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CAPÍTULO 89 đŸ”„

Autor: Mia Bianchi
last update Última actualización: 2026-01-22 04:26:37
DUDA NARRANDO:

Chegando a uma suĂ­te, ele me colocou sentada na cama, e sem perder tempo, puxou sua camisa para revelar um corpo definido. O peito dele, com poucos pelos loiros, era irresistĂ­vel ao toque, e enquanto eu deslizava minhas mĂŁos por sua pele, mordi meus lĂĄbios, provocando-o com o olhar.

Ele sorriu de volta, puxando meu vestido para cima, me deixando somente de calcinha, exibindo meus seios e o frio na minha pele contrastava com o calor de seus dedos enquanto deslizava pelas curva
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Último capítulo

  • Uma noite, uma vida    CAPÍTULO 111

    RENNAN NARRANDO:A manhĂŁ tinha sido um verdadeiro caos no escritĂłrio. Estava atolado com as demissĂ”es e os processos de pagamento que Claudio e eu estĂĄvamos finalizando. Os nĂșmeros nĂŁo paravam de surgir, e minha mente jĂĄ estava quase saturada. NĂŁo via a hora de concluir logo tudo o que tinha vindo resolver no MĂ©xico.— Aqui estĂŁo os Ășltimos contratos, Renan — Claudio comentou, passando-me uma pilha de papĂ©is.Peguei os documentos, mas antes de assinar, meu telefone vibrou. Era uma mensagem da Duda. Abri, esperando algo rĂĄpido, mas em vez disso, lĂĄ estava ela, linda como sempre, em uma selfie na piscina, deliciosa somente de biquĂ­ni com aquele sorriso que mexia comigo. Era inegĂĄvel: Duda tinha uma intensidade que era quase impossĂ­vel de ignorar.Mas eu nĂŁo podia me distrair tanto. Meus planos eram claros, e tinha que manter o foco.Voltei Ă  realidade. EstĂĄvamos no meio de uma reuniĂŁo importante, e eu precisava concentrar-me. Tentei retomar a conversa com ClĂĄudio quando, de repente, o c

  • Uma noite, uma vida    CAPÍTULO 110

    DUDA NARRANDO:Eu estava saboreando uma deliciosa taça de sorvete de morango ao lado de Gisele e Rodrigo, aproveitando o clima descontraĂ­do da tarde. Rodriguinho, meu sobrinho, tirava um cochilo tranquilo sob a sombra de uma palmeira, com sua babĂĄ do lado, e eu podia sentir claramente o clima entre os dois Ă  minha frente. Claro que percebi os olhares que Rodrigo lançou para Gisele, mas decidiu ignorar e deixĂĄ-los Ă  vontade. NĂŁo queria ser uma presença intrusiva.A verdade era que minha atenção estava em outra coisa — ou melhor, em outra pessoa. Meu celular vibrava em cima da mesa, e cada nova mensagem que me chegava arrancava um sorriso. Era Renato. Eu me senti leve conversando com ele, mesmo ele estando ocupado na empresa. Quando ele disse o que eu estava fazendo, nĂŁo resisti. Tirei algumas fotos de biquĂ­ni, nada muito ousado, mas o suficiente para mexer com ele, e enviei. NĂŁo demorou muito para que ele respondesse com sua provocação tĂ­pica:"VocĂȘ Ă© deliciosa demais, pimentinha...

  • Uma noite, uma vida    CAPÍTULO 109

    RODRIGO NARRANDO:O gosto amargo da tequila desceu queimando minha garganta. JĂĄ era quase meio-dia, e eu estava sentado no meu escritĂłrio, olhando para a garrafa meio vazia. O barulho do relĂłgio na parede me irritava, e o peso da situação de Micaela rodava na minha cabeça, sem me deixar trabalhar. Especialmente a conversa com Gisele, de madrugada. NĂŁo conseguia tirar ela da cabeça, nem o jeito dela quando falamos sobre o que estĂĄ acontecendo entre nĂłs. Eu estava disposto a conquistĂĄ-la, mas era tanta coisa ao mesmo tempo...Apertei os olhos, sentindo a frustração latejar. NĂŁo dava para continuar assim. Chamei Virginia atĂ© minha sala e cancelei toda a minha agenda da tarde. NĂŁo ia adiantar me forçar a trabalhar, nĂŁo com a cabeça cheia dessas questĂ”es. Peguei as chaves do carro e dirigi atĂ© meu apartamento.Quando entrei, o silĂȘncio me recebeu. Micaela podia ficar ali, claro, mas a verdade Ă© que o clima entre nĂłs dois estava insuportĂĄvel. As coisas estavam tensas, complicadas, e eu sab

