FAZER LOGINAngel Parker
Perder alguém que se ama não é fácil, e nunca vai ser, queria tanto voltar no tempo e está com eles, naquele carro, quem sabe assim eu iria com eles.
Sou Angel Parker, tenho 17 anos e perdi meus pais recentemente em um acidente de carro, e agora minha guarda está legalmente com minha madrinha, Helena. Ela é uma pessoa amável e era muito querida por meus pais, sempre a amei como se fosse uma segunda mãe. Fico um pouco feliz por estar indo morar com ela.
Estou no aeroporto, acabei de me despedir dos meus amigos e estou embarcando no avião, espero que minha vida amarga e triste tenha algum sentido lá. Acabei dormindo e acordei com alguém me cutucando, era o...piloto? Uau! Que gato.
- Senhorita, já pousamos.
- Ah! Desculpe! - Falo.
- Tudo bem, vamos? -Ele chama.
- Claro. - Descemos do avião e ele me levou para pegar minhas malas.
- Obrigada.
- Não a de que. -Ele sorrir, um sorriso de acabar con qualquer psicológico. - Me chamo Pietro.
- Angel.
- Um anjo mesmo. -Sorri envergonhada. -Aqui esta meu cartão, talvez possamos sair para tomar um sorvete.
- Ah! Claro! - Sorrio. -Tenho que ir, tchau Pietro.
- Até logo, Angel.
Ando um pouco com minhas duas malas em cada mão e uma mochila nas costas, a procura de minha tia, ando mais um pouco e vejo ela, a mesma corre até mim.
- Meu anjo, que saudades.
- Também Dinda.
- Vamos meu amor, vamos para casa. -Saímos do aeroporto e seguimos para um carro preto, quase parecido com uma limusine, entramos atrás e o motorista deu partida.
Chegamos na casa dela, e meu Deus, que casa maravilhosa.
- Angel? Aí meu Deus você está linda.
- Amanda?
- Eu mesma. - Nos abraçamos. -Vamos entrar em casa, colocar os papos em dia, amanhã você já começa a estudar, Laura e Emma irão vir aqui em casa mais tarde. -Ela não parava de falar, sempre foi assim, faladeira.
Entramos na grande casa e eu olhava tudo atentamente, mansão seria o melhor a se fala. Em questão de segundos meus olhos se encontram com duas piscinas azuis, meu estômago revira, meu coração acelera e eu perco o ar.
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Adam Grayson
Acordei pela manhã com uma dor de cabeça horrível, tenho certeza que foi por causa das bebidas de ontem. Levanto, tomo uma ducha gelada, me visto, tomo um analgésico e desço as escadas encontrando meus irmãos sentados a mesa tomando café da manhã.
- Bom dia! - Falo.
- Bom dia! -Henry e Dylan respondem em uníssono.
- BOOOMMMM DIA MEUS AMORES. - Amanda grita e minha cabeça dói mais ainda e coloco a mão na cabeça. -Desculpa Adam. -Ela beija minha bochecha.
- Tudo bem maninha. - Falo, ela deposita um beijo nos outros e senta em sua cadeira.
- Amanhã já é segunda, nossa. - Amanda comenta.
- O final de semana passa rápido. - Dylan fala.
- Sim, passa sim. - Henry responde.
- E eu tenho plantão amanhã. - Falo.
- Pesado. - Dylan faz graça.
- Angel chega hoje, mamãe já foi busca - lá. - Amanda comenta.
- Ah! Claro. Tinha esquecido que ela vinha morar conosco. - Falo.
- Foi muito triste o que aconteceu com os pais dela. - Dylan comenta.
- Mamãe chorou a noite toda, eles eram muitos amigos. - Henry completa.
- Angel sofreu muito com a morte dos pais e também com... - Amanda começa a falar, mas para.
- Com? - Pergunto.
- Nada não! Isso é assunto pessoal de Angel.
Términamos nosso café e fomos para a sala, ouvimos um barulho de carro e Amanda sai correndo para fora e alguns minutos depois uma linda loira entra com ela. A jovem olhava todos os detalhes da casa e logo suas safiras se encontram com meus olhos e meu corpo estremeceu.
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Angel Parker
- Olá meus amores, acho que vocês lembram de Angel. - Helena fala.
- Cresceu bastante, seja bem vinda minha linda.- Henry fala vindo me abraçar.
- Henry? - Indago.
- Lembrou de mim.- Rimos.
- Hum...Dylan e Adam? -Aponto pra eles.
- Na verdade eu sou o Dylan e ele é o Adam.
- Desculpe.- Falo.
Adam em nenhum momento falou quaisquer coisa.
- Vamos pra piscina? - Amanda pergunta já me arrastando.
