!— falou ela, Alice riu

—Como?

—No sábado a noite, você fica na boate mesmo, vai ser rápido… bom, não tão rápido, eu espero!

—Menina, você não fala comigo a meses e chega do nada pedindo minha casa? Para quê?

—Para transar, eu vou transar!— falou sem receio, Alice riu alto

—Não tem sua própria casa!

—Lá não dá, você me deve isso, depois de tudo que fez, é só por uma noite— Alice foi até a cozinha e trouxe uma garrafa de vidro com suco e copos

serviu as duas

—Você está maluca né, Anna?

—Quem dera, fosse!— Anna tomou o suco

—Você não é do tipo que transa com desconhecido, está namorando quem?

— Ninguém, vou pagar para transar!— Alice se engasgou com o suco

—Como? Pagar, como assim menina, você pirou mesmo!

—Qual o problema, muitos homens pagam para se satisfazer, porque o estranhamento quando é uma mulher que está pagando?— deu de ombros

—Porque você é linda, pode conseguir qualquer cara de graça!

—Não quero envolvimentos, é só transar e pronto!— falou ela

—Essa não é minha irmãzinha, só pode ter sido trocada!— ela estava chocada

—Essa é a nova eu, e aí vai emprestar ou não?

—Está bem, pode usar!— ela riu se sentou ao lado de Anna—Como você está?— perguntou ela a olhando, Anna suspiro

—Morrendo!— falou com tristeza, depois sorriu—Morrendo de fome, o que tem para comer!

—Vê algo nos armários ou na geladeira, meu café da manhã é servido ao meio-dia!— falou ela, Anna procurou algo para comer— O pai e a mãe estão com saudades, falam de você o tempo todo!

—Saudades, eles tentaram me vender para um velho de outro país e estão com saudades do quê?— falou indignação

—Não foi bem isso!

—Foi, e você não fez nada!

—Eu fiz, ou acha que ainda estaria aqui se eu não interferisse!

—Você....me ajudou?— ficou um pouco chocada

—Sim, mas você não acredita, não é?

—Não!— falou comendo um bolo de chocolate

—-Bom eu ajudei, mas senão acredita não posso fazer nada!

—Amor, saiu da cama por quê!— Miguel apareceu e beijou Alice, Anna o olhou e riu, como se apaixonou por aquele moleque, magro, loiro, alto e com cara de um bebê, ele a olhou e se assustou

—Anna!??

—Oi Miguel!— falou ainda comendo

—O que faz aqui?— ele perguntou

—É a casa da minha irmã, preciso responder a você porque estou aqui?

—Não, não só fiquei surpreso!

—Volte para cama, bebê, eu já vou!— falou Alice, ele deu uma olhada para Anna que comia o bolo entretida e saiu

—Vou indo, sábado eu venho!— falou Anna

—Fica mais, vamos conversar um pouco!— falou ela

—Outro dia!— Anna saiu, depois voltou e abraçou a irmã forte—Minha infância foi ótima graças a você!— disse e sem esperar ela ter qualquer reação. Anna foi até a faculdade, iria trancar sua bolsa de estudos, esse ano só ia se divertir antes de morrer

(...)

Vicenzo e Lorenzo já estavam no Brasil há duas semanas, estavam conhecendo o terreno onde pisaram, não haviam entrado em contato com Silas Ferraz ainda, queriam se situar um pouco com o ambiente, já sabiam quase tudo sobre Silas, os negócios, toda a família, agora estavam indo se encontrar com ele

    —Acha que esse encontro será pacifico, fratello?— perguntou Lorenzo

   —Lo spero, fratello!(eu espero irmão)— respondeu Vicenzo—Altriment uccideremo!(senão for, matamos)!— respondeu seco e firme

    —Esse é realmente você, fratello!— Lorenzo riu, o carro parou no imponente portão da casa do Ferraz, para um cara fugido da Itália, conseguiu recuperar-se muito rápido, pensou Lorenzo com ironia vendo a bela casa de luxo do homem, foram recebidos pelos seguranças, que deixaram eles e sua comitiva de seguranças entrarem, os gêmeos saíram do carro com suas feições duras e nada amigáveis, eram basicamente dois postes musculosos e bem vestidos