  • Uma noite, uma vida    CAPÍTULO 108

    RODRIGO NARRANDO:No dia seguinteO relĂłgio nĂŁo marcava nem sete horas e eu jĂĄ estava no escritĂłrio, concentrado no meu computador. A transação que eu fazia era importante — milhĂ”es estavam em jogo, e um erro poderia custar muito. O telefone vibrou algumas vezes, mas ignorei. NĂŁo queria começar o dia me aborrecendo. JĂĄ sabia quem era.Enquanto digitava os nĂșmeros finais, o telefone interno tocou, era Virginia.— Diga— Senhor Rodrigo, a senhora Micaela estĂĄ aqui — ela disse com a voz sĂ©ria, mas educada.Suspirei profundamente, sentindo o nĂł da gravata me sufocar. "Ela nĂŁo pode me dar um tempo?", pensei. NĂŁo tinha como evitar agora.— Deixe ela entrar — respondi, tentando manter a calma, mas jĂĄ sentindo a irritação crescer.Poucos segundos depois, Micaela entrou. Ela estava impecĂĄvel, como sempre. Um conjunto Chanel branco que realçava sua elegĂąncia, mas seu rosto traĂ­a todo o glamour. Olhos inchados e vermelhos, como se tivesse chorado a noite inteira. Eu conhecia bem aquele olhar.

  • Uma noite, uma vida    CAPÍTULO 107

    GISELE NARRANDO:O vento gelado batia no meu rosto, cortando a pele e fazendo meus olhos lacrimejarem. O carro conversĂ­vel de Rodrigo acelerava pela estrada quase deserta, e eu me encolhia no banco, cruzando os braços para tentar me aquecer. A blusa de manga longa que eu vestia era fina demais para enfrentar o frio da madrugada. Eu sabia que deveria ter pego algo mais quente antes de aceitar a carona, mas, sinceramente, nĂŁo estava pensando muito quando Rodrigo ofereceu.A conversa no inĂ­cio foi tranquila. Falamos sobre a Mieko, a nova babĂĄ do Rodriguinho, que dona Madah havia contratado. Eu havia conversado um pouco com ela mais cedo, e a impressĂŁo era boa. Ela parecia ser mesmo uma excelente escolha: atenciosa, cuidadosa, e claramente tinha experiĂȘncia com crianças. Rodrigo comentou que foi uma indicação de uma prima, que era bem exigente.— Deve ser uma boa pessoa mesmo. Eu me sinto mais tranquila em saber que o Rodriguinho estĂĄ sendo bem cuidado — eu disse, tentando distrair minha

  • Uma noite, uma vida    CAPÍTULO 106

    GISELE NARRANDO:Meu turno estava finalmente chegando ao fim, e nĂŁo vou mentir, eu jĂĄ estava no meu limite. O bar tinha ficado cheio atĂ© quase trĂȘs da manhĂŁ, um verdadeiro caos. Agora, sĂł restavam alguns copos para lavar. Foi entĂŁo que eu o vi. Rodrigo entrou com sua habitual elegĂąncia, mas dessa vez, algo parecia diferente. Ele usava uma camisa preta com os primeiros botĂ”es abertos, calça social e sapatos impecĂĄveis, como se tivesse vindo direto de alguma reuniĂŁo de negĂłcios.Ele caminhou atĂ© o balcĂŁo, sentou-se bem Ă  minha frente e me encarou com aquele olhar indecifrĂĄvel.— O que vocĂȘ tĂĄ fazendo aqui? — perguntei, sem esconder a surpresa.Rodrigo nĂŁo era de aparecer assim, ainda mais a essa hora.— Aqui Ă© um bar, nĂŁo Ă©? Vim beber. E boa noite pra vocĂȘ tambĂ©m — ele respondeu, claramente sĂłbrio, mas com um tom que eu nĂŁo soube identificar de imediato.— Sim, Ă© um bar que vocĂȘ nĂŁo costuma frequentar — respondi, tentando manter a conversa leve. — Mas o que vai querer?Sequei as mĂŁos e

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