- Bem, é...Vamos. - Falo.
- Tô dentro. - Dylan fala.
- Eu também, vou chamar o Marcos. - Henry fala pegando o celular.
- E você meu filho? -Dimda Helena pergunta olhando para Adam.
- Estarei lá. - Ele falou e saiu indo na direção das escadas, parou e olhou para trás. -Seja bem vinda Anjo. - Aquela voz que me faz arrepiar. Ele me chamava assim quando criança, ele lembra?
- Obrigada.
Sub: Claro que ele lembra né sua jumenta, se ele lhe chamou assim é por que lembra.
Lá vem tu se intrometer nos meus pensamentos.
Sub: Mas seu sou o seu pensamento.
- Vamos Angel, vamos vestir um biquíni e ligar para as meninas. - Amanda fala. Subimos as escadas e ela me leva pro quarto dela.
Enquanto eu vestia um biquíni no banheiro, o qual Amanda me emprestou, ela ligava para as meninas, sai do banheiro e ela já estava vestida em um biquíni.
- As meninas estão vindo, e você está linda.
- Obrigada. Você também. - Falo lhe lançando um sorriso em seguida.
Descemos as escadas correndo e encontramos as meninas entrando na sala.
- Que rápidas. - Amanda fala e se abraçaram entre si.
- Sempre somos. -Emma fala
- Angel, que saudade.-Laura fala e nos abraçamos.
- Também Laura.
- Sinto muito por tudo que aconteceu Angel e seja bem vinda.- Emma fala e nos abraçamos.
- Obrigada Emma.
-Vamos para a piscina? -Amanda pergunta.
- Vamos. - Falo.
- O gato do Henry tá lá? -Laura pergunta.
- Tá sim. - Amanda responde.
- Opa!- Laura faz gracinha, ela sempre teve uma quedinha por ele.
Fomos para área da piscina rindo muito dos comentários sobre Henry, e lá estavam os três homens mais bonitos desta casa.
- Cheguei!- Um rapaz fala saindo da casa e vai até os meninos e eles fazem um cumprimento.
- Até que em fim Marcos. -Adam fala.
Ah! Claro, o Marcos, o amor da vida de Amanda, kkk.
- Marcos meu querido que bom que veio, os meninos já lhe mostraram quem está de volta? -Dinda Helena fala.
- Olá Helena, e não, não me mostraram. -Marcos fala.
-Angel, meu amor venha aqui. - Helena fala.
- A pirralhinha marrenta? -Marcos faz gracinha.
- Pirralha é a madrinha e marrenta ainda sou. - Ele rir e eu o abraço. - Que bom te ver.
- Digo o mesmo.
{...}
*Final alternativo*《●Continuação a partir do capítulo 18●》Amanda GraysonDepois do efeito passar, acordei, ainda estava meio grogue, Angel estava no quarto, sorriu ao me ver.— Mais calma? — Angel.— Sim.— As crianças estão bem, estão tendo acompanhamento com a psicóloga, estão bem.— Que bom.— Você recebe alta amanhã.— E o Marcos?— Ele ainda está em coma, Willy está abalada.— Eu imagino. Ele não pode morrer, as crianças não aguentariam, me leve até ele.— Não podemos, ele está em observação na UTI.— Vamos logo Angel.— Esta bem.Angel saiu do quarto e voltou com uma cadeira de rodas, me ajudou a sair da cama e sentar na cadeira. Saímos do quarto onde eu estava e fomos até a UTI, ela ficou do lado de fora enquanto eu entrei la dentro.Ele estava aparentemente bem, seus olhos fechados, sua boca sem cor, um tubo na mesma e vários fios no seu corpo.— Eu não vou ser boazinha, você foi um imbecil no que fez, eu, você e todos sabemos que você foi um tremendo vacilão, mas se passou
Último capítulo.Amanda Narrando:Acordei com a respiração ofegante, o coração acelerado e os olhos cheios de lágrimas, eu não podia acreditar que aquilo era verdade.A campanha toca e eu vou atender, me surpreendo ao ver Willy de novo.— Oi?— Oi Amanda, voltei hoje de Londes. — Wily.— Voltou? Mas você já tinha voltado.— Acabei de chegar na cidade, Amanda.— Eu...não sei o que esta acontecendo. E o Marcos?— Marcos ficou lá por mim, pra resolver o resto das coisas, não estava com cabeça pra isso.— O que houve?— Eu estou grávida.— Que notícia boa, mas eu sinto que já sabia disso.— Oi Willy. — Meu coração acelerou quando ouvi a voz dele, meu Deus!Ele está vivo, senhor Jesus, ele está vivo. O que aconteceu aqui??? Foi tudo um sonho?— Oi Leslen. — Ela sorrir.Que dejavu mais estranho.— Vou levar as crianças pra tomar sorvete.— Não! Não faça isso, não saia dessa casa, vamos esperar todos aqui e vamos para nossa viagem. Leslen eu amo você. — Abraço ele forte e o beijo. — Eu acei
