Pra quem tá sem pressa e quer economizar, a combinação de metrô + ônibus é imbatível. Pegue a Linha 1-Azul até o Jabaquara, depois vá pro Terminal Rodoviário e embarque num ônibus da Cometa ou Útil. Os preços são bem acessíveis, e os veículos geralmente são confortáveis. Se você for estudante ou idoso, ainda tem desconto! A dica é evitar horários de pico, porque os ônibus podem lotar. E se bater aquela fome no caminho, não se preocupe: muitos motoristas param em postos com lanchonetes bacanas.
Tem gente que nem sabe, mas dá pra ir de bike! Existe uma rota ciclística chamada Caminho do Mar, que segue parte da histórica Estrada Velha de Santos. O percurso é puxado – são uns 80 km com subidas íngremes – então só recomendo se você estiver acostumado com longas distâncias. Leva bastante água, lanche e não esqueça o capacete. A recompensa? Chegar na orla com aquela sensação incrível de dever cumprido, além de poder mergulhar no mar assim que chegar.
Se você curte aventura e tem um espírito mais livre, que tal alugar uma moto? A estrada até Santos é cheia de curvas emocionantes, e parar em algum mirante para admirar a Serra do Mar é quase obrigatório. Só precisa ficar ligado no clima – dias chuvosos podem deixar o asfalto perigoso. E claro, sempre use equipamento de segurança. Outra ideia é organizar uma carona com amigos; dividindo gasolina e pedágio, fica barato e ainda rende boas histórias. Tem até grupos no Facebook onde a galera marca esses rolês.
Digamos que você está planejando um dia na praia e quer fugir do caos de São Paulo. A maneira mais rápida e confortável é pegar a Via Anchieta (SP-150) ou a Imigrantes (SP-160), dependendo do trânsito. De carro, o trajeto leva cerca de 1h30min, mas se você sair muito cedo, pode evitar os engarrafamentos. A Imigrantes tem pedágio, mas a vista lá de cima compensa – especialmente se o céu estiver limpo.
Se preferir transporte público, a EMTU opera ônibus direto do Terminal Jabaquara até Santos, com saídas frequentes. A viagem dura em média duas horas, e você pode até aproveitar para tirar uma soneca ou ouvir um podcast. Outra opção é a Litorina, um trem turístico que parte da Estação da Luz, mas ele só circula aos fins de semana e feriados. A experiência é mais lenta, porém super charmosinha, com direito a vista pro mar e tudo.
2026-07-01 17:34:30
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Na sétima vez em que combinei com Breno Lima de ir ao cartório buscar nossa certidão de casamento e fui deixada esperando, tomei a iniciativa de cortar todos os laços que ainda nos uniam.
Se havia um encontro de amigos em que ele estava presente, eu simplesmente deixava de ir.
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Até mesmo no Natal, quando ele veio me visitar em casa, inventei uma desculpa para sair e visitar outros amigos.
Bloqueei seu número, apaguei-o da lista de contatos, cortei tudo sem deixar rastros.
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Só depois de ser deixada esperando pela sétima vez no cartório é que despertei.
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O hotel me ligou, informando educadamente que o preservativo utilizado na noite anterior não havia sido pago e que o valor já tinha sido debitado do meu cartão de associada.
Fiquei atônita. Ontem trabalhei até tarde e nem sequer passei perto de qualquer hotel.
Fui cobrar explicações do meu marido, a única pessoa que sabia o número do meu cartão de associada. Queria entender o que estava acontecendo.
Felipe Carvalho me olhou com uma expressão confusa.
— Amor, aquele hotel custa mais de dez mil por noite. Por que eu gastaria dinheiro lá? Deve ter sido um erro do sistema deles. Provavelmente alguém digitou o número do cartão errado. Amanhã, eu vou lá reclamar!
Não perdi tempo discutindo com ele. A investidora do hotel é a minha melhor amiga, então liguei diretamente para ela.
— Mariana, me ajuda a verificar com quem o Felipe se hospedou ontem à noite. Eu vou pegá-lo em flagrante!
Era meu aniversário. Eu achei que ele fosse me levar à praia para ver os fogos de artifício, mas ele levou outra mulher e a filha dela.
— A Bruna tem uma filha, não é fácil para ela. Seja compreensível. Ela não conhece o caminho e tem muita bagagem. Vou levá-las ao hotel primeiro. — Ele falou isso com a maior leveza, como se estivesse explicando algo trivial.
Era justamente essa leveza que fazia até mesmo a minha raiva parecer exagerada.
Ele colocou as duas no carro, colocou pessoalmente o cinto de segurança da criança e, sorrindo para mim, disse:
— Eu já volto, não fica imaginando coisa.
Fiquei parada à beira da estrada, vendo eles partirem como se fossem uma família de verdade.
A noite caiu, e a brisa do mar estava gelada. Eu ainda estava esperando, até que um vídeo da Bruna apareceu na minha tela. Ele estava abraçando a filha dela, na praia, assistindo à queima de fogos.
Aquela cena era a surpresa que eu mesma tinha preparado para o meu aniversário.
Nos comentários, só tinha:
[São perfeitos juntos, uma família tão feliz]
Alguém perguntou por que ele não tinha ido me buscar. Ele sorriu e respondeu:
[A Camila tem bom temperamento, ela não vai se irritar]
Naquele instante, meu bolo virou uma poça de glacê derretido.
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Meu companheiro, Luther Evans, gastou 20 mil dólares em duas passagens de primeira classe no Moonlight Express para a Costa de Vespera. No momento em que estávamos prestes a embarcar, ele me puxou de lado e deu o meu lugar para minha irmã adotiva, Zoey Turner.
Ele explicou: — Só restou um assento vazio no trem, e o filho da Zoey nunca viu o oceano antes. Esta é a oportunidade perfeita. Crianças não podem ser separadas de suas mães, então eu vou levá-los primeiro e deixá-los acomodados, depois volto para buscar você.
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Morando no centro de Maceió há anos, já peguei todos os caminhos possíveis para o aeroporto Zumbi dos Palmares. A rota mais direta é pela Av. Durval de Goés Monteiro, que liga o centro à AL-101 Norte. De carro, em horários sem trânsito, leva uns 25 minutos. Mas se for durante a manhã, quando o comércio tá movimentado, melhor evitar a Rua do Comércio e seguir pela Av. da Paz.
Uma dica que pouca gente conhece: os aplicativos de transporte costumam sugerir ir pela AL-101, mas tem um caminho alternativo cortando o bairro do Trapiche da Barra que evita os semáforos da orla. Já economizei 15 minutos assim num dia de chuva. E se for de ônibus, a linha 051 parte do Terminal do Centro a cada 40 minutos – só não esqueça de levar trocado porque o cobrador nem sempre tem cambio.
O trem da Serra Verde Express é uma experiência que vale a pena considerar se você tem tempo e quer apreciar paisagens incríveis. A viagem dura cerca de 12 horas, mas a vista pela Serra do Mar compensa cada minuto. É um passeio mais turístico do que prático, então se você estiver com pressa, talvez não seja a melhor opção.
Para quem busca conforto e rapidez, voar é a escolha mais óbvia. Os voos diretos entre São Paulo e Campo Grande levam pouco mais de uma hora, e várias companhias aéreas operam nessa rota. Fique de olho em promoções, porque os preços podem variar bastante.