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2.

Autor: Darlla Vi
last update Data de publicação: 2024-01-21 02:10:54

(...)

—Vicenzo, papà vuole parlaci!(papai, quer falar conosco)— disse Lorenzo entrando no quarto irmão

—Ora(agora)?— pergunta irritado como sempre

—Si!(sim)— falou Lorenzo, Vicenzo largou a mala que arrumava para a viagem que ele é o irmão gêmeo fariam até o Brasil, não queria ir por isso estava tão irritado, iria cobrar uma dívida do pai com um brasileiro que o enganou décadas atrás e isso não o agradava, ir para outro país, pois com ele era o dinheiro ou a morte e matar em outro país para ele era uma experiência nova que ele não queria ter no momento, foram até o escritório do pai, entraram e se sentaram

—Cosa voui, papà?(o que quer papai)— ele perguntou ranzinza

—Voglio solo augurart buon viaggio, uccidimi se necessario (Quero desejar uma boa viagem, matem se for preciso)— ele falou duramente

—Si papà (sim papai)— falaram juntos, o pai deu algumas ordens para eles e saíram, Vicenzo voltou a fazer sua mala ainda muito irritado. Anos atrás seu pai, conheceu um brasileiro, que veio a Itália e se meteu numa confusão com a máfia rival de sua família, seu pai lhe deu proteção e dinheiro, porém o homem voltou para seu país de origem e nunca mais retornou ou entrou em contato com seu pai, e agora seu pai soube que ele estava na máfia rival fazendo transações no Brasil, atrapalhando os negócios da família e seu pai não iria deixar barato, como ele e o irmão estão gradativamente tomando conta dos negócios, eles foram designados para cobrar essa dívida. Para ele era só ir e matar o homem e toda sua família é estava resolvido, mas seu pai tinha certo amabilidade com o homem e queria resolver pacificamente.

(...)

—O que ?— Anna pegava os papéis, que o médico lhe entregou com espanto—Eu vou morrer?— ela estava tão espantada que parecia em transe

—Sinto muito, Anna, o tumor é maligno e ainda por cima está numa área muito delicada do cérebro que não podemos operar!— seu médico e mentor na universidade, ficou muito abalado com a notícia, Anna olhou seus exames

—Quanto tempo eu tenho, doutor?— ela tentava manter o autocontrole

—É difícil dizer, com os remédios pode ser um ano, ou um pouco mais!— falou ele, ela deixou uma lágrima solitária escapar

—Entendo, obrigada, doutor Beltrinni!— ela guardou os papéis na bolsa

—Quer que eu chame um familiar?

—Não, obrigada!— ela se levantou

—Se precisar de algo, qualquer coisa me chame!— ele olhou para a jovem e ela sorriu

—Obrigada!— Anna saiu do consultório e foi para casa como chegou lá não sabia, quando fechou a porta chorou como uma criança desesperada ao perder a mãe, iria morrer com 23 anos, e nunca fez nada da vida, não falava com os pais, sua irmã mais velha roubou seu ex namorado e iria se casar com ele, e para piorar tudo ainda era virgem, com 23 anos era virgem

—Merda, eu podia ter fodido tanto!— ela resmungou para si mesma, —Eu devia ter te dado uma surra, Alice!— falou da irmã mais velha

Ficou se lamentando o dia todo, quando viu que era de noite, foi comer algo, só tinha bolacha, nem cozinhar sabia, 23 anos desperdiçados, (Que burra, Anna) ela se lamentava em pensamento. Resolveu não se lamentar mais, esse um ano que lhe restava iria fazer tudo o que quisesse, e no momento o que queria era transar e não deixar para a terra como dizia Vanessa, mas não queria envolvimento emocional com ninguém, era sexo e pronto, foi até um computador e resolveu que iria pagar por isso

—Pagar para perder a virgindade, que fase hein, Anna?— disse pata si mesma é pensar em quantos gostosos quiseram transar com ela e ela recusou, deixava a brava. Mas agora iria, escolher um puta de um gostoso para tirar sua virgindade, não queria saber, o preço, trabalhou desde seus 13 anos e sempre foi boa em economizar, não tinha muito, mas era uma quantia razoável que daria para pagar por um pouco de diversão

 —Morrer virgem é o caralho!— resmungou ela, não fez muitas coisas em sua vida, então não faria falta a ninguém a não ser Vanessa, a quem era amiga desde criança, seus pais eram envolvidos com crimes e não falava com eles há dois anos, sua irmã era dez anos mais velha que ela e gostava de novinhos, quando namorava Miguel, ela começou a comprar várias coisas para ele, não desconfiou no começo, mas depois soube como ele pagava os presentinho dela, ficou com raiva, mas nem tanto, ele era um idiota mesmo, mas não falou com a Alice desde então, começou a folear o "menu" de machos num site. Estava pensando em como contaria a Vanessa que iria morrer, iria prepara lá antes e ficar com ela todo o tempo possível.

