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Autor: LuadMel
last update Fecha de publicación: 2023-04-06 11:35:35

Quando cheguei à festa a música já estava alta o suficiente para não ouvir quanto à corrida deu. Mas consegui depois do motorista repetir duas ou três vezes gritando na minha cara. Coloquei meus pés ali prontos para correr para minha casa de volta, sorri para alguns amigos até encontrar Annie no colo do seu namorado. Não o conheço, é claro, e logo ela vem até mim para apresentá-lo.

— Annie, este é Jack - Quando Annie falava dele eu achei que este fosse um cara normal, mas esse homem de quase dois metros na minha frente com tatuagens dos pés à cabeça e o peitoral largo me parece daqueles tipos perigosos que só fazem o que querem. — E Jack essa é a minha melhor amiga, Elsie Davis.

— Prazer... Você tem um rosto bonito. - Me elogiou.

— Sim ela tem sim. Quer beber alguma coisa? Os refrigerantes ficam para aquele lado e se quiser suco, não sei onde encontrar. — Me ajudou muito, não bebo nenhum tipo de bebida que contém álcool e pelo olhar de Jack me lançou deve ter entendido isso.

Eles saíram para dançar ou fazer outra coisa enquanto me enturmei com algumas amigas, Gina parecia vibrar enquanto encarava seu alvo da noite e Helena quase não me viu ao se engraçar para o lado de Jhones e Daniel, eles parecem um casal triplo tão bonitinho. Se não brigassem tanto estariam no auge da loucura da nossa faculdade.

— Olha, parece que temos uma surpresa - Pode ter se passado alguns anos, mas eu sempre reconheci a voz do homem que me levou algo precioso. Sorrio ao sentir um beijo no meu ombro. — Quanto tempo faz que nós não nos vemos?

— Não sei, talvez cinco, seis anos, Mattie. - Viro-me para ver seu rosto, continua o mesmo desde a época da escola, olhos azuis que continham um brilho perfeito, sem comentar sobre o cabelo loiro tão bagunçado que o deixava sexy e um homão da porra, se não fosse o maior canalha pervertido do universo. — E podia ter sido mais tempo.

— Ah espera - ele segurou meu braço quando tentei me afastar — Não vai me dizer que ainda está com raiva de uma brincadeira que ficou no passado?

— Claro que eu ainda estou. Contar sobre como você me comeu em detalhes para seus amigos não é algo que um homem de verdade faz. - Ele fez um bico e de repente, por milagre talvez, ficou pensativo até sorrir daquele jeito convencido e tocar no meu rosto.

— Eu sinto muito. Mas isso faz tanto tempo. Podíamos repetir o que tivemos, afinal, eu tenho certeza que não houve outro depois de mim.

— Como você sabe?

— Gina me contou ontem à noite. - Perco meu sorriso ao pensar na possibilidade desses dois terem transado e não me assustaria se isso de fato aconteceu. — Perguntei sobre você.

— Quando chegou? Achei que ainda estivesse por aí viajando pelo mundo com seu padrinho.

— Chegamos tem duas semanas, estava procurando um lugar para ficar. Me mudei com dois amigos, e você? Ainda mora no mesmo lugar? Posso passar por lá amanhã depois do meio-dia.

— A gente se mudou, e não, eu não quero você perto da minha casa - Tento ir novamente e o sinto me puxar para mais perto. Minha costa b**e em seu peito e percebo que ainda que seu rosto não tivesse mudado nada, algo ali naquele corpo mudou, e eu não ousaria pensar no que senti.

— Por quê? Não vai admitir que deva sentir algo por mim ainda? - Sua mão para na minha coxa e sua cintura mexe para o lado dançando com a música lenta, faço o mesmo dando um sorriso — eu fui seu primeiro, o primeiro a gente nunca esquece. Você não tem namorado por enquanto, e eu estou morrendo de saudades do seu cheiro.

— Por isso dormiu com a Gina? - Pergunto sorrindo, e ele acena beijando meu pescoço e então me solta. O encaro por inteiro e até penso na possibilidade.

Nós éramos novos quando nos conhecemos e ainda éramos novos quando eu perdi minha virgindade. Ele continua sendo imaturo e ainda mantém esse sorriso de vadio safado, um tarado de primeira. Mas me faria mal voltar às origens depois de anos sem dormir com alguém. Seria divertido ou não?

— Por isso eu encontrei com ela na saída do aeroporto, a gente tomou um café enquanto eu esperava meus amigos chegarem, não pense nessas bobagens - Ele sorriu outra vez fazendo meu interior ferver.

— Pode ser - Comentei quando o vi perder as esperanças em seu olhar e com uma resposta ele vem em minha direção, seus lábios tocam nos meus antes de sua mão tocar na pele do meu pescoço segurando minha nuca e o levando para perto do seu.

