Share

22. Controle perdido

last update Tanggal publikasi: 2026-02-07 05:23:40

( Dante)

Sentado em minha sala no cassino, o cheiro do couro antigo das poltronas e o aroma de uísque envelhecido misturavam-se com o gosto amargo da dúvida na minha boca. A penumbra do ambiente fazia sombras dançarem nas paredes enquanto minha mente girava em círculos com pensamentos que eu não queria admitir nem para mim mesmo.

Enzo estava sentado à minha frente, com as pernas cruzadas e um copo meio vazio na mão. Sua expressão era um misto de ceticismo e provocação - características que ele
Lanjutkan membaca buku ini secara gratis
Pindai kode untuk mengunduh Aplikasi
Bab Terkunci

Bab terbaru

  • Rendida ao Magnata italiano   31. Presságio

    As luzes do cassino ardiam com um brilho quase insuportável, e o som incessante de fichas e moedas reverberava como uma batida frenética em meus ouvidos. Eu estava ali, sentada à mesa onde Dante me deixara, tentando fingir que aquele ambiente me era familiar. Tentando parecer confortável, natural, segura. Mas tudo dentro de mim gritava o contrário.O vestido colava no meu corpo, mais apertado do que me lembrava, como se quisesse me lembrar de que aquele mundo não me pertencia. Ainda assim, mantive o queixo erguido, os olhos fixos no baralho sobre a mesa, observando os jogadores, o dealer, tudo ao meu redor com atenção. Era o que Dante esperava de mim - presença, discrição, elegância.Segurei uma taça de champanhe sem intenção de beber. A bebida escorria lentamente pelas laterais do cristal, mas eu apenas girava a taça, distraída. Estava tão perdida em pensamentos que só percebi a aproximação de alguém quando um vulto projetou sombra sobre a mesa.Me virei devagar. Um homem alto, ombro

  • Rendida ao Magnata italiano   30. Ivan

    (Dante)O vapor subia preguiçoso da água quente, envolvendo nossos corpos em uma névoa íntima. Alina estava sentada à minha frente, as costas encostadas no meu peito, e eu deslizava o sabão lentamente por seus ombros com movimentos suaves, quase reverentes. Seu corpo relaxado sob minhas mãos me deixava em transe, e o cheiro doce de sua pele misturado ao aroma floral do sabonete deixava o ar mais denso, mais carregado de desejo e calma.Meus dedos traçavam linhas invisíveis em sua pele úmida, contornando seus ombros, descendo pelos braços. A luz suave das velas ao redor da banheira criava reflexos dançantes sobre a água e sobre os contornos delicados do corpo dela, me hipnotizando. Alina suspirou baixo, a cabeça encostando levemente no meu ombro, como se aquele momento pudesse durar para sempre.Mas eu já não tinha esse luxo.De repente, como se um peso invisível tivesse pousado sobre meus ombros, soltei o sabonete na água e me ergui, derrubando um pouco da água morna para fora da banh

  • Rendida ao Magnata italiano   29. Promessa

    O silêncio depois do furacão era ensurdecedor. Eu me sentia perdida em um mar de emoções conflitantes - desejo, medo, raiva... e agora, culpa.Estávamos deitados na cama, minha cabeça encostada em seu peito, a respiração de Dante era regular, apesar do que acabara de acontecer e sob nós um lençol fino demais para esconder o tremor que tomava meu corpo. Meu olhar estava fixo na janela, mas meus pensamentos estavam a quilômetros dali.Quando Dante se virou para mim, concentrando sua atenção em mim, meu coração acelerou. Ele respirou fundo e ficou me encarando por longos segundos antes de falar.- Por que você não me contou? - a pergunta veio seca, mas havia algo mais ali. Dor. Decepção.- Eu... - minha voz falhou. - Eu não sabia como você ia reagir.Ele franze o cenho, como se estivesse avaliando a minha resposta. Seu olhar era fogo, mas também confusão. Um campo de batalha onde o controle e o desespe ro duelavam.- Você acha que eu te faria mal?Engoli em seco. - Depois do que acontec

