LOGINEle ergue uma perna minha colando em sua cintura. Jogo minha cabeça para trás apertando suas costas e desço até sua bunda o empurrando contra minha vagina, não quero que aquele prazer acabe até eu gozar, não quero mesmo. Sinto seus beijos de volta ao meu pescoço que vão até os meus seios. Ele sabe o que está fazendo, até mesmo onde me tocar e isso é tão bom.
Tão bom que me perco ao vê-lo sair de dentro de mim, me viro ficando de quatro e dessa vez ele adentra mais duro. Seguro no braço do sofá para segurar suas entradas e saídas. — Puta merda Elsie. Você está tão boa... - Ele resmungou apertando minha bunda e dá-me um tapa — Sua gostosa! — Você é um cretino - Fecho os olhos gemendo loucamente. Ele aperta minha cintura entrando mais fundo, abaixo a cabeça sabendo que em breve vou gozar. Eu vou realmente gozar. Meu corpo estremeceu com cada movimento. Mattie deixa minha cintura para outra vez brincar com meu cabelo, mas dessa vez me puxa para ficar de joelhos apenas no sofá. Suas mãos agarraram meus peitos e sua boca chega ao meu ouvido mordendo minha orelha. Gemo. Apenas gemo. — Sua vagina é tão apertada que sinto que me espreme aí dentro... Tão pequena e gostosa, eu não quero fazer isso apenas uma vez... - murmura bem ao pé do ouvido. Gemo, apenas gemo. — E esses peitos? Desde quando ficaram tão grandes. Você é tão gostosa... - Gemo, somente gemo. — Vou fazer você gozar agora. Você quer gozar? — Mattie - gemo mais alto quando o sinto ir tão fundo chegando ao lugar certo. — Oh você quer ajuda? - Ele desce uma mão para tocar no meu clitóris e isso é tudo que eu preciso para gemer seu nome gozando no sofá, Mattie geme mais atrás e sai de dentro de mim, sinto seu sêmen nas minhas costas quando volto a ficar de quatro gozando em um extremo choque de prazer. Ele segura minha cintura deitando sua cabeça nas minhas costas. Mal consigo equilibrar minhas pernas e seu peso é demais. Sorrio ao virar e deitar no sofá, ele deitou em cima de mim jogando minha cabeça entre meus peitos e sorri. — Estou destruído, como pode fazer isso comigo? - Reviro os olhos. Estou mais cansada que ele e estou muito bem. Depois de anos uma foda gostosa. Uau! Fecho os olhos para respirar quando sinto algo clarear. Abro meus olhos e fecho novamente por causa da claridade. Mattie ergue a cabeça e eu enfim consigo abrir os olhos, ouço passos ao nosso redor e Mattie deita novamente entre meus seios e me encara. — Devia ter levado você para meu quarto. Me desculpa. - Ele cora neste momento e noto que alguma coisa não está certa. — Esse sofá é da minha mãe, e eu tenho certeza que não vai dar para tirar a mancha de sêmen dele. - A voz que escuto é grossa. Meu corpo todo se arrepia e talvez eu devesse estar preocupada em estar nua na casa de alguém que não conheço e ter sido pega no flagra, mas a única coisa que pensei no momento foi na minha vagina estremecer com o tom duro. — Não vão dizer nada? — O que você quer que eu diga? - Mattie briga me olhando e procura sua camisa jogando em cima de mim antes de levantar. — Não precisa esconder mais nada porque eu vi desde o momento- - Meus olhos queimam com a imagem a minha frente e a excitação do meu corpo volta com tanta força que abro minha boca para gemer, mas não consigo mais fazer isso nesta madrugada. Meu coração até mesmo parou de bater quando Mattie saiu da minha frente revelando o dono da voz que me deixou excitada. Levanto do sofá olhando diretamente para seus olhos negros e quase tenho um novo orgasmo. — Mas... O como que? — Que barulheira é essa logo na nossa