LOGINLaura passou oito anos ao lado de Henrique, acreditando ter encontrado o amor da sua vida. Prestes a se casar, ela se deparou com fotos dele entrelaçado com outra mulher. O canalha, a amante e a futura sogra que a desprezava, que essa gente podre fique junta. Laura decidiu se afastar sem hesitar. Abandonando a sua identidade e começando uma nova vida. Uma nova vida com uma carreira brilhante, fortuna e sucesso. Tudo construído com suas próprias mãos. Quando se reencontraram, Henrique a viu nos braços de outro homem, radiante, sedutora, deslumbrante. Ele caiu de joelhos diante dela, com os olhos vermelhos, implorando por uma segunda chance. O homem que a abraça deu um passo à frente, com o olhar frio e indomável sobre Henrique, carregado de uma advertência cortante, ele disse: — Pare de atormentar a Lala. Você não merece ela.
View More— Além disso, a aprovação do governo já saiu. Eles consideram que o orfanato atrapalha a paisagem da cidade e querem demolir. Querida, você está fazendo tempestade em copo d’água!Laura não esperava que a promessa de Henrique fosse tão frágil, mas ela não era idiota.— Você não tem o coração, o caráter ou a responsabilidade para isso. Você só está pensando nos seus próprios interesses, não é?Laura não explodiu ali na frente de todos. Ainda não era hora de rasgar a fachada.— Srta. Laura, como você pode pressionar o Henrique assim? — Marina, emburrada, resmungou. — Ele também está sofrendo, sabia? Mas é uma exigência do governo. Você quer fazer chantagem emocional com ele? É só um orfanato. Isso é mais importante do que o que você sente por Henrique?Ao ouvir isso, Laura apertou os dedos com força. No segundo seguinte, deu um tapa na cara de Marina, que ficou com os olhos vermelhos, olhando para Laura com uma expressão de injustiçada.— Laura, o que você está fazendo? Como pode bater e
— Laura, se for culpar alguém, só pode se culpar a si mesma. Você não consegue prender o coração de um homem. Pelo contrário, ainda depende de Henrique para conseguir o que quer. Não suporto mulheres como você.Laura apertou os dedos. Ela realmente dependia de Henrique? Antes, sim... mas agora? Ela esboçou um sorriso irônico. Agora, só podia contar consigo mesma.— Sra. Valéria, eu sei que a minha origem é humilde e que não sou digna de seu filho. Mas durante todos esses anos, eu não gastei um centavo dele. Isso não basta? — Disse Laura. — Sempre fui justa com Henrique e com sua família. Nunca houve dívidas entre nós!— Que palhaçada é essa? — Valeria arqueou uma sobrancelha. — Você não gastou o dinheiro do meu filho? Isso é impossível!— Eu vou retribuir na mesma moeda. — Laura respondeu, mantendo a coluna ereta. — Aliás, por que você acha que, todos esses anos, cuidei do Henrique? Por que gastei meu tempo e esforço com ele? E cuidei da sua gastrite com todo o cuidado? Hein? Valeria
Ela ainda estava mergulhada em sonhos, sem imaginar que Laura já havia preparado a transferência da casa e estava prestes a deixar a Cidade M.Antes de partir, Laura fez uma visita ao orfanato onde havia crescido. A esposa do diretor, uma mulher de coração generoso, segurou as mãos de Laura e disse:— Ouvi dizer que você vai se casar, minha filha. Finalmente encontrou a felicidade que te pertence.— Senhora, o que é felicidade, afinal? — Laura balançou a cabeça.— Basta que você seja feliz, isso é felicidade.Laura ficou em silêncio, sentindo um aperto no peito. Ela esperava conselhos, instruções sobre como ser esperta, responsável, como aprender a ser paciente e obedecer, mas a mulher simplesmente desejava que ela fosse feliz.Laura não conseguiu se controlar e as lágrimas começaram a escorrer pelo seu rosto.A mulher a consolou até que ela fosse embora.Três dias depois, Laura recebeu a notícia de que o orfanato seria demolido. Ela ficou perplexa.Quando descobriu quem era o incorpor
— Beba. Vai te fazer sentir melhor.Ao ver a canja, o olhar de Marina escureceu por um instante. No segundo seguinte, ela estendeu a mão e o som da tigela se quebrando ecoou.Henrique correu imediatamente para o quarto e encontrou Marina com os olhos vermelhos, lágrimas escorrendo.— A Srta. Laura não gosta de mim, mas não precisava me humilhar assim. Eu também sou humana, também tenho dignidade.Henrique puxou Laura para o lado e, ao ver a queimadura no dorso da mão dela, entrou em pânico.— Doutor! Venham examiná-la! — Gritou para o corredor.Ele parecia tão desesperado quanto um marido aflito ao ver a esposa ferida.Laura se afastou sozinha até a porta e ouviu algumas enfermeiras cochichando:— Esse Sr. Henrique trata tão bem a esposa. Ficou aqui com ela o tempo todo. Até à noite ele fica de vigília. — Ele tem medo que a Sra. Nicácio passe por qualquer susto.— Os dois são tão perfeitos juntos, e o bebê está quase para nascer!Laura soltou uma risadinha irônica.Ela ficou parada na






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