    —Ola irmãos Baranov!— falou um senhor de estatura média e magro

    —Ciao signore Ferraz!— falou Lorenzo

    —Soube da ilustre presença de vocês ao meu país, sabiam que viriam me fazer uma visita!— ele falou—Vamos entre!— chamou ele os conduzindo até o interior da bela casa

     —Tem uma bela casa, signore Ferraz!— falou Lorenzo, Vicenzo não dizia nada apenas com a expressão dura e seca

    —Obrigado, não se compara ao castelo dos Baranov, mas eu faço o que posso!— falou ele—Creio que temos um negócio a tratar, então os levarei ao meu escritório!— falou ele os conduzindo até a sala, se acomodaram—Como está o Domenico Baranov?

    —Mio papà, sta bene, meu pai está bem!— falou Lorenzo

    —Bom, bom, muito bom!— falou pensativo—Então do que se trata a visita!

   —Queremos ser rápidos e voltar para meu país o mais rápido possível, então nós digamos quando a quantia que deve ao meu pai estará pronta para ser devolvida a ele?— Vicenzo falou direto e seco

    —Eu realmente peço desculpas por terem se deslocado, até meu País por essa dívida, eu pagarei com os juros, dentro de algumas semanas estará tudo nas mãos dos senhores!— falou polido

    —Nos agradecemos, signore!— falou Lorenzo, achando aquilo fácil demais

    —Estão hospedados onde, podem se hospedar em minha residência se quiserem!— falou ele

    —Estamos em um hotel, não tem que se preocupar, signore!— Lorenzo foi simpático

    —Ah, sim então deixe me apresentar alguns lugares do meu país enquanto, estão aqui e eu resolvo o assunto do dinheiro, minha filha mais velha tem quase a idade de vocês e é dona de uma boate, porque não vão com ela conhecer as boate e se divertir um pouco?— sugeriu ele

   —No!— falou Vicenzo

   —Sì, ci farebbe molto piacere, sim, gostaríamos muito!— falou Lorenzo, vendo o olhar de ódio que seu irmão lhe lançou

   —Que bom entraremos em contato!— ele apertou a mão de Lorenzo e de Vicenzo—Vámos tomar um café da manhã, eu convido Vocês!

    —Un piacere sgnore, um prazer senhor!— Lorenzo se divertia com a cara de ódio que o irmão fazia

♡ ♡ ♡ ♡ ♡ ♡ ♡ ♡

Continúa leyendo este libro gratis
Escanea el código para descargar la App

Último capítulo

  • Perversos   70. Epílogo

    (...)—Mia principessa, tão perfeita!— Lorenzo falou beijando minha mão—A mais bela do mundo, meu amor!— Vicenzo falou, eu sorri tão feliz que quase choreiRecebemos a benção numa cerimônia perfeita na minha opinião.Recitamos nossos votos um para o outro e não contive o choro, quando os gêmeos de declararam para mim, eu os ouvia me dizer o quanto me amavam todos os dias, mas ali diante de todos, realmente me emocionou.—Você é o amor da minha vida Anna Ferraz Baranov! — Vicenzo falou enquanto dançávamos a valsa dos noivos —E não sabe o quanto esta me fazendo feliz hoje! Você me faz feliz todos os dias, mas hoje que esta sendo nosso casamento eu me sinto o homem mais sortudo e feliz do mundo.—Eu te amo, meu marido!— eu falei sorrindo.Quando a música

  • Perversos   69.

    (...)—Eu também estou tão feliz por saber que vou ficar com vocês, que eu amo tanto, eu amo muito vocês Lorenzo e Vicenzo meus italianos gostosos — eu falei emocionada —E aos bebês, que vou ver nascer e cuidar!— eu chorei com eles, estava tão feliz que eu parecia que estava flutuando—Eu te amo, Anna, eu amo tanto que nem sei o que eu iria fazer sem você, eu estava tentando ser forte, mas o fato de eu achar que iria perder você estava acabando comigo por dentro, principessa! — Lorenzo falou —Eu vou cuidar e amar você e os bebes pelo resto da minha vida!— ele acariciou minha barriga, eu me aconcheguei no peito de Vicenzo ouvindo seu coração bater descompassado.—Vocês foram o melhor acontecimento da minha vida e de um jeito louco o plano maldito do Ricardo foi quem me fez conhecer e me unir a vocês! — Eu fal

  • Perversos   68.