primeira madrugada? - Eu conheço essa voz. Olho para o lado rezando para não ser quem eu estou pensando, mas me engano. É realmente Marck Shimith, seus olhos estão tão surpresos quanto os meus, ele logo me encarou dos pés à cabeça colocando uma mão na cintura e me dá um sorriso. Não acredito que estou nua diante de três homens depois de gemer loucuras e gozar no sofá deles. Não acredito mesmo. — Vocês vão ficar olhando ou estão esperando um convite para sumirem? — Eu estou na minha casa - Marck cruzou os braços e eu revirei os olhos virando-me para pegar minhas coisas — Se bem que a Elsie parece estar mais à vontade. - Fecho os olhos com força. Do que esse idiota está falando? — Você sabe o nome dela? - Mattie questiona e o vejo se abaixar para me ajudar a procurar o meu vestido que eu não sei onde ele jogou. — Ela mora ao lado, é nossa vizinha, você não sabia? - arregalo meus olhos ao lembrar disso. Eu voltei para casa sem ao menos saber. Eu transei com Mattie no sofá dos meus novos vizinhos e estou nua diante deles. Que merda vão achar de mim? Mattie me entrega o vestido e me ajuda a colocar, levantamos juntos enquanto acho minha bolsa e pego as botas. — Eu não sabia que você morava aqui. - Ele diz, sinto minha bochecha corar e balanço a cabeça, não é culpa dele. Minha voz tinha sumido neste momento eu nem sabia o que falar. — Vamos eu vou levar você. — Não precisa - finalmente saiu, passei por ele desviando do outro na minha frente abri a porta e fechei descendo as escadas correndo e saí do seu jardim, olhei para a rua, estava deserta e graças a Deus meu pai não tinha chegado. Parece que as coisas no hospital estavam agitadas. Quase não consigo achar as chaves da minha porta. E quando entro finalmente encontro Eleonor no meio da escada. Meu coração dá um salto ao vê-la sentada com um garoto, eles pareciam conversar tão animadamente, seus olhos caem em mim e pelo meu estado e seus olhos se arregalando ela deve achar que fui estuprada na rua. — Elsie... — Está tudo bem. Eu estou bem - sorriu e os vejo descer as escadas e parar para me encarar. — Estou bem, só preciso tomar um banho e dormir. — Mas... Não espero ela falar subo correndo para meu quarto e ao bater a porta me encostei nela. Eu não acredito no que fiz, não com Mattie, o sexo foi bom, mas depois, fui pega nua no sofá dos outros. O que eu vou fazer? Com que cara eu vou olhar para eles? E Mattie? E aquele Marck com seu comentário? Merda, merda! Mil vezes merda! Arrasada. É exatamente assim que me sinto. Não pela noite que tive com Mattie, não, o sexo foi muito bom. Mas estou arrasada com tudo que me aconteceu após o sexo bom. Ainda não posso acreditar que fiquei diante de dois desconhecidos, completamente nua e fui alvo de olhares muito curiosos e ainda não sei como reagir a cada um deles. Virei na cama olhando para o teto, eu já devia ter levantado e me arrumado para a faculdade, mas com que cara eu vou sair de casa? E se eu ver um deles? O que farei? Puta merda! Eles moram ao lado da minha casa. Eleonor bateu na minha porta e abriu um pouco para me encarar, sentei na cama a vendo entrar e sentar no final dando um sorriso lindo. — Está melhor? Porque ontem pareceu que tinha sido atropelada por um caminhão - Eu sorri e joguei meu cabelo para trás. — Eu não entendi muito bem, mas sabe o vizinho aqui do lado os que se mudaram - Meu sangue gelou neste momento respirei fundo perdendo minha fala — Acho que o nome dele era Marck, ele deixou isso aqui quando eu voltava da minha corrida - Ela me estendeu uma sacolinha e eu