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Entre a vida e a morte

last update Date de publication: 2026-10-26 23:25:42

Eu não conseguia entender porque Caleb ainda não havia se curado. O poder de regeneração dele sempre foi rápido e impressionante; cortes profundos costumavam sumir em poucos minutos.

​— Caleb, seu desgraçado, nem pense em morrer agora! Você não pode morrer! Está me ouvindo?! — gritei, com a voz embargada por um misto sufocante de desespero, raiva e medo puro de perdê-lo.

​Naquele instante, a verdade me atingiu em cheio: eu descobri que odiava e amava aquele homem com a mesma intensidade. Od
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  • Rejeitada pelo Alfa supremo    No limite do prazer

    Aquela atração entre nós era simplesmente mais forte do que eu. O cheiro dele é amadeirado, cheiro de homem e de fera no cio clamando pela sua fêmea. Essa fragrância densa, selvagem e absurdamente marcante me enlouquecia de um jeito irracional, quebrando as minhas defesas até não sobrar nada além da necessidade absoluta de tê-lo. A minha loba interior uivava, arranhando minha mente em pura submissão, e eu acabei cedendo, deixando que ele, outra vez, me reivindicasse como sua. ​Caleb rosnou contra a minha boca, um som animalesco e possessivo que reverberou pelo meu peito e fez meu corpo inteiro estremecer. Ele desceu os beijos ardentes pelo meu pescoço, a barba por fazer arranhando levemente minha pele úmida e sensível, inalando o meu perfume com a mesma fome predatória. Senti seus dentes roçarem no local da nossa marca, uma promessa perigosa que me fez arfar e jogar a cabeça para trás, oferecendo-me completamente a ele. ​— Minha — ele rosnou, a voz espessa e rouca misturando-se ao

  • Rejeitada pelo Alfa supremo    Surpreendida no banho

    O sangue subiu violentamente para o meu rosto, queimando minhas bochechas de pura vergonha e indignação. O atrevimento devasso dele era sem limites. — Vá para o inferno, Alfa Crescent! Você e essa sua boca suja! — disparei, a voz trêmula por uma mistura perigosa de raiva e desejo reprimido. Me levantei da cama de um salto, fugindo daquele campo de visão pecaminoso que ameaçava derreter as minhas últimas defesas. Fui apressada até o closet, agarrei a minha calcinha e a camisola de seda com as mãos ainda meio trêmulas, e corri para o banheiro. Bati a porta com força atrás de mim e fiz questão de girar a chave com um estalo alto, trancando-a não apenas para mantê-lo do lado de fora, mas para tentar desesperadamente conter o meu próprio corpo, que queimava de vontade de ceder a ele. Enquanto a água morna caía sobre meu rosto e eu, com os olhos fechados, tentava não pensar naquele Alfa arrogante e convencido, o susto foi tão grande que meu coração deu um solavanco violento. O baru

  • Rejeitada pelo Alfa supremo     irritantemente irresistível

    Lentamente, ele ergueu uma de suas mãos . O polegar quente e levemente áspero dele encontrou a minha boca, roçando o meu lábio inferior com uma lentidão torturante. O toque era possessivo, provocante, desenhando o contorno dos meus lábios e fazendo o meu fôlego falhar de forma miserável. — E o Leon e a sua loba... Siena, não é? pelo menos é assim que já ouvi você chamá -la.— ele continuou, o hálito amadeirado e inebriante se misturando ao meu enquanto o polegar dele pressionava levemente a carne macia da minha boca, entreabrindo os meus lábios. As íris douradas dele ardiam com uma luxúria perigosa, segurando o meu olhar cativo enquanto a carícia continuava, enviando correntes elétricas direto para o meu baixo-ventre. O sorriso cafajeste e devastador dele se alargou. — Eles nos agradeceram muito por isso, não acha? — o timbre rouco vibrou contra a minha pele, espesso de desejo. — Afinal, eles não sentiram a nossa união apenas de forma sensorial... eles sentiram, fisicamente, c

  • Rejeitada pelo Alfa supremo    Um jogo perigoso

    Dizendo isso, Caleb me dominou. Dessa vez não com tanta facilidade, porque eu soquei os ombros largos dele com toda a minha força e chutei para todos os lados, tentando golpeá-lo no lugar certo , aquele que eu sabia que o deixaria fora de combate pelo menos por alguns instantes. Mas o atrito insano dos nossos corpos em chamas era uma tortura. Como sempre, a força feroz e inabalável dele prevaleceu. Com um movimento fluido e implacável, ele me jogou contra o colchão macio, prendendo meus dois pulsos no alto da minha cabeça com apenas uma das suas mãos grandes e quentes. Meu peito subia e descia descontrolado, roçando no dele. O olhar de Caleb escureceu, o dourado das íris sendo engolido por um desejo bruto, uma fúria possessiva e um ciúme devastador. O hálito quente dele bateu no meu pescoço quando ele sussurrou, a voz rouca vibrando contra a minha pele: — Vamos fazer um acordo... Se você confessar que é só minha, Maya. Que nunca foi de Alex, nem mesmo quando se entregava a ele...

  • Rejeitada pelo Alfa supremo    Medindo forças

    ​— O seu precioso Alex ligou para você... — a voz rouca e letal dele quebrou o silêncio, vibrando com um tom perigoso. ​Quando me virei para olhá-lo, encontrei um sorriso de puro escárnio repuxando o canto dos lábios perfeitos do Alfa. Os olhos dourados brilhavam com uma possessividade predatória. ​— Mas acho que ele não poderá ligar mais — completou, o tom escuro deixando perfeitamente claro que o meu aparelho de celular provavelmente já não existia inteiro a essa altura. ​Senti meu estômago revirar de indignação, mas mordi o interior da bochecha e me forcei a manter o rosto impassível. Continuei pegando a camisola e a pequena calcinha de renda no closet, fazendo o possível para ignorá-lo e não ceder à sua provocação barata. ​Mas, por Deus, era uma tortura física. Minha determinação de ignorá-lo estava ruindo a cada segundo, porque os meus olhos me traíam, sendo puxados como um ímã para a visão que a camisa aberta agora revelava. O peitoral largo e incrivelmente tentador, a p

  • Rejeitada pelo Alfa supremo    Novamente a sós

    Empurrei a porta pesada de carvalho e entrei no quarto que havia sido preparado para receber meu filho. Meus passos vacilaram por um instante diante da visão. Tive que admitir, engolindo a seco, que Caleb havia mandado arrumar aquele espaço como um verdadeiro refúgio real. Era um quarto digno de um príncipe, digno de um herdeiro legítimo do Alfa Supremo. O nó na minha garganta apertou ao constatar o absurdo daquela situação; eu simplesmente não conseguia entender os motivos dele. Caleb estava convicto de que Brian era filho de Alex, e não dele, mas o instinto protetor e o luxo ao nosso redor diziam exatamente o contrário. ​— Mamãe! Olha só que monte de brinquedos o papai comprou para mim! — a vozinha animada de Brian me puxou de volta para a realidade. Ele estava sentado no centro de um tapete felpudo, cercado por caixas coloridas, com os olhos brilhando de deslumbramento. Logo depois, ele tombou a cabecinha para o lado, a expressão se tornando confusa. — Por que eu chamo ele de h

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