— Agora no cu, sua puta esguichadora — rosnou ele, alinhando o pau grosso e venoso na entrada, empurrando devagar no início, esticando o anel com o óleo facilitando a invasão suja, centímetro por centímetro, veias roçando as paredes internas quentes e apertadas. Sofia gemeu, empinando mais a bunda, sentindo o pau invadir fundo, bolas batendo na buceta ainda sensível a cada estocada inicial.— Fode meu cu, caralho! — gemeu ela, unhas cravando nos lençóis, o corpo se ajustando à grossura, óleo escorrendo pelas coxas, misturando-se aos sucos, enquanto ele bombava ritmadamente, acelerando o ritmo, o som de carne contra carne ecoando no quarto, levando-a a novos picos de prazer anal.Ele continuou bombando, mãos apertando as nádegas, dando tapas que deixavam marcas vermelhas, o pau mergulhando fundo no cu esticado, veias pulsando, bolas batendo na buceta úmida. "Toma no rabo, vadia, sente como te arrombo", pensou ele, acelerando, sentindo o cu contrair ao redor do pau, sucos da buceta ping
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