Por longos segundos, Tatiane ficou imóvel, até finalmente abaixar o celular.— Então você vai voltar? — Leandro perguntou.Ele tinha ouvido claramente a ordem de Henrique pelo telefone.Tatiane ficou em silêncio por um instante, então respondeu:— Vou passar lá rapidinho.Queria entender o que ele pretendia.Quarenta minutos depois, o carro parou diante do portão da mansão.— Você vai ficar aqui? — Leandro perguntou.— Acho que não. Professor Leandro, você se importa de me esperar um pouco?Henrique não ligaria para ela ficar ou não. Entre eles, qualquer frase a mais já parecia, para ele, desperdício de tempo. Então a conversa não devia se estender.Leandro assentiu.— Tá.Tatiane foi até o portão, digitou a senha e entrou.Assim que cruzou a sala de estar, percebeu que a casa estava toda iluminada.Henrique estava sentado no sofá. A figura elegante e impecável, o ar de homem acostumado a mandar. Ainda assim, havia uma pressão silenciosa no ambiente, como se o ar estivesse mais pesado
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