A Praia de Campina é um daqueles lugares que parece saído de um sonho, com areias brancas e águas cristalinas que brilham sob o sol. Fica no litoral do Espírito Santo, mais precisamente em Aracruz, a cerca de 50 km de Vitória. Para chegar lá, você pode pegar um carro e seguir pela BR-101 até Aracruz, depois entrar na ES-010 em direção à praia. O caminho é bem sinalizado, e a estrada oferece uma vista incrível da mata atlântica.
Se preferir transporte público, ônibus partem regularmente de Vitória até Aracruz, e de lá você pode pegar um táxi ou até mesmo alugar uma bicicleta para o último trecho. A viagem de ônibus demora cerca de uma hora e meia, mas vale cada minuto quando você finalmente pisa na areia macia e vê o mar se estendendo à sua frente. A praia é tranquila, perfeita para quem quer fugir do agito das praias mais conhecidas.
Se você está procurando um refúgio tranquilo no litoral capixaba, a Praia de Campina é uma ótima pedida. Localizada em Aracruz, ela fica a poucos quilômetros da movimentada Vitória, mas parece um mundo à parte. O acesso é fácil: saindo de Vitória, pegue a BR-101 até Aracruz e depois siga as placas para a ES-010, que te leva até a praia. De carro, o trajeto leva menos de uma hora, e a estrada é bem conservada.
Uma dica é ir durante a semana, quando a praia está quase deserta. Nos fins de semana, alguns moradores locais e turistas aparecem, mas ainda assim é bem mais calma que outras praias da região. Leve um guarda-sol e um bom livro, porque você vai querer ficar horas só curtindo o som das ondas e o vento balançando os coqueiros. A água é limpa e ótima para um mergulho, especialmente no verão.
Campina é uma praia escondida no Espírito Santo, perto de Aracruz, e é um dos segredos mais bem guardados do estado. Chegar até lá é uma aventura por si só. Se você está vindo de carro, basta seguir a BR-101 e depois pegar a ES-010, que te leva direto para a costa. A estrada é ótima, e você ainda passa por alguns vilarejos charmosos no caminho.
Para quem não tem carro, dá para pegar um ônibus de Vitória até Aracruz e depois improvisar. Algumas pessoas pegam táxis, outras preferem caminhar parte do percurso para aproveitar a paisagem. A praia em si é bem tranquila, sem muita estrutura, então é ideal para quem curte um clima mais rústico e natural. Leve seu próprio lanche e bastante água, porque lá você realmente sente que está longe de tudo.
A Praia de Campina fica em Aracruz, no Espírito Santo, e é um daqueles lugares perfeitos para quem quer descansar longe da multidão. Para chegar, o jeito mais fácil é de carro: pegue a BR-101 até Aracruz e depois a ES-010 até a praia. Se não tiver carro, ônibus saem de Vitória com frequência, e de Aracruz você pode pegar um táxi ou até mesmo caminhar se estiver com disposição. A praia é simples, sem muitos quiosques ou barulho, então é ideal para um dia de relaxamento total.
2026-07-15 23:50:32
1
Ver Todas As Respostas
Escaneie o código para baixar o App
Livros Relacionados
Além do Nome DeLuca
Gemma
0
14.1K
Uma semana antes da Páscoa, Adrian me deu sete dias de folga e colocou uma passagem para Estocolmo dentro da minha bolsa.
Achei que ele finalmente estava aprendendo a se importar.
Então eu o ouvi conversando com nosso filho na escada.
— Papai, você vai mesmo se casar com a tia Bianca? E a mamãe?
Noah estava segurando seu carrinho em miniatura, tentando parecer corajoso.
Adrian ficou em silêncio por um momento.
— É apenas um casamento no papel. Matteo se foi. Bianca e Sophia estão expostas, e eu não posso deixá-las assim. Elas precisam do nome DeLuca para proteção.
— A mamãe sabe?
— Ela não pode saber — a voz dele suavizou. — Não conte isso a ela, Noah. No seu aniversário, eu compro aquele modelo de Aston Martin que você quer.
Então a passagem nunca foi um presente. Era uma forma de me tirar do caminho.
Se ele podia colocar o nome da família em outra mulher, mesmo que fosse só de aparência, então eu podia recuperar o orgulho e a ambição que enterrei neste casamento.
Desta vez, quando eu partisse para o norte, não voltaria.
— Professor… Por favor. Eu vim pra aprender a dirigir. Não pra isso.
Ela era casada.
Ele era instrutor de direção e, para piorar, amigo do marido.
Durante as aulas, cada erro no pedal virava um pretexto para se aproximar. Cada correção vinha acompanhada de um toque que ultrapassava o necessário. Presa dentro do carro da autoescola, sem ter para onde ir, ela sentia a linha entre o certo e o proibido se desfazer minuto a minuto.
Naquele dia, uma escolha errada, de roupa, de silêncio, de confiança, fez tudo escapar do controle. O espaço apertado, a respiração próxima demais, a tensão que já não dava mais para disfarçar.
Minha família tinha uma loja de produtos adultos. Naquele dia, eu estava exausta demais e acabei descansando ali mesmo, no fundo da loja. Não imaginava que, por um descuido do destino, eu ficaria presa em uma cadeira erótica.
