No Grupo Albuquerque. A porta do escritório da presidência foi escancarada com força. A figura alta de um homem entrou como uma tempestade, indo direto até a mesa onde uma mulher estava sentada. Carolina, ao ouvir o barulho, levantou o olhar. Antes que pudesse reagir, uma grande mão agarrou com força o seu pescoço delicado. Carolina sentiu a respiração ser interrompida. A dor em sua garganta era aguda. — Carolina, eu te avisei para não mexer com ela de novo! Por que você nunca me escuta? — Gritou Lucas, visivelmente fora de si. Depois do choque inicial, Carolina, mesmo com a garganta quase sendo esmagada, ergueu os olhos para o homem furioso à sua frente. Lentamente, seus lábios se curvaram em um sorriso. Mas aquele sorriso não tinha nada de normal. Era distorcido, quase doentio. De repente, passos rápidos se aproximaram, e, na próxima fração de segundo, Lucas sentiu braços pequenos e desesperados abraçando sua cintura. — Lucas, solta a minha mãe! — Rowan gritou enquant
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