— Afaste-se da porta, Johnny — pedi, tentando manter a calma.— Eu só preciso de duzentos, porra.— Não darei dinheiro a você. E nada do que disser me fará mudar de ideia. Eu não sou como Jaqueline ou como a sua mãe. E não tenho pena de você.— Tudo bem — ele respirou fundo. — Eu entendo, Oliver.Finalmente, alguma coisa parecia ter entrado na cabeça de Johnny.— Se não tem dinheiro, então me empreste o seu cartão.Franzi a testa, incerto se ele realmente havia acabado de dizer aquilo.— Não — reiterei.— Faça uma transferência para um amigo meu, e eu fico de boa.— Eu não vou dar nada a você, Johnny. Não sou seu caixa eletrônico. Tampouco vou sustentar a porra do seu vício.Johnny veio em minha direção e agarrou a gola da minha camisa, sacudindo meu corpo com agressividade:— Eu estou passando mal.Eu não tinha a menor dúvida daquilo. O suor, as mãos trêmulas, a agitação e o desespero deixavam tudo bastante evidente.Segurei os pulsos de Johnny e o obriguei a me soltar:— Então você
Dernière mise à jour : 2026-09-05 Read More