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Capítulo 4

ผู้เขียน: Árvore Florida
No momento em que desliguei o telefone, passos ecoaram pelo corredor.

— O que você está fazendo?

Rapidamente escondi o celular debaixo de mim. Gideon soltou uma risada fria enquanto se aproximava.

— Qual é a pressa? Acha que eu confiscaria seu celular?

Ele abriu a porta da cela e se agachou. Examinou meu rosto exausto e vazio com um olhar lento e deliberado.

— Evelyn, eu sei que você está planejando fugir. Mas sem minha permissão, nem uma mosca entra ou sai deste lugar. Meu conselho? Coma sua comida e se comporte.

Havia a arrogância de sempre em seu tom — a mesma confiança fria que o tornava temido como Chefão.

Quando olhei para aqueles olhos gelados, tudo o que vi foi estranheza.

— Gideon, por que você está fazendo isso comigo?

Por uma fração de segundo, ele pareceu surpreso com a falha na minha voz.

Então, a fúria flamejou em seu olhar.

— Se você não tivesse forçado Bella a estudar no exterior, ela nunca teria me deixado! E se ela não tivesse partido, você nunca teria tido a chance de se infiltrar! Evelyn, você esteve mentindo para mim desde o início!

Seu aperto se intensificou, os dedos dele se cravando no meu queixo com tanta força que pensei que ele o esmagaria.

— Qualquer um que mente para mim não vive para se arrepender. Você deveria ser grata por eu ter te poupado por tanto tempo.

Virei a cabeça em silêncio atordoado.

— Eu a forcei? Eu menti para você?

Uma risada quebrada escapou dos meus lábios.

Então era isso. Era por isso que Gideon me odiava tanto. Era porque ele esteve vivendo nas mentiras da minha irmã o tempo todo!

Mil palavras se amontoaram na minha garganta, mas não disse nada.

Gideon não era tolo. Era perspicaz e astuto, o tipo de homem que governava impérios. A única razão pela qual caiu na armadilha da minha irmã era porque estava apaixonado por ela.

Não havia nada que eu pudesse dizer que mudaria isso. Discutir só traria mais humilhação e dor.

Eu não queria me machucar de novo. Me recusava a deixar meu filho nasciturno morrer comigo uma segunda vez.

Virei a cabeça e permaneci em silêncio, recusando-me a dar mais um olhar ao homem na minha frente.

Gideon congelou por um momento. Ele não esperava que eu reagisse assim.

Eu estava fria e distante, como se as palavras dele não significassem nada para mim.

Ele se levantou abruptamente e respondeu com voz fria:

— Parece que estavam certos sobre você. Tudo bem. Fique aqui e pense no que fez. Quando eu me acalmar, talvez te deixe sair.

Ele saiu, e a cela afundou de volta no silêncio.

Tirei meu celular. Já havia uma resposta esperando.

Zerrick: [Certo. Em três dias, vou te buscar com um jato particular.]

Soltei um longo suspiro, deixando o tênue brilho de esperança afastar o ar viciado e sufocante da cela.

De repente, alguém bateu na porta da cela, e Randel entrou com comida. Sua cabeça estava enfaixada, e ele parecia pálido.

— O Chefe pediu para trazer isso. Senhora, ele ainda se importa com você.

Fiquei surpresa por um momento, então abri a marmita. Para minha surpresa, tudo dentro era minha comida favorita.

— Não brinque comigo. Ninguém tranca a pessoa com quem se importa.

Ele abriu a boca para dizer mais, mas ficou em silêncio.

Devolvi a marmita para ele.

— Isso deve ser de você, não dele. Agradeço o gesto, mas não se machuque por minha causa. Eu... não quero que você se machuque por minha causa.

Ele olhou para a marmita em suas mãos e imediatamente explicou:

— Não, sério. Foi ordem do Chefe.

Balancei a cabeça e não disse nada.

Ele soltou um suspiro.

— Senhora, não perca a esperança. O Chefe está apenas cego agora. Estive reunindo evidências...

Tossi bruscamente, interrompendo-o.

— Você quer morrer? As paredes têm ouvidos. Se ele descobrir, você está acabado.