  • Rendida ao Magnata italiano   28. Você é minha

    (Dante)O canto do quarto parecia engolir Alina, como se a própria sombra quisesse protegê-la de mim. Mas não havia abrigo seguro entre aquelas paredes. Meus olhos estavam fixos nos dela - grandes, assustados, brilhando com algo que não era apenas medo. Era fome. Era desejo. Era a maldita contradição que ela ainda tentava lutar dentro de si.O coração dela pulsava tão alto que eu podia ouvi-lo daqui. E foi então que ela falou. A voz saiu trêmula, mas cheia de uma fúria que apenas alguém verdadeiramente quebrado - ou entregue - poderia ter.- Você me sequestrou para que uma dívida seja paga... - vociferou, o peito arfando - e eu odeio mais a mim mesma por desejar que isso nunca acabe.Aquelas palavras bateram em mim como um estalo. O ar ficou mais pesado. O tempo parou.Ela não sabia o que tinha acabado de fazer. Ou talvez soubesse. Talvez quisesse mesmo me incendiar.Caminhei em sua direção, lento, firme, como o predador que já sabe que a presa não vai fugir. Ela ficou imóvel. As cost

  • Rendida ao Magnata italiano   27. Giulia

    O sol brilhava alto quando me acomodei na espreguiçadeira próxima à piscina. A água cristalina reluzia sob a luz intensa do meio-dia, e eu permitia que o calor do sol secasse lentamente minha pele ainda úmida do mergulho. Com os olhos semicerrados, eu respirava fundo, tentando absorver algum tipo de paz naquele instante. A mansão estava silenciosa, quase em um raro momento de calmaria.Com o livro apoiado no colo, meus dedos brincavam com as páginas, mas minha mente divagava. O calor, o silêncio e aquela atmosfera suspensa de tranquilidade me afastavam dos últimos dias tumultuados. Ainda assim, uma inquietação permanecia alojada em meu peito, como um sussurro incômodo de que nada daquela paz era verdadeira, apenas uma pausa antes da próxima tempestade.Foi então que ouvi passos. Olhei de relance e vi Enzo, o braço direito de Dante, saindo da mansão com as mãos nos bolsos e o olhar fixo em mim. Seu semblante era mais sério que o habitual, mas não havia ameaça em seus olhos. Apenas algo

  • Rendida ao Magnata italiano   26. Suspeitas

    (Dante)O cheiro do café recém-passado ainda pairava no ar quando empurrei a porta do escritório, mas algo parecia errado. Havia silêncio demais. Rosete, que geralmente surgia para comentar sobre o cardápio do dia ou trazer algum informe trivial, parecia ausente. E Alina... Alina estava distante.Ela andava assim. Não reclamava, não pedia, não respondia muito. Apenas pairava pelos cômodos como uma sombra delicada, com olhos distantes e um silêncio desconfortável. Era uma mudança sutil, mas para alguém como eu, que estudava cada reação dela como quem lê um mapa em uma terra estrangeira, era gritante.Fechei a pasta sobre a mesa, me levantando com decisão. Enzo não estava por perto, e Rosete não aparecia. Atravessei os corredores em direção à cozinha, onde finalmente encontrei Rosete, limpando distraidamente a bancada. Seus movimentos eram mecânicos demais, e não demorou para que eu percebesse que evitava me encarar.- Rosete - minha voz soou mais baixa do que o habitual. Mais... tensa.

Bab Lainnya
Jelajahi dan baca novel bagus secara gratis
Akses gratis ke berbagai novel bagus di aplikasi GoodNovel. Unduh buku yang kamu suka dan baca di mana saja & kapan saja.
Baca buku gratis di Aplikasi
Pindai kode untuk membaca di Aplikasi
DMCA.com Protection Status