peguei. — Continua correndo sozinha por essas ruas? Eleonor você sabe como está o mundo? Se o papai souber eu não vou defender você. — Não estava sozinha Elsie, eu estava com o Jofrey. — Quem é Jofrey? - Vagamente me lembrei que na noite passada ela estava conversando com um carinha na escada de casa. — É aquele cara que estava aqui ontem? — Sim. Ele é meu amigo da escola, é uma pessoa muito legal. Mora na outra rua e tem carro, vai passar aqui em quinze minutos para irmos para a escola. — Você está interessada nele ou na carona? - Eleonor levantou da cama dando de ombro. — Não tenho palavras para definir você. — Diz à garota que deixou a calcinha na casa dos vizinhos - Ela saiu do quarto fechando a porta e eu olhei para a merda daquele saquinho, olhei o conteúdo de dentro e meu coração apertou. — Mas que merda que eu fiz? - Olhei atentamente para minha calcinha cor de rosa, será que todos viram isso? É uma merda de vida, mesmo. Respirei fundo olhando para a janela do meu quarto, andei até a mesma abrindo apenas um pouco da cortina, a janela do quarto ao lado estava aberta e pelo que notei, um dos irmãos conseguiu arrumar o quarto. Não sei qual, afinal, qual o nome do outro que me viu nua da janela? Esse deve ser o maior tarado de todos. Safado!O celular de Lua começou a tocar.Mãe.Ela olhou para Antônio.O dele começou segundos depois.Raquel.Os dois se encararam.— Não atende — disseram juntos.Silêncio.Depois começaram a rir.O celular parou.Tocou novamente.— Elas vão vir para cá — Lua falou.— Vão.— Quanto tempo acha que temos?Antônio olhou para o relógio.— Minha mãe? Vinte minutos.— A minha?— Quinze.Lua ficou séria.Antônio também.— Aquela viagem — ele disse.Os olhos dela brilharam.— Você está pensando o mesmo que eu?— Faça uma mala.— Antônio...— Nós queríamos viajar.— Agora?— Melhor momento impossível.Lua começou a rir.— Você é maluco.— Você quer passar os próximos meses com nossas mães decidindo nome, quarto, roupa, hospital, médico e provavelmente a posição em que você deve dormir?O sorriso desapareceu.— Faça duas malas.Victoria chegou primeiro.Raquel chegou três minutos depois.Nenhuma precisou dizer por que estava ali.— Você também viu? — Victoria perguntou.Raquel mostrou o celular.— O p
O Nosso Segredo— Não.Lua nem precisou olhar para Antônio para saber que ele estava sorrindo.Continuou encarando o cardápio como se estivesse completamente concentrada nele.— Você nem sabe o que eu vou dizer.— Sei, sim.— Então diga.Ela finalmente levantou os olhos.Antônio estava sentado do outro lado da mesa, elegante demais para um simples jantar de sexta-feira, com uma das mãos apoiadas sobre a taça de vinho e aquele pequeno sorriso arrogante que Lua aprendera a reconhecer perfeitamente.— Você vai sugerir alguma coisa indecente.— No restaurante?— Você não tem vergonha.— Tenho.Ele tomou um gole da bebida.— Só não tenho muita com você.Lua revirou os olhos.O restaurante ficava no último andar de um hotel no centro da cidade. Da janela enorme ao lado da mesa, era possível enxergar boa parte das luzes da cidade.Lua estava encantada.Ainda se encantava facilmente.Às vezes com coisas caras.Às vezes com coisas absolutamente simples.Naquela tarde, por exemplo, ficara quase