Randel entendeu o quão complicados esses assuntos de família podiam ser. Imediatamente fechou a boca e saiu.

No fim, uma ponta solta permaneceu, e de alguma forma, as palavras dele chegaram a Bella.

Mais tarde naquela noite, Bella invadiu a cela.

— Então, você está planejando se unir e me expor? Você realmente não quer viver, não é?

Meus pais a seguiram. Seus olhares eram frios e afiados, como se estivessem olhando para uma inimiga e não para a própria filha.

— Por causa do nosso sangue compartilhado, não queríamos ser tão impiedosos, mas pensar que você tentaria destruir sua própria irmã e despedaçar a família Quinn! Sendo assim, não teremos misericórdia!

Eles se aproximaram cada vez mais até que eu estava pressionada contra a parede.

— O que vocês vão fazer? Me matar? Tem câmeras por toda parte...

Bella de repente puxou uma faca de frutas de trás das costas, erguendo-a no alto. Instintivamente protegi minha barriga e fechei os olhos.

Porém, a dor nunca veio.

Quando os abri novamente, minha respiração congelou.

Bella estava no chão, e a faca estava enterrada em seu abdômen. Sangue se espalhava por toda parte.

— Bella! Bella! Minha filha!

Os gritos da minha mãe ecoaram pelo concreto enquanto meu pai corria para a porta.

— Chamem o Chefão! Digam que Evelyn esfaqueou Bella! Agora!

Os guardas se agitaram em pânico e imediatamente saíram correndo.

— Pai, apague as imagens... antes que eles vejam... — A voz de Bella tremeu enquanto o lembrava.

Avancei para detê-lo, mas era tarde demais.

Momentos depois, a porta se escancarou.

— Bella! — A voz de Gideon trovejou pela cela. — O que diabos aconteceu aqui?!

Minha mãe desabou em lágrimas.

— Bella disse que Evelyn estava passando fome. Ela nem se trocou antes de vir correndo com comida. No momento em que entrou, Evelyn pegou uma faquinha da bandeja e esfaqueou Bella, dizendo que era tudo culpa dela e que ela deveria morrer.

— Passando fome? — Gideon repetiu lentamente. Seu olhar de repente se tornou cruel, afiado o suficiente para cortar o ar. — Pensei que você estava se recusando a comer porque estava emburrada. Mas agora vejo que estava apenas tentando ganhar simpatia antes de machucar sua própria irmã.

Ele caminhou em minha direção e me chutou com força, me jogando no chão.

A dor rasgou meu estômago.

Minha mãe chorou e gritou:

— Você não pode negar! Vimos com nossos próprios olhos! Bella veio se desculpar e até disse que pediria ao Chefão em alguns dias para te libertar, mas em vez de ser grata, você foi e a machucou!

A raiva de Gideon transbordou.

Randel subitamente disse:

— Chefe, a Senhora ainda está se recuperando. É improvável que ela pudesse atacar alguém. Talvez devêssemos verificar as imagens de segurança primeiro.

Gideon olhou para mim enquanto eu tremia por inteiro, então voltou seu olhar frio para os guardas.

— Vão. Peguem as imagens.

Os guardas saíram correndo.

Gideon então se agachou ao lado de Bella, pressionando gentilmente uma bandagem em seu ferimento. Ele gentilmente afastou o suor da testa de Bella. Sua voz pingava ternura.

— Está doendo? Não tenha medo. O médico está a caminho.

Quando fui sequestrada naquela época, levei dois tiros no braço e na perna. Ele mal tinha olhado para mim, me deixando com um médico particular.

Ele tinha alegado que era minha própria culpa por me destacar demais, que aquelas duas balas eram uma lição que eu nunca esqueceria.

A diferença entre fingimento e sentimento genuíno sempre estava nos detalhes.

Pensei que meu coração já estava entorpecido, mas agora, ele se apertou de dor mais uma vez.

Olhei fixamente para o corredor vazio, me agarrando à menor centelha de esperança.

Meu pai não tinha voltado. As imagens de segurança ainda podiam existir. Se Gideon pudesse ver a verdade, talvez...

— Isso é ruim, Chefe! As imagens foram apagadas!
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