Daniela olhou para ele e disse com sarcasmo:— Agora você sabe perguntar minha opinião. Faz sentido. Afinal, desta vez, quem Agatha feriu foi Diego.Eduardo franziu a testa:— Você consegue falar direito?Daniela respondeu:— Você é que não consegue distinguir as coisas. Quando eu quis mexer com Agatha, você impediu. Agora, por que ainda vem perguntar para mim?— Naquele momento, era uma fase crítica, e Agatha ainda tinha utilidade.Daniela virou, olhou para Eduardo e disse:— Agora não adianta mais falar disso. Imagino que você também já tenha percebido que Agatha escondeu muita coisa de você. Agora que já recuperei as ações da empresa, Agatha, para mim, é apenas uma lição sobre excesso de compaixão. Neste momento, ela não passa de lixo aos meus olhos, e ninguém joga lixo fora para depois ficar preocupado com o destino dele.— Certo, entendi. — Eduardo olhou para ela, fez uma pausa e acrescentou. — Já que tudo foi esclarecido, vamos para casa.— Você precisa mesmo forçar minha vontade
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