Amanda Narrando:As crianças pularam no colo de Leslen, abraçando-o e dizendo que estavam muito felizes por ele ser o segundo papai deles. E eu estava como? Totalmente inerte, paralisada, não sabia o que fazer ou falar, nem ao menos conseguia me mecher.Minha família chegou logo após, entraram com comida, bebidas e tudo mais, os meninos foram pra fora acender a churrasqueira, as crianças entraram na piscina e as meninas foram para as espreguiçadeiras e eu acompanhei, mas ainda estava inerte.— Tudo bem? — Leslen.— Sim. Só que eu fiquei surpresa, eu não sabia que você estava ali.— As crianças me disseram que você permitiu que eu fosse o papai deles, mas que eu não sou seu marido e sim seu amigo.— Falaram? — Solto o ar que estava preso.— Adoraria ser papai deles e ser seu marido também.— QUE?!— Pensa nisso. — Ele dá uma piscadela e sai para perto dos rapazes.Fiquei paralisada, eu nunca fui assim, meu Deus, eu era maluca, tenho que fazer alguma coisa. Tirei a saída de praia e corr
Amanda Narrando:Entrei em casa e não tinha ninguém acordado, então subi as escadas entrei no meu quarto e me joguei na cama, capotando.Sonhei com a noite maravilhosa que Leslen me proporcionou, e eu estava querendo isso muitas e muitas vezes, não quero relacionamento, então a proposta de amigos coloridos eu estou mais que disposta a aceitar.Acordei as oito da manhã, tomei um banho relaxante me arrumei bem maravilhosa, como sempre, tomei café com meus filhos, esperei o ônibus chegar para levá-los, entrei no meu carro e segui para a empresa.Estacionei, entrei na empresa passando pelo hall de entrada e cumprimentando algumas pessoas.— Maninha. — Dylan. Ele me abraça.— Que bom que voltou. — Laura.— Temos um novo sócio, não perderia a reunião do cara que vai expandir nossos produtos. — Sorrimos.— Ele chegou. — Angel.A porta é aberta e eu escuto passos, me viro para trás E dou de cara com um homem maravilhoso de terno e o cara que me fez ter uma série de orgasmos ontem a noite.—
Dois meses depois...Amanda Narrando:Dois meses se passaram, tudo está a mil maravilhas, Marcos cumpriu sua pena, os caras do sequestro foram presos, as crianças estão muito felizes e eu também. Marcos e Willy estão muito bem e o resto da família também, eu e o doutor Leslen estavamos trocando olhares, quer dizer, eu que estava trocando olhares com ele, não sei se ele corresponde, mas agora já era, meus exames já terminaram e eu não tenho mais o que fazer no hospital.Estava no mercado fazendo as compras do mês, acabei tombando com outro carrinho, e por incrível que pareça era ele.— Oii. — Sorrir.— Oii Amanda. — Ele sorrir, e que sorriso.— Tudo bem?— Muito bem. — O sorriso que ele demonstra é diferente. — Eu fiquei sem jeito.— Do que?— De te chamar pra sair, até por que não seria ético de minha parte, por que você era minha paciente.— Você falou bem. Era sua paciente, não sou mais.— Aceitar sair para jantar comigo?— Adoraria.— Passo pra te buscar as 20h.— Okay. — Nos de
Marcos Narrando:Foi tudo tão rápido, nunca tinha visto aqueles caras na minha vida, mas eu sabia que queria me matar, por ser um magnata internacional sou bastante procurado para, como diz eles, "eliminar concorrência". Fui atingindo tentando proteger minhas crianças, cai no chão, a dor consumia meu corpo, meus olhos iam ficando turvos e pude ver eles carregando meus bens mais preciosos.Se esse for meu fim, eu vou aceitá-lo, o fim mais cruel, para um cara que foi cruel. Morrer com a culpa de ter perdido meus filhos, sabe-se lá o que aconteceu com eles, com certeza esses filhos da puta mataram minhas crianças.Com os olhos fechados pude sentir minha dor neutralizando, e eu escutava vozes, mas não conseguia decifrar de quem era, ou sobre o que estavam falando, era como se eu estivesse grogue.Amanda Narrando:Eu estava tão aflita, Willy me ligou para dizer que Marcos entrou em coma induzido, e que os médicos disseram que dão apenas dois meses até ele ter morte cerebral, não sei







