Capítulo 11 - Enfim, a Primeira MayaEu sustentei o olhar dele. Ele começou a empurrar. A cabeça do pau forçou a entrada. A resistência do meu corpo era imediata — eu estava molhada, mas ainda virgem, e o tamanho dele era considerável. A pressão aumentou. Um ardor quente e agudo me fez franzir a testa e soltar um gemido de dor.Lucas parou na mesma hora. Só a cabeça estava dentro. Ele não avançou mais nenhum milímetro.— Respira comigo — murmurou, a testa apoiada na minha, a voz baixa e controlada. — Eu não vou me mexer até você me dizer. Me diga quando puder.Eu respirei fundo várias vezes. A dor era real — uma queimação profunda, a sensação de ser aberta pela primeira vez. Mas o olhar dele, o cuidado, a forma como ele segurava meu rosto com uma mão, me dava coragem. Depois de alguns segundos, eu balancei a cabeça.— Pode… mais um pouco.Ele empurrou de novo, centímetro por centímetro. Eu sentia cada avanço — a forma como a glande esticava as paredes internas, o calor dele entrando,
Última atualização : 2026-08-17 Ler mais