    (...)ANNA.—Que história é essa de você estar doente, Anna?— Alice me perguntouEu contei tudo o que aconteceu a ela, que ficou me olhando furiosa—Senão estivesse grávida eu te dava uns puxões de orelha Anna Ferraz, você achou que estava doente e não me contou, ficou todo esse tempo aguentando isso sozinha!—Ei, eu estava com ela tá, nunca deixei ela sozinha!— Vanessa falou—Ah, sim duas irresponsáveis, como pode esconder isso de mim?—Eu não queria ninguém triste por mim, e também eu só queria fazer tudo o que não fiz e você o pai e a mãe iam me impedir!—Mas o que vai fazer agora, se o professor estiver falando a verdade!— Vanessa falou feliz— Você não vai morrer vai ver os nossos bebes nascerem!— Vanessa falou e eu comecei a chorar, aque

  • Perversos   67.

    (...)—Ah, não por favor, senhor foi só um desentendimento, não vai se repetir!— ela falou em pânico—Vocês estão armados, preciso char a polícia! — ele falou olhando para eu e Vicenzo.—Não por favor, eles não podem ser presos!— ela começou a chorar e nos socou no peito furiosa —Porque vocês estão aqui? Não era para vocês virem atrás de mim!— ela falou furiosa—Calma, principessa! — eu falei segurando suas mãos—Eu não acredito que fizeram isso, me enganaram...— então ela se curvou segurando a barriga —Ai...— ela gemeu com as duas mãos na barriga.—O que foi, Piccola mia?— Vicenzo segurou ela em pânico—Esta doendo, ai...— ela se ajoelhou no chão&

  • Perversos   66.

    (...)—Mais ainda, ele praticamente te implorou para voltar!— eu falei—Ainda é pouco, eu quero mais!— Nos rimosFomos para casa de Alice, eu não queria ir na casa dos meus pais a Alice organizou um jantar e eu contaria a todos sobre minha doençaResolvemos passear um pouco, já que amanhã mesmo eu iria retornar para a Itália com meus italianos gostosos.Tentei ligar para eles mas não me atenderam, com certeza estavam fazendo drama por ei ter vindo.Eu ri daqueles dois grudentos, Vicenzo falava do grudei de Lorenzo comigo mas ele era igualzinho, só não admitia, eu sorri de saudades deles .Chegamos no shopping e estávamos olhando algumas lojas, Ápice e Vanessa já estavam olhando lojas com coisas de bebe todas empolhadasPlanejando varias coisas, eu ficava feliz e triste ao mesmo tempo, feliz pois sabi

  • Perversos   65.

    (...)—Conseguiu finalmente fugir desses malucos, menina!— Senti alguém batendo de leve em minha cabeça e Vicenzo tirar a mão do homem rapidamente, me virei e vi Salvatore.—Não encosta na minha mulher!— Vicenzo falou sério e já emburrado.—Oi Salvatore! — eu fui até ele e o abracei, ouvindo o grunhido de desagrado dos meus gêmeos, fui puxada por eles.—Vai voltar para o Brasil, menina?— ele perguntou ignorando os dois—Vou visitar minha família, e obrigada por ter regularizado minha situação de ilegal aqui na Itália, assim eu posso ir sossegada para o Brasil!— eu falei sorrindo—Não precisa agradecer eu tenho alguns contatos!—E me desculpe por sua boate, sabe eu tenho uns homens muito obsessivos que vivem atrás de mim!— Eu falei me divertindo com as caretas que eles faziam

Más capítulos
Explora y lee buenas novelas gratis
Acceso gratuito a una gran cantidad de buenas novelas en la app GoodNovel. Descarga los libros que te gusten y léelos donde y cuando quieras.
Lee libros gratis en la app
ESCANEA EL CÓDIGO PARA LEER EN LA APP
DMCA.com Protection Status