Quando o senhor Gabriel, o vizinho da porta ao lado, entrou na loja, acabou me confundindo com um novo modelo de brinquedo adulto recém-lançado.
Sem desconfiar de nada, começou a agir como um cliente comum. Foi longe demais e chegou ao ponto de puxar minha calça...
Na sétima vez em que combinei com Breno Lima de ir ao cartório buscar nossa certidão de casamento e fui deixada esperando, tomei a iniciativa de cortar todos os laços que ainda nos uniam.
Se havia um encontro de amigos em que ele estava presente, eu simplesmente deixava de ir.
Se ele era convidado para se apresentar na comemoração da escola, eu me retirava antes do início.
Se a empresa decidia fechar parceria com ele, eu pedia demissão imediatamente.
Até mesmo no Natal, quando ele veio me visitar em casa, inventei uma desculpa para sair e visitar outros amigos.
Bloqueei seu número, apaguei-o da lista de contatos, cortei tudo sem deixar rastros.
Não o procurei mais, e ele também não conseguiu me ver.
Durante os trinta anos anteriores, passei a maior parte da vida apaixonada por ele, cuidando dele com todo o meu empenho.
Só depois de ser deixada esperando pela sétima vez no cartório é que despertei.
Não queria mais viver assim.
Mesmo que fosse para ficar sozinha, não queria passar mais um dia e uma noite guardando uma casa vazia!
A velha amiga de infância de Valentim Leal, Dalila Travassos, voltou a ocupar o banco do carona.
Dessa vez, não fiz escândalo. Fui direto pro banco de trás, sentando ao lado do melhor amigo dele, Guilherme Novaes.
Com o carro sacolejando na estrada, meu joelho roçou na coxa firme e tensa do Guilherme.
Não tirei. Ele também não se mexeu.
Na parada do posto, Dalila arrastou o Valentim pro banheiro.
Assim que as portas se fecharam, Guilherme segurou minha nuca e me beijou.
Perdida naquele beijo quente e confuso, pensei:
Desconfiar dos homens. Entender os homens. Virar um deles. Essa é a grande verdade.
Fui à casa do meu chefe para trabalhar como ama de leite do filho dele, mas um acidente constrangedor deixou minha blusa completamente manchada.
Tentei resolver tudo às pressas, só que a situação saiu ainda mais do controle. Quanto mais eu me esforçava para me recompor, mais difícil ficava ignorar o peso do olhar dele sobre mim.
E, sob aquele olhar ardente, meu corpo reagiu de um jeito vergonhoso.
Mais tarde, no banheiro, eu já estava sem forças, tentando lidar sozinha com aquele desejo que só crescia e se tornava quase insuportável, quando meu chefe apareceu diante de mim e segurou minha maciez entre as mãos.
— O bebê não deu conta de tudo. Então o papai aqui cuida do resto.
Depois de dizer isso, ele se inclinou e envolveu a ponta do meu seio com a boca.
A Praia da Arrábida é um daqueles lugares que parece saído de um sonho, com suas águas cristalinas e aquele cenário de tirar o fôlego entre as montanhas. Fica no Parque Natural da Arrábida, em Setúbal, Portugal. Para chegar lá de carro, saindo de Lisboa, pegue a A2 e depois a N378-1 em direção a Setúbal. O caminho já é uma experiência incrível, com vistas panorâmicas que valem a pena. Estacione no parque (é pago) e desça a trilha—sim, tem que caminhar um pouco, mas a recompensa é uma praia quase intocada.
Dica: Leve um lanche e água, porque lá em baixo não tem muita infraestrutura. E se puder, evite os fins de semana, porque lota rápido. A Arrábida tem esse charme selvagem que faz você esquecer o tempo—eu já perdi horas só flutuando naquelas águas verdes.
Moro em Sorocaba há anos e sempre dou risada quando alguém pergunta sobre a 'Praia de Sorocaba'. A cidade fica no interior de São Paulo, longe do litoral, então praia mesmo não tem. Mas tem um lugar que a galera chama carinhosamente de 'praia' - o Parque da Biquinha. É um parque super arborizado com um lago que lembra uma praia de rio, perfeito para piqueniques e relaxar nos fins de semana.
Para chegar lá, se você estiver de carro, basta seguir pela Avenida Comendador Pereira Inácio até o final. De ônibus, várias linhas passam perto, como a 120 e a 220. Leve um lanchinho e aproveite o sol - é o nosso pedacinho de 'praia' no meio da cidade!
Jardim Santana é um bairro residencial tranquilo na região norte de Campinas, próximo a áreas como Vila Nova e Jardim São Paulo. Para chegar lá de carro, partindo do centro, pegue a Avenida John Boyd Dunlop no sentido norte e vire à direita na Rua José Paulino – dali são só alguns minutos até as ruas do bairro. De ônibus, dá pra pegar linhas como a 340 (Vila Nova) ou a 385 (Jardim São Pedro) e descer perto da Praça do Jardim Santana, que é um ponto de referência.
A região tem uma vibe bem familiar, com casas antigas e ruas arborizadas. Se tiver perdido, recomendo usar o GPS até a Rua Antônio Lobo, onde fica a escola municipal – ali perto tem uma padaria que os moradores usam como ponto de encontro. O bairro não é muito grande, então é fácil se localizar depois que você chega.