Eles caíram exaustos na cama, os corpos nus colapsando em um emaranhado de membros suados e ofegantes, o colchão rangendo sob o peso combinado. Ana, deitada de costas, sentia o peito arfar com respirações profundas e irregulares, seus seios fartos subindo e descendo, ainda marcados por mordidas e chupões vermelhos que Lucas havia deixado durante o clímax. Suor perlava sua pele curvilínea, escorrendo pelas curvas dos quadris e se acumulando na dobra entre as pernas, onde o sêmen dele ainda vazava devagar de seu cu arrombado, misturando-se aos sucos pegajosos que cobriam suas coxas internas. Seu cu latejava com uma dor prazerosa, um lembrete pulsante de como ele a havia esticado e enchido, e sua buceta, inchada e sensível, contraía involuntariamente em espasmos residuais, como se ainda sentisse o pau grosso dele dentro dela. "Porra, que foda insana", pensou ela, um sorriso satisfeito curvando seus lábios cheios, agora inchados dos beijos brutais e do boquete voraz.Lucas, ao lado dela,
Dernière mise à jour : 2026-02-22 Read More