FAZER LOGINNara FerrariEm minha cama, passo as unhas pelas suas costas enquanto Henry me penetra mais uma vez. Me sinto imersa ao seu toque, os beijos em meu pescoço, tudo acontecia em câmera lenta. Ambos em querer que acabe logo, aproveitando e saciando o nosso desejo. Sentir a sua falta, cada vez que penso como foi o início desse relacionamento minha mente dá um salto me deixando tonta.Mas não me arrependo.Levo minha mão ao seu cabelo, arqueando as costas, sentindo o tremo dominar meu corpo.— Deixa vir. — manda em sussurro que não tem como resistir. Somente me entrego em um dos orgasmos maravilhoso que venho tendo com Henry Sanchez.Mais duas estocada e recebo todo o líquido do meu noivo em um gemido baixo e rouco. Amo o som de homem gemendo e Henry me deixa louca quando o escuto. Deitando ao meu lado, ele me puxa para perto.Ofegantes e suados, abraço a sua cintura e deito a cabeça em seu peito. Seus dedos, deslizam pelo meu cabelo começando um cafune muito bem recebido. Em um clima muito
Nara FerrariHenry Sanchez está sentado na minha cama, depois de ter olhado cada canto do meu quarto e até mesmo meu closet. Sentir mais vontade de rir do que minha privacidade sendo invadida, a sua procura de saber se me falta alguma coisa é fofa da parte dele. Mas Henry precisa aprender e muito melhorar esse seu lado. Precisa usar a comunicação, não somente deduzir e pronto.Não quis bancar a infantil da relação e talvez tenha sido, mas no fim deu certo. Henry veio atrás, procurou conversar, mesmo que dois dias depois daquele jantar. Continuo magoada com isso, mas vamos superar.— Tudo nos conformes? — dou um sorrisinho, tirando o relógio e colocando na penteadeira.— Sim. — resmunga, sabendo que estou o provocando. — A intensão não é…— Fiz o mesmo na sua cobertura, só não tive muita coisa para descobrir. — dou de ombros.Henry é preto no branco, literalmente falando. Sento de frente ao espelho, começando a remover a maquiagem, preciso de uma banho.— Bom, terá o meu quarto na mans
Henry SanchezNara entra no carro e pela sua cara prevejo o discurso que planejou falar em defesa de seu pai. A observo com atenção, leve suor em sua testa escorrendo pela lateral, descendo o olhar pelo seu corpo não há nada de diferente ou fora do comum, ela suspira.— Sabe, pode me perguntar se estou bem ou não. — resmunga.Ela percebe as minhas intenções.— Você está bem? — Revira os olhos, não foi no tom de deboche a minha pergunta. Analisar as pessoas é normal para mim. É assim que escolho a melhor abordagem. — Quero acreditar que se não tivesse ou se precisasse de alguma coisa me avisaria.Dar de ombros.— Quem sabe? Talvez fosse melhor ligar direto para polícia.— Nara…— Por favor, não me diga que está indo à minha casa para brigar com meu pai? — muda de assunto. — É uma discussão desnecessária, posso gastar o dinheiro dos dois igualmente e sem problema algum.Arrumo o terno em meu corpo, passando a língua preguiçosamente pelo lábio.— Essa discussão não tem a ver com dinheiro
Henry Sanchez Mando quatro pessoas embora devido à incompetência ao não cumprir o trabalho dado. O tempo passa e em vez de mostrar desempenho, escolhem pior e não vou passar a mão na cabeça de ninguém. O dia está sendo estressante demais, não só hoje, parece que de repente todo mundo desaprendeu a fazer o seu trabalho. Jogo duas pílulas na boca, engolindo sem água mesmo.Estou prestes a mandar a quinta pessoa ir embora quando o Soren entra na minha frente, minha secretária que está atrás dele se treme toda e abaixa a cabeça tentando não chorar.— Sr. Sanchez, receio que esteja na hora de conversarmos sobre as novas peças que estão a caminho. — olha de relance para minha secretária que entende e sai rapidamente da sala.Passo a mão pelo cabelo, respirando fundo.— Está querendo ser demitido também?— Na verdade, não quero que o senhor receba um processo.Dou uma risada e o olho.— Processo? Quem teria tamanha sanidade?Ele arruma o óculos em seu rosto.— Todos que você for demitir ao
Henry SanchezNão é um hábito meu me atrasar. Tão pouco gosto quando o fazem, hoje precisou que Soren me lembrasse do jantar que havia marcado com Nara. O primeiro jantar oficial em um dos melhores restaurantes da cidade para que todos nos visse, me lembrando que estou em um relacionamento. Onde preciso dividir a minha atenção e não focar somente no trabalho como de costume.— Está atrasado. — faz questão de me lembrar ao se aproximar do carro.O leve batom Nude com um belo contorno, deixa os lábios da mulher negra convidativos. Porém, o homem que parece no alto da escada com a cara emburrada me faz pensar duas vezes antes de arriscar beijá-la. Não que eu tenha medo dele, só quero me poupar do tempo de ouvir os dramas de Anthony.— Está atrasado! — Anthony grita para ser ouvido.— Um pequeno acaso. — me limito a dizer, mas falo alto o suficiente.— Minha filha em primeiro lugar.Nara dá dois tapinhas em meu ombro.— Faço as palavras dele as minhas. — diz e entra no carro.Anthony dá u
Nara FerrariNada de olhar para os lados. Sou uma boa atriz em fingir que tem vários pares de olhos grudados em mim, esperando, cochichando. Sei lidar bem quando sou o centro das atenções, bom, normalmente os motivos são pelo meu desempenho em tudo que presto a fazer e não a minha vida pessoal.Apresso os meus passos para encontrar com a Sasha, quanto antes ir embora é melhor.Infelizmente Kleber tem planos diferentes, ao entrar na minha frente dando o seu melhor sorriso. O homem a minha frente é bonito, é um idiota, mas é bonito. Agora ele poderia mostrar a sua beleza em outro lugar porque a vontade de voar no pescoço dele não passou.Percebi que sou uma pessoa rancorosa.— Fiquei sabendo da mais nova novidade. — dá uma risadinha. — Confesso que não acreditei muito, mas vindo do perfil oficial da família Sanchez… Eles podem ter sido hackeado.Suspiro, olhando para os lados e perguntando para Deus o que fiz para aguentar uma mala como essa.— Quer perguntar diretamente para Henry? — P







