Meu nome é Carolina. Sou jovem, casada, e sempre ouvi que meu rosto tinha um ar puro, quase inocente. O problema era o resto de mim. Meu corpo chamava atenção demais, mais do que o de muitas modelos por aí.E uma mulher como eu, daquelas que fazem os homens virarem o pescoço na rua, tinha acabado casada com um marido impotente.— Sua safada... Quer isso todo dia? Que homem aguenta?Foi assim que ele falou antes de jogar um pepino grande na cama, mandando que eu me resolvesse sozinha, como se o problema fosse meu.Eu só tinha desejos normais de uma mulher casada. Queria carinho, intimidade, pele. Mas, para ele, qualquer vontade minha virava exagero, quase uma ofensa.A frustração foi se acumulando dentro de mim. Nas madrugadas silenciosas, eu ficava acordada, o corpo inquieto, as pernas apertadas uma contra a outra, tomada por uma ansiedade íntima que só piorava quando eu mais precisava ser tocada.Mesmo assim, eu não tinha coragem de dizer nada pesado. Sabia que, muitas vezes, a impotê
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