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Capítulo 39: Jantar a três – II

Author: Kell Smith
last update publish date: 2026-09-22 22:59:17

Ela abriu a boca e engoliu; foi fundo, deixando meu pau desaparecer naquele calor úmido, e começou a chupar com uma vontade, uma sede que parecia não ter fim. A sensação do vácuo que ela criava, da língua massageando o freio, das bochechas cavadas... Era impossível não responder. Em segundos, eu estava latejando e duro de novo na boca dela, pronto para a próxima rodada. Com a mão firme na nuca dela, puxava seu rosto contra mim, guiando aquele ritmo selvagem. Ela engolia meu cacete até o talo, a
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    Daniel Cara, a professora Aline era aquele tipo de mulher que fazia você querer ir pra aula até de madrugada. Morena, cabelo até a cintura, uns 1,70 de pura tentação. Aquele corpinho de academia, com curvas no lugar certo, e um sorriso que era um convite direto pro inferno. Desde o primeiro dia de cálculo, eu ficava lá no fundo da sala só imaginando como seria ter aquela mulher por baixo de mim. O destino pregou uma peça no dia da revisão final. A turma toda combinou de vazar pra um bar, e eu, como tinha trampo de manhã cedo no dia seguinte, fiquei. Ela chegou na sala vazia, aquele vestido jeans justo que parecia pintado nela, e aquele cheiro bom de perfume caro. — Boa noite, Daniel. Cadê a turma? — perguntou, com aquela voz doce que me dava um frio na barriga e um calor em outro lugar. — Boa noite, minha deusa — soltei sem pensar. Ela arregalou os olhos, surpresa, mas um cantinho da boca se ergueu num quase

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    Ela abriu a boca e engoliu; foi fundo, deixando meu pau desaparecer naquele calor úmido, e começou a chupar com uma vontade, uma sede que parecia não ter fim. A sensação do vácuo que ela criava, da língua massageando o freio, das bochechas cavadas... Era impossível não responder. Em segundos, eu estava latejando e duro de novo na boca dela, pronto para a próxima rodada. Com a mão firme na nuca dela, puxava seu rosto contra mim, guiando aquele ritmo selvagem. Ela engolia meu cacete até o talo, até sentir a cabeça bater no fundo da sua garganta, e eu gemia com a sensação de sufoco molhado que ela provocava. Depois, a safada se afastava, tirando tudo da boca só para encarar meu pau todo babado e enfiar de novo, mais rápido, mais profundo. — Caralho… assim, sua puta… — saiu da minha garganta, num gemido rouco e involuntário. Fechei os olhos e joguei a cabeça para trás quando ela mergulhou de novo. Mas dessa vez, ao mesmo tempo que me engolia, senti a língua quente e macia lambendo meu

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