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Último capítulo

  • Perversos   70. Epílogo

    (...)—Mia principessa, tão perfeita!— Lorenzo falou beijando minha mão—A mais bela do mundo, meu amor!— Vicenzo falou, eu sorri tão feliz que quase choreiRecebemos a benção numa cerimônia perfeita na minha opinião.Recitamos nossos votos um para o outro e não contive o choro, quando os gêmeos de declararam para mim, eu os ouvia me dizer o quanto me amavam todos os dias, mas ali diante de todos, realmente me emocionou.—Você é o amor da minha vida Anna Ferraz Baranov! — Vicenzo falou enquanto dançávamos a valsa dos noivos —E não sabe o quanto esta me fazendo feliz hoje! Você me faz feliz todos os dias, mas hoje que esta sendo nosso casamento eu me sinto o homem mais sortudo e feliz do mundo.—Eu te amo, meu marido!— eu falei sorrindo.Quando a música

  • Perversos   69.

    (...)—Eu também estou tão feliz por saber que vou ficar com vocês, que eu amo tanto, eu amo muito vocês Lorenzo e Vicenzo meus italianos gostosos — eu falei emocionada —E aos bebês, que vou ver nascer e cuidar!— eu chorei com eles, estava tão feliz que eu parecia que estava flutuando—Eu te amo, Anna, eu amo tanto que nem sei o que eu iria fazer sem você, eu estava tentando ser forte, mas o fato de eu achar que iria perder você estava acabando comigo por dentro, principessa! — Lorenzo falou —Eu vou cuidar e amar você e os bebes pelo resto da minha vida!— ele acariciou minha barriga, eu me aconcheguei no peito de Vicenzo ouvindo seu coração bater descompassado.—Vocês foram o melhor acontecimento da minha vida e de um jeito louco o plano maldito do Ricardo foi quem me fez conhecer e me unir a vocês! — Eu fal

  • Perversos   68.

    (...)ANNA.—Que história é essa de você estar doente, Anna?— Alice me perguntouEu contei tudo o que aconteceu a ela, que ficou me olhando furiosa—Senão estivesse grávida eu te dava uns puxões de orelha Anna Ferraz, você achou que estava doente e não me contou, ficou todo esse tempo aguentando isso sozinha!—Ei, eu estava com ela tá, nunca deixei ela sozinha!— Vanessa falou—Ah, sim duas irresponsáveis, como pode esconder isso de mim?—Eu não queria ninguém triste por mim, e também eu só queria fazer tudo o que não fiz e você o pai e a mãe iam me impedir!—Mas o que vai fazer agora, se o professor estiver falando a verdade!— Vanessa falou feliz— Você não vai morrer vai ver os nossos bebes nascerem!— Vanessa falou e eu comecei a chorar, aque

  • Perversos   67.

    (...)—Ah, não por favor, senhor foi só um desentendimento, não vai se repetir!— ela falou em pânico—Vocês estão armados, preciso char a polícia! — ele falou olhando para eu e Vicenzo.—Não por favor, eles não podem ser presos!— ela começou a chorar e nos socou no peito furiosa —Porque vocês estão aqui? Não era para vocês virem atrás de mim!— ela falou furiosa—Calma, principessa! — eu falei segurando suas mãos—Eu não acredito que fizeram isso, me enganaram...— então ela se curvou segurando a barriga —Ai...— ela gemeu com as duas mãos na barriga.—O que foi, Piccola mia?— Vicenzo segurou ela em pânico—Esta doendo, ai...— ela se ajoelhou no chão&

  • Perversos   66.

    (...)—Mais ainda, ele praticamente te implorou para voltar!— eu falei—Ainda é pouco, eu quero mais!— Nos rimosFomos para casa de Alice, eu não queria ir na casa dos meus pais a Alice organizou um jantar e eu contaria a todos sobre minha doençaResolvemos passear um pouco, já que amanhã mesmo eu iria retornar para a Itália com meus italianos gostosos.Tentei ligar para eles mas não me atenderam, com certeza estavam fazendo drama por ei ter vindo.Eu ri daqueles dois grudentos, Vicenzo falava do grudei de Lorenzo comigo mas ele era igualzinho, só não admitia, eu sorri de saudades deles .Chegamos no shopping e estávamos olhando algumas lojas, Ápice e Vanessa já estavam olhando lojas com coisas de bebe todas empolhadasPlanejando varias coisas, eu ficava feliz e triste ao mesmo tempo, feliz pois sabi

  • Perversos   65.

    (...)—Conseguiu finalmente fugir desses malucos, menina!— Senti alguém batendo de leve em minha cabeça e Vicenzo tirar a mão do homem rapidamente, me virei e vi Salvatore.—Não encosta na minha mulher!— Vicenzo falou sério e já emburrado.—Oi Salvatore! — eu fui até ele e o abracei, ouvindo o grunhido de desagrado dos meus gêmeos, fui puxada por eles.—Vai voltar para o Brasil, menina?— ele perguntou ignorando os dois—Vou visitar minha família, e obrigada por ter regularizado minha situação de ilegal aqui na Itália, assim eu posso ir sossegada para o Brasil!— eu falei sorrindo—Não precisa agradecer eu tenho alguns contatos!—E me desculpe por sua boate, sabe eu tenho uns homens muito obsessivos que vivem atrás de mim!— Eu falei me divertindo com as caretas que eles faziam

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