Valentina deu alguns passos para trás, tentando escapar, mas Bastian não lhe deu essa chance. Dois mercenários entraram rapidamente no cômodo, seguraram os braços de Valentina com firmeza e a imobilizaram, impedindo qualquer reação. Bastian pegou a tigela de ervas e, com as próprias mãos, forçou Valentina a engolir o líquido amargo. Valentina cuspiu grande parte do conteúdo, mas Bastian, com raiva, jogou a tigela no chão, quebrando-a em pedaços. Ele tirou um lenço do bolso e limpou as mãos, com calma. — Não tem problema. Amanhã tem mais. Valentina o encarou, sem xingar ou gritar. Apenas esboçou um sorriso frio, que o irritou ainda mais. O sorriso dela parecia uma provocação para Bastian. Ele agarrou o queixo dela com força, olhando-a com os dentes cerrados. — Por que você está rindo? — Ele perguntou, cheio de raiva. Valentina permaneceu em silêncio, sem responder. Quanto mais ela o ignorava, mais furioso ele ficava. — Valentina, estar ao meu lado te causa tanto desg
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