Sua pegada havia melhorado, assim como seu beijo. E que beijo. Me entrego aprofundando aquele contato e o sinto tocar na minha bunda. Não posso fazer nada além de sorrir entre o beijo, eu tinha gostado daquilo.

— Vamos para minha casa? Não conheço direito o Namorado da Annie, não faço ideia do que posso fazer nos quartos. - Eu assinto. Claro que prefiro ir para um lugar mais reservado. Será melhor para nós dois.

Dentro de outro táxi eu envolvo com meus braços ainda beijando sua boca. Sua mão adentra meu vestido procurando minha calcinha, devíamos tentar parecer calmos na frente do motorista, mas ele parece sem se importar com a pegação que acontece no banco de trás, pois canta uma música qualquer; fecho os olhos procurando tirar a camisa de Mattie, mas me contento apenas em tocar em sua pele por debaixo do tecido. Sua mão também é exigente chegando a minha vagina, solto um gemido pequeno voltando a beijar sua boca...

— Chegamos! - O homem fala eu recebo mais beijos pelo pescoço. Mattie me puxa para fora do carro e eu me envolvo mais naqueles braços fortes. Não sei quando ele ficou tão forte assim. Ele segura minhas pernas erguendo-me do chão, o beijo outra vez e o sinto andar.

Seus beijos são tão gostosos, e gargalhou enquanto noto seu desespero em abrir a porta. Mal deu tempo de eu fazer alguma coisa quando vejo a porta fechada, Mattie me puxa para o sofá deitando em cima do meu corpo e beija meu pescoço deslizando suas mãos para minhas pernas. Ele sobe meu vestido e solto um sonoro gemido ao sentir sua mão entre minhas coxas, ele deixa o meu pescoço abaixando seu corpo até a minha vagina, puxa minha calcinha para o lado mergulhando sua língua dentro de mim. Ergo minhas costas terminando de tirar a droga do meu vestido.

Mattie ergueu uma das minhas pernas levando para seu ombro, estou outra vez pronta para ser dele e isso me parece bom. Tiro meu sutiã jogando ao lado e eu respiro fundo quando ele vai mais fundo dentro de mim sugando e chupando meu clitóris. Minhas pernas tremem até os dedos do pé se curvarem.

Fecho os olhos em puro êxtase, eu quero mais, mais do que a sua língua dentro de mim. Sento no sofá atrapalhando seu oral, porém, por uma boa causa, puxo sua camisa para cima retirando finalmente e foco minha atenção em sua calça e no desespero que eu tenho ao tirar seu pau para fora. Ajoelho no sofá o massageando, ele me sorri tirando o cabelo do meu rosto enquanto fecho os olhos ao começar a lamber as laterais de seu pau.

— Isso Elsie... Passa a língua em todo ele... Ele te esperou tanto... faz sua marca - Ele j**a a cabeça para trás gemendo meu nome — puta merda, você é maravilhosa - Diz ao gemer novamente, puxa todo meu cabelo para trás enquanto o coloco na boca ele geme movendo sua cintura para frente, entra e sai da minha boca deixando um gosto de quero mais — foder sua boca é tão bom quanto sua boceta.

— Idiota - resmungo ao levantar a cabeça. Ele me empurra no sofá e dessa vez não tenho escapatória, seu pênis entra em mim me causando calafrios e uma sensação maravilhosa... — Mattie...

— Puta merda... Tão apertada - ele vai mais fundo e minhas mãos cravaram em suas costas descendo até sua bunda — arranhar com força... Eu adoro isso - Mal penso no que ele fala, Mattie começa a se mover e meu corpo todo reagiu com isso, tremo pelo prazer e quase perco a sanidade quando ele acelera seus movimentos certeiros. Mordo seu ombro arranhando suas costas, ele morde minha orelha murmurando tantas besteiras e tudo que me fala faz meu corpo tremer.

Sinto prazer em seus toques em seus beijos, é totalmente diferente da primeira vez que fizemos sexo, mas ainda tenho a mesma sensação. Transar com Mattie não é ruim, ruim seria se ele contasse outra vez para os amigos, mas que se foda, eu gosto do que ele está fazendo, eu gosto de como ele me penetra, lento e gostoso, às vezes vai mais fundo e acelera me fazendo revirar e apertar os olhos.

Ele ergue uma perna minha colando em sua cintura. Jogo minha cabeça para trás apertando suas costas e desço até sua bunda o empurrando contra minha vagina, não quero que aquele prazer acabe até eu gozar, não quero mesmo. Sinto seus beijos de volta ao meu pescoço que vão até os meus seios. Ele sabe o que está fazendo, até mesmo onde me tocar e isso é tão bom.

Tão bom que me perco ao vê-lo sair de dentro de mim, me viro ficando de quatro e dessa vez ele adentra mais duro. Seguro no braço do sofá para segurar suas entradas e saídas.

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