Mary correu ou tentou, suas pernas estavam trêmulas, mas mesmo assim a levaram até o salão principal. Ela pretendia pegar o telefone, chamar a polícia, gritar por ajuda. Mas Kayo foi mais rápido. Agarrou-a pelos cabelos, jogou-a contra o aparador de mármore. O vaso Ming que pertencera à bisavó dela se estilhaçou no chão.A luta foi patética. Mary nunca fora forte. Fora criada para ser bela, educada, ornamental. Kayo era alto, atlético, treinado em academias caras e artes marciais que praticava “para manter a forma”. A primeira facada veio quando ela tentou alcançar o telefone fixo. A lâmina entrou abaixo das costelas, rasgando tecido, pele, músculo.Mary caiu de joelhos.A segunda facada foi mais deliberada. Kayo girou a lâmina ao puxar, ampliando o ferimento. Sangue quente jorrou sobre as mãos dele.Sheyla assistia recostada no batente da porta, braços cruzados, como se assistisse a uma peça de teatro amadora.— Mais fundo, amor — murmurou ela. — Não queremos que ela sobreviva.A ter
Última actualización : 2026-08-02 Leer más