Ela abriu a boca.Fechou.Abriu novamente.— Eu não estou tentando ocupar o lugar dela.— Eu sei.Sua voz ficou mais calma.— Mas casamento tem duas pessoas.Raquel ergueu uma sobrancelha.— Às vezes três, quando a sogra é competente.Antônio apontou para a porta.— Pode ir embora.Ela riu.— Estou brincando.— Você é perigosa brincando.Raquel juntou os papéis.— Eu só quero que vocês façam tudo certo.— Nós vamos errar.Ela parou.A frase era parecida demais com algo que Lua provavelmente diria.— Vamos comprar coisas feias.— As almofadas já provam isso.Antônio segurou o riso.— Vamos discutir.— Espero que não muito.— Vamos gastar dinheiro com alguma coisa inútil.— Lua parece boa nisso.Ele lançou um olhar de advertência.— Cuidado.Raquel sorriu.— Está apaixonado mesmo.Antônio não respondeu.Não precisava.Ela conhecia aquele olhar.— Mas é justamente isso, mãe.Ele voltou a falar.— Se fizermos uma escolha errada, a escolha é nossa.Raquel ficou mais séria.— Eu não quero ve
— Depende do conselho.— Está vendo?— Estou vendo o quê?— Você está na defensiva.Antônio respirou fundo.Ainda tinha dezenove minutos até sua reunião.Talvez dezoito.— Fale logo.Raquel pareceu ofendida.— Que delicadeza.— Mãe.— Tudo bem.Ela abriu a bolsa.Tirou algumas folhas.Antônio olhou.Depois olhou para ela.— O que é isso?— Algumas ideias.Ele não tocou nos papéis.— Ideias para quê?— Para vocês.— Para nós o quê?— A casa.Antônio soltou uma risada descrente.— Não.— Você nem viu.— Não preciso.— Antônio, são só sugestões.— Então pode levar embora.Raquel ficou séria.— Você está sendo desagradável.— Estou evitando que você perca seu tempo.Ela abriu uma das folhas.— Olhe. Eu pensei que vocês poderiam trocar alguns móveis. A Lua é jovem e está empolgada, então é normal que faça escolhas um pouco... — Ela procurou a palavra. — Peculiares.Antônio já sabia exatamente sobre o que ela falava.— As almofadas?Raquel arregalou os olhos.— Você viu?— Ainda não.— São a
Antônio soube que havia alguma coisa errada quando sua secretária entrou no escritório sem bater.Ju normalmente não fazia aquilo.Nem quando o prédio estava pegando fogo.Ela parou perto da porta, com uma pasta apertada contra o peito e uma expressão estranha no rosto.— Senhor Melo...Antônio continuou olhando os documentos sobre a mesa.— O que foi?— Tem uma pessoa querendo falar com o senhor.— Tenho reunião em vinte minutos.— Eu avisei.— Então mande voltar depois.Ju permaneceu parada.Antônio finalmente levantou os olhos.— O quê?Ela respirou fundo.— Sua mãe.Ele fechou os olhos.Claro.Só podia ser.— Diga que estou ocupado.— Eu disse.— E?Uma voz surgiu atrás de Ju.— E eu disse que sou sua mãe.Antônio passou lentamente a mão pelo rosto.Raquel apareceu na porta com um sorriso satisfeito, carregando uma bolsa em um braço e uma sacola de alguma loja no outro.Ju olhou para Antônio como se pedisse desculpas silenciosamente.Ele apenas fez um gesto com a cabeça.— Pode ir.
— Eu passei anos sem saber nem qual era minha comida favorita, mãe.A expressão da mulher mudou discretamente.Lua continuou:— Porque você escolhia meu café da manhã. Escolhia minhas roupas. Escolhia meus horários. Até quando eu poderia sair.Respirou profundamente.— E, quando eu me casei, achei que simplesmente trocaria você e meu pai por outro dono.A mãe franziu o cenho.— Não fale dessa maneira.— Mas foi assim que eu me senti.Lua passou a mão pelos cabelos.— Só que Antônio nunca fez isso comigo.Um sorriso pequeno surgiu em seus lábios.— Na primeira manhã que passamos juntos, ele pediu um monte de coisas para o café porque não sabia do que eu gostava.Sua mãe permaneceu em silêncio.— Quando perguntei se podia comer apenas o que eu quisesse, ele me olhou como se aquela fosse a pergunta mais absurda do mundo.Lua riu baixinho.Os olhos estavam marejados.— Porque, para ele, era óbvio que eu podia.A mãe desviou o olhar.— Lua...— Ele não escolheu a decoração da casa. Não esco







