Eu estava mergulhado nela, sentindo o calor febril da sua pele e a abundância da sua umidade, que agora ensopava minha barba e meus lábios. Minha língua não dava trégua, trabalhando com uma pressão implacável no seu ponto mais sensível, enquanto meus dedos, enterrados profundamente nela, eram abraçados por paredes que latejavam em desespero. Eu sentia cada micro-contração, um aperto rítmico e voraz que sugava meus dedos para dentro, como se o corpo dela tentasse me devorar de volta. “Ravok!” Meu nome saiu como um grito, uma súplica final. Eu bebia o suco do seu prazer como se fosse minha única fonte de vida, intensificando a sucção no momento exato em que o corpo dela esticou c
Última atualização : 2026-05-12 Ler mais