Vendida Para o Ceo Dominante
Eu gosto da dor, não por gostar de sofrer, mas porque sei exatamente o que ela significa ali, o corpo dela se abrindo pra mim, o fio tênue entre o incômodo e o prazer, o hímen rompendo com cuidado conforme eu avanço.
Eu paro por um segundo, respiro fundo, controlando cada impulso de ir mais rápido.
— Olha pra mim, pequena. — peço.
Ela obedece, os olhos cheios de lágrimas contidas.
— Eu te amo. — digo, sem desviar. — Não consigo mais guardar isso só pra mim.
Ela chama meu nome.
— Damon… — a voz dela quebra, as lágrimas finalmente escorrem, mas não são de dor, não só.