ANAEu apertei o gatilho, dando um tiro próximo do pé dele.— Ai! Sua puta maldita! Eu...Ele falou, se afastando. O impacto da arma foi forte, mas eu soube segurar com firmeza.— Eu atiro mesmo! Não tenta se aproximar! — falei com mais firmeza do que realmente sentia naquele momento.Mas, em silêncio, agradeci mentalmente ao meu pai. Pode não ter sido o melhor dos pais, mas se eu conhecia aquele tipo de arma, foi ele quem me ensinou. E agora eu agradecia a ele por ter me ensinado, caso um dia eu precisasse.Eu entrei na sala de costas, ainda olhando para o homem, com medo de alguma reação dele.— Fica... volta! — falei, olhando finalmente para dentro da sala.E lá estavam as crianças. A Maitê, num caixote, como se fosse um berço improvisado. A Lili, perto da pequena bebê, como se quisesse protegê-la. Quando ela me viu, disse:— Tia Ana! A senhora veio nos tirar daqui?— Si... sim, princesa — falei, ainda mirando no homem, mantendo ele afastado das crianças. — Afastado! Se se aproxima
Última actualización : 2026-10-17 Leer más